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Revirando o hd...

Taí um dos cartões postais de Florianópolis.

Estou sem fotos. Que tal um encontro fotográfico, flickers?

Eu vou participar da 12.ª Maratona Fotográfica de Florianópolis, dias 25 e 26 próximos. Quem vai também?

Mas quero fazer algumas fotos antes. ;)

Beijo pra quem fica.

 

P.S.: O que está acontecendo? Tô vendo que um monte de gente está deletando a própria conta no flickr (ou sendo deletado). Alguém sabe esclarecer? Pessoas queridas estão indo embora... =¬(

Um marco na história de muitos brasilienses e da própria capital federal, a Fonte Sonora e Luminosa da Torre de Televisão ganhou uma roupagem cibernética, capaz de propiciar verdadeiros espetáculos multimídia. A volta de um dos principais cartões-postais da cidade, nesta quarta-feira (8), traz com ela as lembranças de quem conheceu a fonte original, inaugurada no dia 9 de março de 1967.

 

Veja também Brasília resgata monumento e ganha fonte cibernética

 

Um dos músicos mais atuantes da cidade, o maestro Rênio Quintas, tinha 12 anos no dia da inauguração da fonte original. Seu pai, o jornalista Expedito Quintas, era chefe de gabinete do então prefeito do DF, Plínio Cantanhede. “Fomos eu e meus irmãos para a solenidade de inauguração. Uma das coisas mais lindas que já tive chance de ver na minha vida. Me senti perto do paraíso, ouvindo Danúbio Azul (valsa do austríaco Johann Strauss), em meio a um balé de águas azul e amarelo. Inesquecível”, suspira Rênio.

 

Complexo de lazer

Fruto de uma parceria do GDF com a Eletrobrás, a nova fonte resgata um dos principais pontos de encontro dos brasilienses. A primeira fonte funcionou ininterruptamente, aos pés da Torre de TV, por aproximadamente oito anos – entre 1967 e 1975 – quando foi desligada e desmontada para dar passagem às obras de implantação dos viadutos que passaram a ligar as W3 Sul e Norte. Antes disso, a fonte compunha, no Eixo Monumental, um complexo de lazer que incluía rinques de patinação, pista para aeromodelismo e até um tanque para modelismo naval.

 

Com o crescimento da cidade, surgiu a necessidade da ligação direta entre as duas asas do Plano Piloto também na altura da W3. Para a construção do complexo de viadutos e tesourinhas ligando as avenidas, em 1975, o então governador Elmo Serejo Farias determinou o desligamento e a desmontagem da fonte de tantas recordações.

 

Wilson Dias Martins era o funcionário da Novacap encarregado de ligar e desligar a fonte, operar o maquinário e fazer a manutenção do local. Por cinco anos ele exerceu o ofício. “Foram os melhores anos da minha vida”, diz. “O barulho da casa de máquinas, quando os 25 jatos da fonte eram acionados, não sai da minha cabeça. Mas o que mais gosto de lembrar é do ponto de encontro de famílias ou casais que corriam para perto da fonte para namorar e sentir a brisa úmida quando batia o vento”, lembra Wilson.

 

Aos 76 anos de idade, Wilson lembra em detalhes alguns aspectos técnicos da antiga fonte. “A iluminação colorida era comandada por minuterias que acendiam e apagavam os holofotes. Os jatos d´água eram impulsionados por 25 motores elétricos, de 5 HP cada. Sessenta alto-falantes tocavam as músicas que eram colocadas em toca-discos e em uma gravador de rolo. Havia até um poço artesiano para abastecer a fonte quando faltasse água do Departamento de Águas e Esgoto – DAE – que antecedeu a criação da Caesb”, conta Wilson.

 

Espetáculo de luz, sons e cores

Naquelas noites de quartas-feiras, sábados e domingos – dias em que a fonte era ligada – o estacionamento da fonte ficava lotado e era comum ver famílias, amigos e casais de namorados que iam para ver o espetáculo de luz, sons e cores. Até 20 carrinhos de pipoca circulavam pelo local.

 

O cineasta paraibano Wladimir Carvalho, que adotou Brasília há 45 anos, lembra que frequentava o local com a família e amigos. “A fonte sonora e luminosa era um espetáculo imperdível e ponto certo para os que vinham conhecer Brasília. Uma imagem marcante foi a realização da prova de automobilismo Mil Quilômetros de Brasília, realizada em 1970 no Eixo Monumental. Os carros, em alta velocidade, faziam a curva junto à fonte multicolorida. Essa bonita imagem não sai da minha lembrança”, disse Wladimir.

 

As quatro fontes da Torre de TV

A fonte cibernética, que entra em funcionamento nesta quarta-feira (8) é a quarta que se instala junto à Torre de Televisão. A Agência Brasília juntou informações de diversas fontes e levantou uma cronologia da história deste que é um dos principais monumentos turísticos da capital.

 

- 9 de março de 1967 – Inauguração da primeira fonte sonora e luminosa;

 

- 1975 – A primeira fonte é desligada e desmontada para a implantação do conjunto de viadutos que liga a W3 Sul à W3 Norte;

 

- No início dos anos 80 a fonte original foi montada junto ao Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade e funcionou durante pouco tempo. Atualmente a estrutura de concreto permanece no local, mas os equipamentos e encanamentos não têm condições de funcionamento;

 

- 11 de setembro de 1998, foi instalada uma outra fonte luminosa e sonora na Torre de TV. Este modelo contava com 22 caixas de som com 18 mil watts de potência. Com suas 22 bombas e 21 bacias e espelhos de água. Os refletores reativados com seis cores tinham possibilidade de até 500 variações;

 

- Mas durou pouco essa fase, passados apenas dois meses, no dia 23 de novembro de 1998, uma forte chuva caiu na cidade e inundou a casa de máquinas;

 

- Dois depois, em 25 de novembro, a equipe técnica de manutenção da Novacap enviou relatório à Administração de Brasília recomendando a desativação da fonte;

 

- Em 2003 foi reinaugurada a fonte luminosa da Torre. Dessa vez, porém, só tinha a cor branca e não empolgou os brasilienses.

 

- 8 de setembro de 2010 – Entra em ação a nova fonte cibernética e multimídia, com a promessa de resgatar os tempos áureos de um dos mais tradicionais pontos de encontro da cidade.

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Fonte:

 

www.agenciabrasilia.df.gov.br/042/04299003.asp?ttCD_CHAVE...

Um dos modelos de cartão de visita disponíveis do site da Visiti. Na loja você escolhe o modelo, insere seus dados, faz seu pedido e recebe em casa.

 

Visite a Visiti: www.visiti.com.br

No mês de Maio me faltou tempo para agradecer a vocês estes 8 anos de Flickr, os 7.600 contatos que recebo e os quase 12 Milhões de Views no Flickr.

O total dividido por 2440 fotos chega a uma média de 4900 views por foto.

Fotos com 100 mil e 72 delas com mais de 20 mil visitas. Obrigado.

 

Graça aos contatos do Flickr, sites com links indicando a página e os sites de busca, eu consegui ter trabalhos publicados no Mundo Inteiro.

São fotos em Revistas, Livros (papel de verdade), jornais, sites empresariais, cartões postais, Capa de CD, Outdoor de propaganda nas ruas, Carnê da Prefeitura com cada carioca tendo uma foto minha impressa em casa e até participar de uma exposição promovida no Centro Cultural da Caixa, um lugar que dispensa apresentações.

 

Então, obrigado aos seguidores e aos perseguidores porque sem vocês eu não teria tanta motivação para vencer e completar estes 8 anos de suuuuuuuuuucesso.

Detalhe para a palavra sucesso acima esticada na letra U e uma sátira ao bordão chato do Programa do Gugu. Escrevi desta forma em forma de sarcasmo em outro site e aqui no Flickr, mas provocou tanta risada que por inveja resolveram me copiar e esticar a letra em diversas palavras. É claro que quem copia perde a graça e o sentido de quando foi usada. Pior que erram sempre a sílaba tônica e se forem ler o que escreveram fica horrível e sem o sentido da sátira do momento que usei. Imagina a frase... “fui emboraaaaaa” fica até meio boiolado. Mas bobo ri de tudo e sempre sem noção, né?

 

E falando em cópia... Obrigado também por copiarem o estilo de colocar letras musicais ♪ ♫ ♪ ♫ anexo a uma música no post da foto.. É um procedimento que iniciei em 2002 nos meus Blogs: EspalhaFatos e Turismo no Rio.

Eram blogs do tempo que apenas 4% das pessoas tinham Internet em casa. O EspalhaFatos chegou a ficar famoso entre os 50 mais visualizados do Brasil e divulgado várias vezes num ranking na Capa do Jornal O Globo. Parei com os blogs quando tinha 1 milhão de visitas e que era coisa pra caramba à época. Talvez o mesmo que 10 milhões de views no Flickr ou 100 milhões no Youtube.

  

É claro que não fui eu que inventei as letras musicais, escrita com letra repetida ou a mania de publicar uma música no post, pois deve acontecer com a cada mil membros do Flickr, com exceção é claro de um grupo onde um em cada dez copia este procedimento sem saber a verdadeira origem. Provando assim estatisticamente minha afirmação que aqui que se inspiraram.

Recebo tudo descrito acima como elogio e como fonte de admiração. Obrigado.

 

Outra pequena satisfação foi conseguir divulgar lugares do Rio de Janeiro que nem guias de turismo visitavam ou que agora puderam conhecer com alguém os levando até lá, pois só conheciam pelas minhas fotos.

  

♪ ≡ ♫ = ♪ = ♫ ≡ ♪ = ♫

[♪] - Silas de Oliveira - Aquarela Brasileira

 

- A contagem de quase 12 milhões de Views traduz apenas a contagem no Flickr, pois na realidade uma das minhas fotos que ultrapassaram 100 mil views foi roubada e publicada sem autorização em 14 mil sites segundo o Google Imagens. Centenas de fotos também foram copiadas dezenas ou centenas de vezes.

Antes eu clareava a foto para evitar roubos, hoje eu assino em vários lugares da foto e já copiaram este procedimento também.

 

- O que já me perguntaram aqui no Flickr.

 

Visitas diárias. O meu recorde de visitas em apenas um dia foi de 70 mil visitas e aconteceu duas vezes. Uma no dia que o Brasil foi escolhido para a Olimpíada de 2016 e a outra vez no Carnaval de 2008 ou 2009 quando recebi 70 mil num dia e 40 mil em outro.

 

Como ter a foto no Explorer?

 

Não sei e não existe fórmula. Quase sempre minhas fotos eram no Sábado ou Domingo. Eu publicava e saia para fotografar. Acho que o fato do interesse na foto não ser troca de comentário, tenha ajudado. Você pode conferir suas fotos no Explorer no site Bighugelabs usando o API do Flickr. Eu tenho 136 fotos ativas no Explorer em assuntos variados. É comum as pessoas conseguirem ir para o Explorer usando fotos de flores, sunset e gatinhos, mas elas sumirem no dia seguinte por falta de interesse contínuo na foto.

Hoje em dia o Explorer aceita até fotos em grupos de selinhos, mas o interesse das fotos no Explorer do Flickr caiu muito e a qualidade desabou após 2009.

 

O que já aconteceu comigo no Flickr.

Já fui ameaçado de morte. Queriam me botar no micro-ondas, porém após uma consulta (busca de Local de Guarda) a foto, identidade e endereço da pessoa já está na mão de amigos.

 

Um dos cartões postais de Jeri é a

Duna do Pôr-do-sol

Todos sobem a duna para contemplar esse momento mágico e inesquecível.

Parque Nacional de Jericoacoara

Vila de Jericoacoara

Ceará

Tecido 100%algodão Importado com detalhe em linho

 

Ideal para organizar os cartões de visitas dos seus contatos pessoais e profissionais

Possui 10 folhas plásticas que comportam 6 cartões cada uma, ou seja, da para organizar 60 cartões!!!!

Capa-dura em tecido com elástico e elos de metal

Seu tamanho permite leva-la na bolsa para onde quiser, ou se preferir pode deixa-lo na mesa do seu escritório, alem de decorativa, manterá todos os seus contatos sempre a mão...

O Átomo é um dos cartões postais de Bruxelas, quando se vê pela primeira vez esta estrutura enorme, fica-se sem saber como a classificar; se é uma colossal escultura ou antes uma originalíssima obra de arquitectura. Em todo o caso, a primeira impressão é sempre de deslumbramento, pela dimensão, pela imponência e pelo brilho metálico que a reveste. A sua forma corresponde à de uma molécula cristalizada de ferro, ampliada 165 biliões de vezes.

 

Tem por isso 9 esferas, de 18 metros de diâmetro, unidas por 20 tubos, com comprimentos de 18 ou 23 metros, consoante os casos. Todo o conjunto é feito em aço, revestido de alumínio. Estima-se que pese 2400 toneladas. A esfera mais elevada atinge 102 metros de altura. O Atomium, mais conhecido como o Átomo na língua Portuguesa foi desenhado pelo engenheiro belga André Waterkeyn para a Exposição Internacional de Bruxelas de 1958 e destinava-se a ser destruído após o seu encerramento. Porém, a popularidade que conquistou entre os 42 milhões de visitantes da Expo 1958 e a sua singularidade acabaram por impedir a sua demolição.

 

Na época, vivia-se um grande optimismo, cultivando-se a fantasia e a inovação na arquitectura. E a obra acabou por ficar. Naturalmente, sofreu um grande envelhecimento, que obrigou à realização de obras de renovação, que decorreram entre 2003 e 2006. Pode ser visitado todos os dias do ano, das 10 às 18 horas, sendo a entrada gratuita só para crianças menores de 12 anos. A visita incluiu a subida à esfera mais elevada, num elevador que, à data da sua construção, era o mais rápido da Europa, subindo cinco metros por segundo. Inclui ainda a visita a cinco outras esferas, por escadas, algumas delas rolantes.

 

O Átomo fica na cidade de Bruxelas, na periferia noroeste da cidade. Próximo está o Estádio de Heysel Park. Chega-se lá de Metro, pela Linha 1A, saindo na estação de Heysel ou a pé para quem quiser e puder caminhar durante uma tarde inteira desde o centro da cidade como nós fizemos, por falta de informação, hoje não voltaríamos certamente a cometer o mesmo erro mas no entanto não nos arrependemos, visto ter dado para conhecer melhor a Cidade...

 

*===****===* Todos os direitos reservados ==***== Todos los derechos reservados ==***== All rights reserved ==**== Tutti i diritti riservati ==**== Alle Rechte vorbehalten ==**== Tous droits réservés =**=

 

French postcard by L'Aventure Carto, Cinéastes, no. 6, 2003. Photo: Marcel Thomas / Collection Gérard Gagnepain. (Edition of 120 ex.)

 

Jean Renoir (1894-1979) was one of the major French film directors before WW II. His films La Grande Illusion/The Great Illusion (1937) and La Règle du Jeu/The Rules of the Game (1939) belong to the masterpieces of the French cinema. During the German invasion of France in 1941, he moved to Hollywood where he directed This Land Is Mine (1943), and The Southerner (1945). He later became an American citizen.

 

Jean Renoir was born in 1894 in Paris, France. He was the son of the famous Impressionist painter Pierre-Auguste Renoir and had a happy childhood. Pierre Renoir was his brother, and Claude Renoir was his nephew. He fought in the French army during World War I and was wounded in battle. His wounds never healed properly and he suffered from it for the rest of his life. He recuperated by watching films with his leg elevated. Later, he was honoured with the Croix de Guerre. After the end of World War I, he moved from scriptwriting to filmmaking. He married his father's last model, Catherine Hessling. Renoir wanted to make a star of her and directed her in Catherine ou Une vie sans Joie/Backbiters (1924). His second feature was the Emile Zola adaptation Nana (1926) starring Hessling, Werner Krauss, and Jean Angelo. The film's extravagances include two magnificent set pieces – a horse race and an open air ball. The film never made a profit, and the commercial failure of the film robbed Renoir of the opportunity to make such an ambitious film again for several years. Renoir gradually sold paintings inherited from his father to finance his films. Renoir and Hessling separated in 1930, although he remained married to her until 1943. His next partner was Marguerite Renoir, whom he never married, although she took his name.

 

In 1931 Jean Renoir directed his first sound films, the comedy On purge bébé/Baby's Laxative (1931), based upon the play by Georges Feydeau, and La Chienne/The Bitch (1931). with Michel Simon. The following year he made Boudu sauvé des eaux/Boudu Saved from Drowning (1932), a farcical sendup of the pretensions of a middle-class bookseller and his family, who meet with comic, and ultimately disastrous, results when they attempt to reform a vagrant played by Michel Simon. He then directed La Nuit du carrefour/Night at the Crossroads (1932), based on a novel by Georges Simenon and starring Renoir's brother Pierre Renoir as Simenon's popular detective, Inspector Maigret. Partie de campagne/A Day in the Country (1936) was based on a short story by Guy de Maupassant, who was a friend of Renoir's father. It chronicles a love affair over a single summer afternoon in 1860 along the banks of the Seine. Renoir never finished filming due to weather problems, but producer Pierre Braunberger turned the material into a release in 1946, ten years after it was shot. By the middle of the 1930s, Renoir was associated with the Popular Front. Several of his films, such as Le Crime de Monsieur Lange/The Crime of Monsieur Lange (1935) with René Lefèvre, La vie est à nous/Life Belongs to Us (1936) and La Marseillaise (1938), reflect the movement's politics. Erich von Stroheim and Jean Gabin starred in one of his better-known films, the war film La Grande Illusion/The Great Illusion (1937). A film on the theme of brotherhood, relating a series of escape attempts by French POWs during World War I. It won the Best Artistic Ensemble award at the Venice Film Festival and was the first foreign-language film to receive a nomination for the Oscar for Best Picture. He followed it with another success, La Bête Humaine/The Human Beast (1938), a Film Noir based on the novel by Émile Zola and starring Simone Simon and Jean Gabin. With an ensemble cast, Renoir made La Règle du Jeu/The Rules of the Game (1939), a satire on contemporary French society. Renoir played the character Octave, who serves to connect characters from different social strata. The film was his greatest commercial failure. A few weeks after the outbreak of World War II, the film was banned by the government. Renoir was a known pacifist and supporter of the French Communist Party, which made him suspect in the tense weeks before the war began. In July 1939, Renoir went to Rome with Karl Koch and his future second wife Dido Freire to work on the script for a film version of Tosca. He abandoned the project to return to France and make himself available for military service.

 

Jean Renoir and Dido Freire left France in 1941 during the German invasion and moved to Hollywood. Renoir had difficulty finding projects that suited him. His first American film, Swamp Water (1941), was a drama starring Dana Andrews and Walter Brennan. He co-produced and directed an anti-Nazi film set in France, This Land Is Mine (1943), starring Maureen O'Hara and Charles Laughton. The Southerner (1945) is a film about Texas sharecroppers that is often regarded as his best American film. He was nominated for an Oscar for Directing for this work. Diary of a Chambermaid (1946) is an adaptation of the Octave Mirbeau novel, 'Le Journal d'une femme de chambre', starring Paulette Goddard and Burgess Meredith. His The Woman on the Beach (1947), starring Joan Bennett and Robert Ryan, was heavily reshot and reedited after it fared poorly among preview audiences in California. Both films were poorly received and they were the last films Renoir made in America. At this time, Renoir became a naturalised US citizen. In 1949 Renoir traveled to India to shoot The River (1951), his first colour film. Based on the novel by Rumer Godden, the film is both a meditation on human beings' relationship with nature and a coming of age story of three young girls in colonial India. The film won the International Prize at the Venice Film Festival in 1951.

 

After returning to work in Europe, Jean Renoir made a trilogy of colour musical comedies on the subjects of theatre, politics, and commerce: Le Carrosse d'or/The Golden Coach (1953) with Anna Magnani, French Cancan (1954) with Jean Gabin and María Félix, and Eléna et les hommes/Elena and Her Men (1956) with Ingrid Bergman and Jean Marais. During the same period, Renoir produced Clifford Odets' play 'The Big Knife' in Paris. He also wrote his own play, 'Orvet', and produced it in Paris featuring Leslie Caron. Renoir made his next films with techniques adapted from live television. Le Déjeuner sur l'herbe/Picnic on the Grass (1959), starring Paul Meurisse and Catherine Rouvel, was filmed on the grounds of Pierre-Auguste Renoir's home in Cagnes-sur-Mer, and Le Testament du docteur Cordelier/The Testament of Doctor Cordelier (1959), starring Jean-Louis Barrault, was made in the streets of Paris and its suburbs. Renoir's penultimate film, Le Caporal épinglé/The Elusive Corporal (1962), with Jean-Pierre Cassel and Claude Brasseur, is set among French POWs during their internment in labour camps by the Nazis during World War II. The film explores the twin human needs for freedom, on the one hand, and emotional and economic security, on the other.

Renoir's loving memoir of his father, 'Renoir, My Father' (1962) describes the profound influence his father had on him and his work. As funds for his film projects were becoming harder to obtain, Renoir continued to write screenplays for income. He published a novel, 'The Notebooks of Captain Georges', in 1966. Captain Georges is the nostalgic account of a wealthy young man's sentimental education and love for a peasant girl. Renoir's last film is Le Petit théâtre de Jean Renoir/The Little Theatre of Jean Renoir (1969). The film is a series of three short films made in a variety of styles. It is, in many ways, one of his most challenging, avant-garde, and unconventional works. Unable to obtain financing for his films and suffering declining health, Renoir spent his last years receiving friends at his home in Beverly Hills and writing novels and his memoirs. Renoir's memoir, 'My Life and My Film's, was published in 1974. In 1975, he received a Lifetime Achievement Oscar, and the government of France elevated him to the rank of commander in the Légion d'honneur. Jean Renoir passed away in 1979 in Beverly Hills, Los Angeles, of a heart attack. Although he was an American citizen, he was buried in France following a state funeral. From 1957 till his death in 1979, he was married to Dido Freire. His son Alain Renoir (1921-2008) became a professor of English and comparative literature at the University of California, Berkeley, and a scholar of medieval English literature.

 

Sources: Wikipedia, and IMDb.

 

And, please check out our blog European Film Star Postcards.

Model: Dove Bowl

Design: Simona

Paper: Carto Varese, 30 x 30 cm

 

Before I go to the German Origami Convention, I want to show you the wonderful "Dove Bowl" by Simona.

This design will also be published in the conference book of the convention. Those, who like to fold it just now will find the diagram at Simona’s Flickr Stream.

Folding the model was just a real pleasure! It is easy and quickly fold with a very nice result.

Many thanks to Simona for this beautiful model and that you shared it so generously with us.

 

O Aqueduto da Carioca, popularmente conhecido como os Arcos da Lapa, localiza-se no bairro da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

 

Considerada como a obra arquitetônica de maior porte empreendida no Brasil durante o período colonial, é hoje um dos cartões postais da cidade, símbolo mais representativo do Rio Antigo preservado no bairro boêmio da Lapa.

  

Os primeiros estudos para trazer as águas do rio Carioca para a cidade remontam a 1602, por determinação do então governador da Capitania do Rio de Janeiro, Martim Correia de Sá (1602-1608). Em 1624, um contrato para a construção do primitivo conduto foi firmado com Domingos da Rocha, que não chegou a iniciar os trabalhos. Em 1660 apenas 600 braças de canos estavam assentadas, tendo as obras recebido impulso em 1706, sob o governo de D. Fernando Martins Mascarenhas Lancastro (1705-1709).

 

Em 1718, sob o governo de Antônio de Brito Freire de Menezes (1717-1719), iniciaram-se as obras de instalação dos canos de água através da antiga Rua dos Barbonos (atual Rua Evaristo da Veiga). Sob o governo de Aires de Saldanha de Albuquerque Coutinho Matos e Noronha (1719-1725), em 1720 o encanamento alcançava o Campo da Ajuda (atual Cinelândia), ainda nos arrabaldes da cidade à época. Foi este governador quem, alterando o projeto original, defendeu a vantagem de se prolongar a obra até ao Campo de Santo Antônio (atual Largo da Carioca), optando pelos chamados Arcos Velhos – um aqueduto ligando o morro do Desterro (atual morro de Santa Teresa) ao morro de Santo Antônio, inspirado no Aqueduto das Águas Livres, que então começava a se erguer em Lisboa. A obra estava concluída em 1723, levando as águas à Fonte da Carioca, chafariz erguido também nesse ano, que as distribuía à população no referido Campo de Santo Antônio.

 

A solução foi paliativa, uma vez que já em 1727 se registram reclamações de falta de água, atribuindo-se à ação de quilombolas (escravos fugitivos, que viviam ocultos nas matas) a responsabilidade pela quebra dos canos. Mais tarde, o governo pediu contas ao encarregado pela conservação da obra o qual, furtando-se ao seu dever, evadiu-se. Foram estabelecidas, ainda, penas para os atos de vandalismo contra a obra.

 

O governador Gomes Freire de Andrade (1733-1763) determinou, em 1744, a reconstrução do Aqueduto da Carioca, com pedra do país, diante do elevado custo da cantaria vinda do reino. Com risco atribuído ao brigadeiro José Fernandes Pinto Alpoim, recebeu a atual conformação, em arcaria de pedra e cal. A Carta Régia de 2 de maio de 1747 determinou que as águas fossem cobertas por abóbada de tijolos, para evitar o seu desvio mal-intencionado.

 

Inaugurado em 1750, as águas brotaram aos pés do Convento de Santo Antônio, em um chafariz de mármore, através de 16 bicas de bronze. Mais tarde essa água foi estendida, através da Rua do Cano (atual Rua Sete de Setembro), até ao Largo do Paço (atual Praça XV), onde os navios vinham abastecer-se.

 

Na segunda metade do século XIX, durante o Império e, posteriormente, diante do advento da República, novas alternativas para o abastecimento de água aos moradores da cidade do Rio de Janeiro foram sendo utilizadas. O aqueduto, a partir de 1896 passou a ser utilizado como viaduto para os novos bondes de ferro da Companhia de Carris Urbanos, principal meio de acesso do centro aos altos do bairro de Santa Teresa, até os dias de hoje.

 

Conservados pelo poder público, em nossos dias, os antigos arcos coloniais servem de pano de fundo para diversos eventos, como as festividades da Semana Santa e o tradicional Auto de Natal da cidade.

  

♪ ♫ ♪ ♫ ♪ ♫ ♪ ♫

 

[ ♪ ] Música do Dia - Chico Buarque - Homenagem ao Malandro

 

Bondinho do ARcos da Lapa

 

Noturna nos Arcos da Lapa e num Sábado.

No Fundo o convento de santa Teresa no bairro do mesmo nome.

 

Cláudio Lara © All rights reserved

 

Proibida reprodução sem autorização, com ou sem interesse comercial.

Todas as fotos estão sob a Lei do Direito Autoral Nº 9.610, de 19 de Fevereiro De 1998.

 

Parque Estadual do Caracol - Canela - RS

Um dos principais cartões postais da serra gaúcha.

 

DORGALI / DURGALI

Cartoe

Sardegna, Nuoro, Galtellì

Hoje tive um intervalo imenso entre duas aulas.

Como estava uma linda tarde ensolarada, levei Eva para passear no Parque Tanguá, um dos Cartões Postais da cidade.

 

*outfit*

original groove santorini set

.Um dos mais belos cartões-postais de São Paulo, a Estação da Luz é o novo ponto de prostituição da capital. No imponente edifício de arquitetura inglesa, cerca de 50 mulheres fazem ponto à luz do dia. Elas circulam em meio a turistas que visitam o local e aos milhares de pessoas que entram e saem dos trens, atraindo clientes para programas em hotéis da região. Algumas aparentam ter menos de 18 anos.

from the left to the right : Alien, Pixeljuice, Danger, Panik, Shine, Max Gatto, Sker, Monster, Kasper, Noms, Mr. Trash, Same, Dater, Monkey, Carto, Zores, Mos11

Um dos mais imponentes cartões-postais de São Paulo, o Mercado Municipal Paulistano - mais conhecido como Mercadão - é o retrato de uma época imponente da Metrópole do Café, como a cidade começou a ficar conhecida. Projetado no inicio do século XX, 1924, pelo arquiteto Francisco Ramos de Azevedo, o Mercadão veio substituir o velho mercado da rua 25 de Marco. Em 1932, as obras do mercado foram concluídas, mas só em 25 de janeiro do ano seguinte é que ele foi finalmente aberto ao público, porque até então havia sido usado para estocar armas e munições da Revolução Constitucionalista. Relata-se, até, que alguns soldados treinavam pontaria mirando as cabeças das pinturas nos vitrais.

    

Cabe 2 cartões e ainda sobra um espacinho pra dinheiro ou mais cartões , fofinho e estruturado para proteger seus cartões .

 

Saiba mais em... www.elo7.com.br/item/943DF/

 

O uso do projeto e execução do mesmo é de autoria da marca DoneByMe!!!, Sendo assim de uso exclusivo da marca .

Não está autorizado o uso total ou parcial da criação.

Seja Honesto, Respeite os Direitos autorais do artista.

Cabe cartões , dinheiro , cabe também a carteira de motorista!!

 

Tecido importado , fecho com botão de pressão em formato de coração , forro poás

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Tecido importado 100% algodão , fecho com botão de pressão

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O uso do projeto e execução do mesmo é de autoria da marca DoneByMe!!!, Sendo assim de uso exclusivo da marca .

Não está autorizado o uso total ou parcial da criação.

Seja Honesto, Respeite os Direitos autorais do artista.

Porta Cartões / Organizador de Cartões artesanal

Ideal para organizar os cartões de visitas dos seus contatos pessoais e profissionais

Possui 10 folhas plásticas que comportam 6 cartões cada uma, ou seja, da para organizar 60 cartões!!!!

Capa-dura em tecido com elástico e elos de metal

Seu tamanho permite leva-la na bolsa para onde quiser, ou se preferir pode deixa-lo na mesa do seu escritório, alem de decorativa, manterá todos os seus contatos sempre a mão...

From the November 1979 National Lampoon

Artist: John Janik

cartões (imagens disponiveis para venda)

Cabe cartões , dinheiro , cabe também a carteira de motorista!!

 

Tecido importado 100% algodão , fecho com botão de pressão

 

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O uso do projeto e execução do mesmo é de autoria da marca DoneByMe!!!, Sendo assim de uso exclusivo da marca .

Não está autorizado o uso total ou parcial da criação.

Seja Honesto, Respeite os Direitos autorais do artista.

Um dos mais famosos cartões-postais do mundo são os táxis amarelinhos de New York. A construção da identidade dos táxis nova-iorquinos teve inicio há 100 anos, em 1907, quando o primeiro táxi movido a combustível circulou pela cidade.

 

A consolidação dos amarelinhos de Nova York se deu com suas aparições contínuas em filmes mundialmente conhecidos. Porém, a idéia de pintar os carros dessa cor foi de John Hertz, de Chicago, após ler, em 1915, num boletim da Universidade de Chicago que a cor amarela, acrescida com um pouco de vermelho, podia ser vista de muito longe.

 

Com isso ele decidiu pintar seus mais de 400 veículos com esse tom amarelo-ovo, que tornou sua companhia de táxi a mais bem sucedida nesse ramo. Somente na década de 1970, New York adotou esse amarelo como cor padrão para os carros que possuem taxímetro.

 

Obrigada pela visita!

Bom fim de semana a todos..

 

Espaço para 3 cartões , 1 bolsinho com ziper para moedas e ainda sobra um espacinho pra dinheiro ou mais cartões

 

Aqui www.elo7.com.br/item/AA152/

 

O uso do projeto e execução do mesmo é de autoria da marca DoneByMe!!!, Sendo assim de uso exclusivo da marca .

Não está autorizado o uso total ou parcial da criação.

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Um dos mais famosos cartões postais de Salvador, Bahia, Brasil.

Considerada como a obra arquitetônica de maior porte empreendida no Brasil durante o período colonial, é hoje um dos cartões postais da cidade, símbolo mais representativo do Rio de Janeiro Antigo preservado na região boêmia da Lapa. Os primeiros estudos para trazer as águas do Rio Carioca para a cidade remontam a 1602, por determinação do então governador da Capitania do Rio de Janeiro, Martim Correia de Sá (1602-1608). Em 1624, um contrato para a construção do primitivo conduto foi firmado com Domingos da Rocha, que não chegou a iniciar os trabalhos. Em 1718, sob o governo de Antônio de Brito Freire de Menezes (1717-1719), iniciaram-se as obras de instalação dos canos de água através da antiga Rua dos Barbonos (atual Rua Evaristo da Veiga). Sob o governo de Aires de Saldanha e Albuquerque Coutinho Matos e Noronha (1719-1725), em 1720, o encanamento alcançava o Campo da Ajuda (atual Cinelândia), ainda nos arrabaldes da cidade à época. Foi este governador quem, alterando o projeto original, defendeu a vantagem de se prolongar a obra até ao Campo de Santo Antônio (atual Largo da Carioca), optando pelos chamados Arcos Velhos – um aqueduto ligando o morro do Desterro (atual morro de Santa Teresa) ao morro de Santo Antônio, inspirado no Aqueduto das Águas Livres, que então começava a se erguer em Lisboa. A obra estava concluída em 1723, levando as águas à Fonte da Carioca, chafariz erguido também nesse ano, que as distribuía à população no referido Campo de Santo Antônio.A solução foi paliativa, uma vez que já em 1727 se registram reclamações de falta de água, atribuindo-se à ação de quilombolas (escravos fugitivos, que viviam ocultos nas matas) a responsabilidade pela quebra dos canos. O governador Gomes Freire de Andrade (1733-1763) determinou, em 1744, a reconstrução do Aqueduto da Carioca com pedra do país, diante do elevado custo da cantaria vinda do reino. Com risco atribuído ao brigadeiro José Fernandes Pinto Alpoim, recebeu a atual conformação, em arcaria de pedra e cal. A Carta Régia de 2 de maio de 1747 determinou que as águas fossem cobertas por abóbada de tijolos, para evitar o seu desvio mal-intencionado. Inaugurado em 1750, as águas brotaram aos pés do Convento de Santo Antônio, em um chafariz de mármore, através de 16 bicas de bronze. Mais tarde essa água foi estendida, através da Rua do Cano (atual Rua Sete de Setembro), até ao Largo do Paço (atual Praça XV de Novembro), onde os navios vinham abastecer-se. Na segunda metade do século XIX, durante o Império e, posteriormente, diante do advento da República, novas alternativas para o abastecimento de água aos moradores da cidade do Rio de Janeiro foram sendo utilizadas. O aqueduto, a partir de 1896, passou a ser utilizado como viaduto para os novos bondes de ferro da Companhia de Carris Urbanos, principal meio de acesso do centro aos altos do bairro de Santa Teresa, até os dias de hoje.

 

Fonte: Wikipedia.

 

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Cabe cartões , dinheiro , cabe também a carteira de motorista!!

 

Tecido importado 100% algodão , fecho com botão de pressão

 

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porta-cartões de natal com 3 bolsos....adorei fazer.

A linha de cartões pop-up Origami, com textos bem elaborados expressam os melhores sentimentos

  

Dimensões

  

Símbolo: O relacionamento é importante em todas as esferas da vida.

 

Estilo: Traquejo para cultivar amizades, uma postura elegante, bons hábitos, uma rede de relacionamentos preciosa – esses são instrumentos essenciais para agradar.

 

Sugestão de presente: Para todo o tipo de ocasião e comemoração.

Ajuda manter contato com amigos e família!

  

Origami - Brasil

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Origami - Brasil

Há um bom tempo eu não escrevia uma descrição decente. Então, vamos lá. Sou completamente apaixonada por cartas e cartões-postais. Acho que todos que me conhecem sabem disso. Aliás, ano passado comecei uma coleção de postais. Ainda tenho beeem poucos, mas...

Enquanto eu estava lendo umas cartas antigas, pensei em uma foto e aí está, haha. O título foi este porque a foto me lembrou Postcards from Italy, do Beirut. (:

Ah! O postal em foco é um de São Luís, no Maranhão.

Beijo beijo, gente.

O Aqueduto da Carioca, popularmente conhecido como os Arcos da Lapa, localiza-se no bairro da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

 

Considerada como a obra arquitetônica de maior porte empreendida no Brasil durante o período colonial, é hoje um dos cartões postais da cidade, símbolo mais representativo do Rio Antigo preservado no bairro boêmio da Lapa.

  

Os primeiros estudos para trazer as águas do rio Carioca para a cidade remontam a 1602, por determinação do então governador da Capitania do Rio de Janeiro, Martim Correia de Sá (1602-1608). Em 1624, um contrato para a construção do primitivo conduto foi firmado com Domingos da Rocha, que não chegou a iniciar os trabalhos. Em 1660 apenas 600 braças de canos estavam assentadas, tendo as obras recebido impulso em 1706, sob o governo de D. Fernando Martins Mascarenhas Lancastro (1705-1709).

 

Em 1718, sob o governo de Antônio de Brito Freire de Menezes (1717-1719), iniciaram-se as obras de instalação dos canos de água através da antiga Rua dos Barbonos (atual Rua Evaristo da Veiga). Sob o governo de Aires de Saldanha de Albuquerque Coutinho Matos e Noronha (1719-1725), em 1720 o encanamento alcançava o Campo da Ajuda (atual Cinelândia), ainda nos arrabaldes da cidade à época. Foi este governador quem, alterando o projeto original, defendeu a vantagem de se prolongar a obra até ao Campo de Santo Antônio (atual Largo da Carioca), optando pelos chamados Arcos Velhos – um aqueduto ligando o morro do Desterro (atual morro de Santa Teresa) ao morro de Santo Antônio, inspirado no Aqueduto das Águas Livres, que então começava a se erguer em Lisboa. A obra estava concluída em 1723, levando as águas à Fonte da Carioca, chafariz erguido também nesse ano, que as distribuía à população no referido Campo de Santo Antônio.

 

A solução foi paliativa, uma vez que já em 1727 se registram reclamações de falta de água, atribuindo-se à ação de quilombolas (escravos fugitivos, que viviam ocultos nas matas) a responsabilidade pela quebra dos canos. Mais tarde, o governo pediu contas ao encarregado pela conservação da obra o qual, furtando-se ao seu dever, evadiu-se. Foram estabelecidas, ainda, penas para os atos de vandalismo contra a obra.

 

O governador Gomes Freire de Andrade (1733-1763) determinou, em 1744, a reconstrução do Aqueduto da Carioca, com pedra do país, diante do elevado custo da cantaria vinda do reino. Com risco atribuído ao brigadeiro José Fernandes Pinto Alpoim, recebeu a atual conformação, em arcaria de pedra e cal. A Carta Régia de 2 de maio de 1747 determinou que as águas fossem cobertas por abóbada de tijolos, para evitar o seu desvio mal-intencionado.

 

Inaugurado em 1750, as águas brotaram aos pés do Convento de Santo Antônio, em um chafariz de mármore, através de 16 bicas de bronze. Mais tarde essa água foi estendida, através da Rua do Cano (atual Rua Sete de Setembro), até ao Largo do Paço (atual Praça XV), onde os navios vinham abastecer-se.

 

Na segunda metade do século XIX, durante o Império e, posteriormente, diante do advento da República, novas alternativas para o abastecimento de água aos moradores da cidade do Rio de Janeiro foram sendo utilizadas. O aqueduto, a partir de 1896 passou a ser utilizado como viaduto para os novos bondes de ferro da Companhia de Carris Urbanos, principal meio de acesso do centro aos altos do bairro de Santa Teresa, até os dias de hoje.

 

Conservados pelo poder público, em nossos dias, os antigos arcos coloniais servem de pano de fundo para diversos eventos, como as festividades da Semana Santa e o tradicional Auto de Natal da cidade.

  

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[ ♪ ] Música do Dia - Chico Buarque - Homenagem ao Malandro

 

Bondinho do ARcos da Lapa

 

Cláudio Lara © All rights reserved

 

Proibida reprodução sem autorização, com ou sem interesse comercial.

Todas as fotos estão sob a Lei do Direito Autoral Nº 9.610, de 19 de Fevereiro De 1998.

 

com bolsinho interno p separar o celular, chaves ou cartões

...cartões de ano novo: heliconias em aquarela, uma a uma pintadas à mão... os clientes deveriam perceber o trabalho do estagiário, o suor nas mãos enquanto o papel vegetal teima em responder em ondas e o lápis faz o traço do quase arquiteto ganhar elogios... ser o que eles querem que imagino que eu seja é me vestir em preto. a camisa branca abotoada até o ultimo botão, (como todos os fazendeiros alemães..) o relógio caro, o cabelo quase longo... e percebo que disso não sobrou nada... traços de floresta apagada... cinzas... luminária pos moderna em referencia ao acaso que constrói ruinas mais belas que as minhas péssimas e modernas..... foi um achado esse caso ao lado... as grades não fecham mais... só fazem sombras para as noites mal dormidas por causa de familia disfuncional... amanhã recobro a saúde... a luz da noite não me fara mal... penso neles todos em sonhos e me deito despido para o inicio da passagem... para as indias, e brasileiras...

 

carlos pataca revisitando os cadernos antigos...

não tenho mt pratica nestas coisas,dai não estar mt "profissional "mas adorei fazer na mesma

A coleção de verão Zoopress está quase pronta, e um dos itens mais queridos são estes envelopes em tecidos florais.

 

São cortados à mão cuidadosamente, utilizando-se as mais delicadas estampas.

 

Conjuntos de envelopes e cartões de mensagem, tamanho 8 x 11,5 cm.

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