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A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática aprovou ontem (13/08) as emendas a serem apresentadas pelo seu presidente, senador Zeze Perrella (PDT-MG) à Comissão Mista de Orçamento, atendendo às sugestões debatidas pelos senadores integrantes da CCT.

  

Foram priorizadas ações voltadas para a formação de pesquisadores, o desenvolvimento e inovação em tecnologias da informação e da comunicação, o desenvolvimento de museus e centros de ciência e tecnologia, a missão Antártica e sistemas de defesa estratégicos.

  

No total foram 22 propostas voltadas para 15 ações distintas, principalmente para os ministérios da Defesa e da Ciência e Tecnologia. Entendemos que essas propostas são as que melhor sintetizam as prioridades encaminhadas pelos senadores a esta Comissão, garantida a participação de pelo menos uma indicação desses parlamentares na relação escolhida, frisou Perrella.

  

As cinco emendas, em propostas fundamentadas de acordo com as exigências da Comissão Mista de Orçamento são as seguintes:

  

1 - Nova Missão Antártica;

  

2 - Concessão de bolsas de formação e qualificação de pesquisadores e profissionais para Ciência, Tecnologia e Inovação;

  

3 - Apoio à criação e ao desenvolvimento de museus e centros de ciência e tecnologia;

  

4 - Implantação do sistema de defesa estratégico Astros 2020;

  

5 - Estímulo à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias da Informação e da Comunicação.

 

Assessoria de Imprensa

Foto: Vanessa Costa

 

A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática, aprovou hoje (25/03) requerimento do seu presidente, senador Zeze Perrella (PDT-MG), para a realização de audiência pública com a participação do novo ministro da Ciência e Tecnologia, Clélio Campolina Diniz.

Em data a ser fixada, haverá debate do ministro com os senadores, na CCT, sobre a agenda, as prioridades e o programa daquele ministério para 2014, assim como informações sobre as ações realizadas no ano passado.

Outro requerimento aprovado, também do senador Zeze Perrella, estabelece o Programa Nacional de Banda Larga como a política pública a ser avaliada pela CCT neste ano. A escolha do programa atende a Resolução do Senado 44/2013, que estabelece a avaliação de políticas públicas pelas comissões do Senado.

Criado em 2010 pelo governo federal, o Programa Nacional de Banda Larga tem o objetivo de massificar o acesso à internet em banda larga por todo o país, especialmente nas áreas mais carentes de tecnologia. A meta do governo é alcançar 40 milhões de domicílios conectados à rede mundial de computadores até este ano.

Em entrevista à TV Senado, o presidente da CCT classificou o Plano Nacional de Banda Larga como prioritário para o país, pois além de atender às necessidades naturais do mercado haverá a Copa do Mundo, quando será indispensável a rapidez e eficiência dos modernos e sofisticados equipamentos de comunicação.

O país receberá visitantes de todo o mundo, e ainda grande número de jornalistas e profissionais de todos os setores da comunicação, que precisarão dispor de serviços e equipamentos de alto nível em banda larga. Se não houver infraestrutura, equipamentos e tecnologia para o pleno atendimento às necessidades da Copa será prejudicada a imagem do Brasil, observou Perrella.

 

CCT preservada

 

Após a reunião, Zeze Perrella reiterou aos senadores sua posição contrária à proposta do senador Lobão Filho, no âmbito da reforma do Regimento Interno do Senado, de extinguir a CCT , cujas atribuições seriam transferidas para outras comissões técnicas, e pediu o apoio dos demais integrantes para evitar que isso aconteça.

  

A extinção da CCT seria uma temeridade, observou o senador Perrella, e nesse caso seria o Senado brasileiro um dos poucos no mundo a não dispor de uma comissão específica para tratar da ciência e tecnologia, dos mais importantes temas da atualidade.

O Brasil seria prejudicado num setor estratégico, acrescentou o senador mineiro.

 

Identificação de chamadas telefônicas

 

O Projeto de Lei do Senado (PLS) 343/12, que obriga as companhias telefônicas a identificar previamente, por um sinal sonoro padronizado, se haverá custo de interconexão entre operadoras, deve seguir para a Câmara dos Deputados, caso não haja recurso para votação no plenário do Senado. A proposta, um substitutivo ao projeto original, foi aprovada (25/03) definitivamente pela CCT.

A votação do projeto que transforma o programa de rádio A Voz do Brasil em patrimônio cultural imaterial do Brasil foi adiada, em função de pedido de vista da senadora Ângela Portela (PT-RR). A senadora disse que vai apresentar voto em separado para que não seja excluído do projeto o artigo que prevê a obrigatoriedade de transmissão do programa entre 19h e 20h por todas as emissoras de rádio.

 

Jornal do Senado / Assessoria de Imprensa

Foto: José Cruz/Agência Senado

  

www.flickr.com/photos/omarsilva_photos/

 

La Torre Eiffel fue construida por Gustave Eiffel con motivo de la Exposición Universal de 1889 que conmemoraba el primer centenario de la Revolución Francesa. Su construcción duró 2 años, 2 meses y 5 días y fue una auténtica proeza técnica y arquitectónica. "Utopía realizada", hazaña tecnológica, a finales del siglo XIX fue la demostración del ingenio francés personificado por Gustave Eiffel, un punto culminante de la era industrial. Inmediatamente experimentó un éxito inmenso.

 

Fuente: www.toureiffel.paris/es

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, localizada no bairro do Altiplano em João Pessoa, capital do estado brasileiro da Paraíba, foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurada no dia 3 de julho de 2008.

A Estação tem a missão de levar cultura, arte, ciência e tecnologia à população de forma gratuita. Além da proposta cultural, a Estação se apresenta como ponto turístico e cartão-postal da cidade.

Memorial a Shaftesbury y Eros.

La fuente memorial al Monumento de Shaftesbury, erigida en 1886-18931 para conmemorar los trabajos filantrópicos de Lord Shaftesbury. La estatua de Alfred Gilbert representa una estatua desnuda en vuelo, oficialmente conocida como El Ángel de la Caridad Cristiana. Popularmente conocida como Eros tras el mítico Dios Griego del Amor. La estatua se ha convertido en un icono de Londres, y una ilustración de la estatua se usa como símbolo del periódico Evening Standard y aparece en el logotipo del periódico.

 

Adelantada tecnológicamente a su tiempo, esta escultura fue la primera en ser tallada en aluminio, y está fijada a una fuente de bronce que inspiró a Gilbert los motivos marinos de la figura. La estatua originalmente apuntaba con su arco al norte, hacia Shaftesbury Avenue. No obstante, durante la Segunda Guerra Mundial la estatua fue retirada por seguridad, y cuando fue devuelta su arco fue arreglado apuntando al sur, hacia Lower Regent Street.

 

El uso de una figura desnuda en un monumento público generó controversia en el momento de su construcción, pero fue bien recibida por el público en general. El Magazine of Art lo describió como, '"...un fuerte contraste con la fealdad general de nuestra escultura urbana,... un trabajo que, mientras embellece uno de nuestros espacios abiertos hasta ahora solitarios, debería hacer mucho por la elevación del gusto popular por la escultura decorativa, y servir para liberar a la metrópolis de cualquier adicción del viejo orden de las monstruosidades monumentales."'

  

El Ángel de la Caridad Cristiana, popularmente conocido como Eros, una de las primeras estatuas en ser fundidas en aluminio.

Popularmente se cree que la estatua representa a Eros, pero el propósito original era representar la imagen de su hermano gemelo, Anteros, como confirman los registros contemporáneos del distrito ciudadano de Westminster. El escultor Albert Gilbert ya había esculpido una estatua de Anteros, y cuando se le encargó la Fuente en Recuerdo a Shaftesbury, eligió el mismo tema, que como "Dios del Amor Desinteresado" se pensaba indicado para representar al filantrópico 7° Conde de Shaftesbury. Gilbert definió a Anteros como el 'amor reflexivo y maduro, por oposición a Eros o Cupido, el tirano frívolo'. El modelo para la escultura fue el ayudante de estudio de Gilbert, un italiano de 16 años, Angelo Colarossi (nacido en 1875). La fuente, en su localización original, situaba a Anteros apuntando al sur con su arco hacia Wimborne St Giles en Dorset, donde estaba el condado rural del conde. La flecha apuntaba su tiro también hacia Shaftesbury Avenue.

 

Cuando el Monumento se inauguró hubo muchas protestas. Algunos pensaban que estaba situado en una parte vulgar de la ciudad (la zona de los teatros), y otros que era demasiado sensual como un homenaje a un respetable conde popular por su sobriedad. Algunas de las objeciones se atenuaron rebautizando la estatua como el Ángel de la Caridad Cristiana, que era la aproximación más cercana que se pudo inventar en un contexto cristiano para definir el papel de Anteros en el Panteón griego. Pero este nombre nunca llegó a ser ampliamente conocido, y el nombre original regresó, erróneamente acortado a Eros, con el significado del Dios del Amor Sensual, muy inapropiado para conmemorar al Conde, pero bastante oportuno como metáfora de la carnalidad del cercano vecindario londinense del Soho.

Circuitos de un teclado de ordenador

O presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática, senador Zezé Perrella (PDT-MG), manifestou-se (11/03) contra o relatório do senador Lobão Filho (PMDB-MA) ao projeto de reforma do Regimento Interno do Senado (PRS 17/2009), que propõe a redução do número de comissões, com a extinção da CCT.

- Em que pese termos a convicção de que o senador Lobão está imbuído dos melhores propósitos, há que se reanalisar melhor essa proposta, inclusive revertendo-a, já que a necessidade seria justamente fortalecer a CCT e não extingui-la - afirmou Zeze Perrella.

De acordo com o relatório de Lobão Filho, os temas abordados pela CCT seriam incorporados por outras comissões. Assuntos relacionados à tecnologia, inovação e informática ficariam sob a análise da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). A parte de comunicação seria responsabilidade da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI).

Perrella afirmou que o relatório deve ser revisto por Lobão ou modificado por meio de emendas. O presidente da CCT fez um histórico das atividades da comissão, criada em 2007. Segundo Perrella, até hoje foram votadas pela CCT mais de 4 mil proposições. A comissão realizou mais de 300 reuniões, das quais cerca de 160 foram audiências públicas.

- Os assuntos aqui tratados são de extrema relevância e a sua distribuição a outras comissões, que também já possuem pauta volumosa, significará de imediato que temas, como desenvolvimento científico e tecnológico, a inovação, as comunicações e outros serão deixados obviamente em segundo plano – disse.

Segundo Perrella, a comunidade científica já se manifestou contrária à extinção da CCT. O senador afirmou ainda que, caso a comissão seja extinta, o Brasil será um dos únicos países desenvolvidos a não possuírem uma comissão temática no Senado sobre ciência, tecnologia, inovação e comunicações.

  

Íntegra do pronunciamento do presidente, senador Zeze Perrella:

  

Senhoras Senadoras e Senhores Senadores e demais presentes, é com imensa satisfação que a Presidência da CCT dá início aos trabalhos desta Comissão no ano de 2014, que se mostra como um dos mais importantes da nossa história republicana.

  

Em 2014 realizaremos em alguns meses a Copa do Mundo da FIFA, que tanto já mexe com o nosso cotidiano, pela paixão do brasileiro pelo esporte, em acompanhar o futebol. Mas é um evento que também motiva críticas pelos mais diversos setores da sociedade, e isso deve ser olhado com atenção.

  

Ainda em outubro teremos nova eleição majoritária e presidencial, e há tempos esse assunto vem polarizando o cenário político nacional.

  

Ou seja, teremos um ano recheado e movimentado, mas também é nosso papel destacar a importância na atuação da CCT, que tanto contribui para deliberações e debates em importantes setores econômicos nacionais.

  

E por isso mesmo ressaltamos a necessidade de um maior acompanhamento sobre o Projeto de Resolução do Senado Federal no 17 de 2009, que “Institui o novo Regimento Interno do Senado Federal”, e que certamente trará significativas contribuições ao funcionamento da Casa.

Porém, esse mesmo projeto, a partir da proposta do seu relator, o Senador Lobão Filho, sugere a reformulação no número de comissões permanentes, com a extinção da Comissão de Direitos Humanos, que seria fundida à Comissão de Assuntos Sociais, e também da CCT, com as suas atribuições sendo diluídas entre as Comissões de Educação, Cultura e Esporte e também de Infraestrutura.

  

Em que pese termos a convicção de que o Senador Lobão Filho está imbuído dos melhores propósitos, há que se analisar melhor essa proposta, inclusive revertendo-a, já que a necessidade seria justamente fortalecer a CCT, e não extingui-la.

  

Não afastamos a necessidade de modernizarmos o papel das comissões do Senado, mas é importante que isso se dê com parcimônia, sem trazer mais prejuízos aos trabalhos da casa, e certamente essa proposta que extingue a CCT deverá ser revista, seja pelo seu próprio e ilustre relator, seja a partir de emendas por nossos pares.

  

Apenas destacando alguns dados e informações relevantes, a CCT foi criada no ano de 2007, a partir do Projeto de Resolução n.º 02 de 2007, e contou com presidentes ilustres, como os senadores Wellington Salgado, Flexa Ribeiro e Eduardo Braga.

  

Inclusive, o senador Lobão Filho foi vice-presidente do nobre senador Flexa Ribeiro, no biênio 2009-2010, e na época de sua criação a Presidência da Casa estava também com o excelentíssimo Senhor Senador Renan Calheiros.

  

Até o presente momento, foram deliberadas pela CCT mais de 4 mil proposições, e também mais de 300 reuniões já foram realizadas, dentre elas aproximadamente 160 audiências públicas, onde recebemos convidados ilustres, e vários Ministros de Estado.

  

Os assuntos aqui tratados são de extrema relevância, e a sua distribuição a outras comissões, que também já possuem pauta volumosa, significará de imediato que temas como o desenvolvimento científico e tecnológico, a inovação, as comunicações e outros, serão deixados em segundo plano.

  

A comunidade científica já se pronunciou contrariamente à medida de extinção da CCT, divulgando inclusive um manifesto assinado por várias entidades no ano de 2013.

  

Caso a proposta prospere, será o Senado brasileiro talvez um dos únicos países mais desenvolvidos a não possuir uma comissão temática sobre ciência, tecnologia e inovação, e também comunicações.

  

Entendemos que o assunto não está esgotado, e por isso mesmo torna-se oportuno trazê-lo à tona justamente na reunião de abertura dos nossos trabalhos, pois é essencial que o plenário o discuta da melhor forma.

  

Vários senadores, inclusive, já se manifestaram contrariamente à extinção da CDH, com o que também concordamos.

Som padronizado para indicar interconexão entre telefônicas

A CCT aprovou ainda, na reunião de hoje, projeto de lei que obriga as companhias telefônicas a emitirem um sinal sonoro padronizado antes de completarem as chamadas para informar aos usuários se haverá ou não despesas de interconexão entre operadoras.

Também foram aprovados 44 projetos de decreto legislativo para outorgar permissão de explorar serviço de radiodifusão em várias cidades do Brasil. A comissão adiou a análise do projeto que declara o programa radiofônico Voz do Brasil como patrimônio cultural imaterial do país.

 

Assessoria de imprensa com agência senado

Foto: José Cruz / Agência Senado

Membranas de un teclado de ordenador

Fue construida por Gustave Eiffel con motivo de la Exposición Universal de 1889 que conmemoraba el primer centenario de la Revolución Francesa. Su construcción duró 2 años, 2 meses y 5 días y fue una auténtica proeza técnica y arquitectónica. "Utopía realizada", hazaña tecnológica, a finales del siglo XIX, un punto culminante de la era industrial. Inmediatamente experimentó un éxito inmenso.

www.toureiffel.paris/fr.html

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, localizada no bairro do Altiplano em João Pessoa, capital do estado brasileiro da Paraíba, foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurada no dia 3 de julho de 2008.

A Estação tem a missão de levar cultura, arte, ciência e tecnologia à população de forma gratuita. Além da proposta cultural, a Estação se apresenta como ponto turístico e cartão-postal da cidade.

Teclado de ordenador

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, localizada no bairro do Altiplano em João Pessoa, capital do estado brasileiro da Paraíba, foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurada no dia 3 de julho de 2008.

A Estação tem a missão de levar cultura, arte, ciência e tecnologia à população de forma gratuita. Além da proposta cultural, a Estação se apresenta como ponto turístico e cartão-postal da cidade.

Babado lá do Trendy Twins!

 

Bem que eu estranhei a impala ter sossegado!

 

Ela é a empresa grande das mais ligadas tecnologicamente a nós, consumidoras comuns!

Eu sei que muitas meninas com blog elogiam a Big Universo, mas eu, que sou carta fora do baralho não tenho contato com eles...

Já a Impala tá lá no orkut e twitter pra quem quiser!

 

Fora que aqui ainda não chegou a Joias Misticas da Risqué nem as Coberturas Transformadoras da Cor da Colorama, mas os Impala Mattefluors chegaram na velocidade da luz!

 

Impala, por favor, se ofereça rapidamente aos distribuidores paraenses porque eu quero comprar horrores de você!!!!

Los Sidecar

 

Sin duda fueron importantes vehículos para ambos bandos durante la Primera Guerra Mundial y Segunda Guerra Mundial, aunque en esta última serían de un uso importante durante los comienzos del Tercer Reich. Cumplieron misiones de reconocimiento, mensajería, y hasta de ataque con grupos de infantería. Los Sidecar van de la mano de la historia de las motocicletas. Es decir, primero se inventó las motocicletas y luego llegó el turno del Sidecar.

 

En este apartado trataré de centrar en una historia breve de los Sidecar alemán, italiano, inglés, americano, japonés y soviético. Será inevitable no hablar de las motocicletas, pero como sabemos muchos al Sidecar lo asociamos con una única forma de motocicleta, y es que en realidad el Sidecar no es más que un carro al lado, y la gran ventaja para algunos fue que era desmontable para así usar solamente la motocicleta en ocasiones especiales. Ofrezco como material de intriga y para los fanáticos, la ficha técnica de los Sidecar más conocidos de los ejércitos antes mencionados.

 

El origen de la palabra “Sidecar” es inglesa, que traducida dice algo así como: “carro al lado”. No es muy común verlas hoy, su época de gloria ya pasó, por eso la moto con sidecar no solo es un clásico del motociclismo mundial sino una historia llena de recuerdos y nostalgia. Como casi todo, el sidecar nació para resolver una necesidad. Esto porque era necesario acomodar un segundo pasajero en las primeras motos, que más parecían una bicicleta que un vehículo con motor.

 

La Primera Guerra Mundial aceleró notablemente el desarrollo del Sidecar, debido a que era muy factible acomodar a un francotirador o a un soldado que sirviera de refuerzo. Al estallar la Segunda Guerra Mundial el Sidecar adquirió de nuevo preponderancia militar: los alemanes con Zündapp y BMW, los italianos con el Gilera "Marte", los ingleses con las BSA y las Norton, los americanos con los Indian y Harley Davidson, a su vez los japoneses con sus RT 97 y los soviéticos con la IMZ M-72, emplearon el Sidecar en todos los frentes, sobre todos los terrenos, helados, barro, nieve, tierra, lagos, etc.

 

Se dice que a fines del 1800 surgió la idea de acomodar a una segunda persona y por qué no una tercera, en esas primitivas motocicletas parecidas a las bicicletas inventadas unos cuantos años antes, lo que llevó luego a la idea del Sidecar. Que se diferenciaba en principio del triciclo, por tener la rueda ubicada más adelante que la rueda trasera de la motocicleta. Así fue que entre los años 1903 y 1904 los Sidecar ya estaban rodando por las carreteras con mucha rapidez y aceptación, siendo el principal mercado a la población acomodada. Los primeros Sidecar estaban hechos de mimbre, lo que los hacía muy ligeros y no resultaban pesados para la motocicleta. Lo cierto es que parecían sillas con ruedas.

 

Las versiones más tempranas de estos dispositivos evolucionaron, los materiales cambiaron y en poco tiempo ya se podían ver Sidecar de madera y acero. Su forma cambio también, tomando la forma de lo que ya conocemos hoy en día. También se buscó que el Sidecar fuera cerrado, lo cual los hacía más seguro e ideal para que todo tipo de personas montaran en el. Hasta entonces, las mujeres y niños no utilizaban el Sidecar, pero con los cambios realizados, los empezaran a usar de forma regular. Como curiosidad, aunque no es común, una de las primeras versiones permitía que la rueda del sidecar también fuera movida por el motor de la motocicleta. Este modelo se utilizó principalmente para las carreras, y el piloto de moto y el pasajero en el Sidecar, tenían que estar sincronizados para hacer las maniobras.

 

Los Sidecar de la Segunda Guerra Mundial tenían un diferente diseño que sus predecesores. El nuevo diseño tenía en sus bajos una estructura hecha de tubos de acero que fortalecía la estructura general, y permitía que aguantara las duras condiciones de la guerra. La compañía inglesa Oakleigh Motor Company, afirma que es la inventora del Sidecar. Este modelo de motocicleta tuvo sus principios cerca del 1900 y trascendió que en ese entonces sus inventores aprovecharon un viejo remolque abandonado que había en el almacén.

 

Aunque existe otra versión de parte de los franceses, quienes sostenían, que el Sidecar tuvo sus orígenes en el año de 1893, gracias a un concurso convocado en ese entonces por un famoso periódico francés, concurso que gano el suboficial Bertoux, quien propuso la implementación de una tercera rueda paralela a la posterior de la moto y con un asiento suplementario colocado en la barra que las uniera y se sostuviera. El Sidecar francés obtuvo un éxito inmediato porque el pasajero no estaba obligado, como en el remolque de los ingleses, literalmente a “tragarse” todo el humo del tubo de escape y sobre todo de lo deficiente que resultaba a la motocicleta.

 

En 1919, luego de la derrota en la Primera Guerra Mundial, comenzó la construcción de motocicletas con Sidecar, primeramente los modelos estaban orientados al público civil, siendo luego utilizadas por el ejército y fuerzas del orden. El pionero fue los Zündapp KS 600, que enseguida es adoptado en el ejército como escolta y para observar el terreno, alcanzaba una velocidad de 135 kilómetros por hora. Pero la joya estaría por llegar con el modelo KS 750.

 

Durante la Segunda Guerra Mundial, las motocicletas con Sidecar, Zündapp KS 750 y BMW R 75 se construyeron especialmente para el ejército alemán (Wehrmacht). Aproximadamente el 70% de las piezas de ambas motocicletas militares son comunes. Era una jugada por los ingenieros y por el alto mando de la Wehrmacht para no diversificar los repuestos. Disponían de soporte para ametralladora MG 13 y MG 14. Delante y detrás del Sidecar.

 

La versión KS 750 con motor bicilíndrico trasversal. Sumaba un cambio a 3 kilómetros por hora, para acompañar la marcha de hombres de la infantería. Además tenía una transmisión de la moto más el Sidecar con diferencial bloqueable: significa que puede bloquear la tracción de la 3ª rueda, cuando circula todo terreno. Fue la primera moto equipada con frenos hidráulicos delante y detrás. Muy apreciada por los Afrika Corps, por su uso era más fácil en busca de bidones de aluminio para el vital recurso del agua y municiones. La suspensión delantera no era telescópica lo que no permitía realizar movimientos verticales perfectamente rectilíneos de la rueda del Sidecar, con relación a la motocicleta.

 

En los años treinta, BMW también se dedicaba a la construcción de motos. El modelo R75 tenía suspensión telescópica delantera, era un verdadero vehículo de guerra. Tanto en el Norte de África, como en la Rusia helada, fue un modelo muy usado. La rueda del Sidecar traccionada, tenía diferencial autoblocante y frenos hidráulicos.

 

Cuatro cambios más la marcha atrás. Junto a la palanca de cambios (también se podían cambiar las marchas con el pie izquierdo), se encontraban los mandos sobre las marchas reductoras (para conducir todo terreno). Fue la moto mas copiada por los ingenieros rusos. Cuando los Alemanes y los Soviéticos hicieron el Pacto de No Agresión. Alemania tenía que ¨ayudar¨ tecnológicamente a los soviéticos. Por ejemplo: dándole los planos de la moto BMW R71. Los alemanes trataron de ocultar su espíritu expansionista casi hasta el final. Aunque regalaron los planos de la R71, fue todo un teatro porque abajo de la manga tenían otra evolución de la R71: con válvulas a la cabeza, 10 marchas y tracción al Sidecar.

 

La nueva R75, que iban para el frente ruso contaban con un sistema que recirculaba aire caliente (no gases del escape) para calentar las manos del piloto y los pies del Sidecar. Aunque las BMW R75, resultaron un problema en los frentes rusos; uno de los factores que más influyó fue su excesivo peso, especialmente cuando tenían que circular por terrenos profundamente embarrados y nevados. En cierta ocasión se supo, que en los alrededores de Stalingrado, muchas tuvieron que ser remolcadas por otros vehículos, al ser imposible quitar la nieve helada que se había acumulado entre las ruedas y el guardabarros. Otras veces quedaron clavadas en las nieves profundas por su peso.

 

Como anécdota, la Wehrmacht pidió que la moto debiera calzar los neumáticos igual que el Volkswagen (4.50x16). El guardabarros no tendría que interferir cuando se arrastraba la moto con una cadena. Con tanque lleno tendría que hacer 350 Km., a 80 Km/h. crucero y máximo de 95 Km/h. Tendría que tener una considerable distancia del suelo así pasara cursos de agua. La carga máxima sería de 500 Kg. Aunque de esto se cumplió la mitad, resultó que la lucha en varios frentes produjo un descontento por este vehículo y para 1943 sus funciones habían sido sustituidas por los vehículos de blindaje ligero y por los semiorugas.

 

El 18 de octubre de 1944 suspende la producción de motos debido al bombardeo de Eisenach del 20 de julio del mismo año. Es tomada primero por los norteamericanos y destruida en un 60%, luego por estar de lado soviético la abandonan y estos últimos empezarían el curso de fabricación y mando de las nuevas motos alemanas. Debido a esto empiezan a mandar motos a Rusia, la última partida de BMW R75 es producida en junio de 1946.

 

Para 1936, la actividad moto ciclística italiana estaba bastante degastada, es por ello que una nueva gama de motos en el sector Sport sale a la luz, se trata de las denominadas "Clubman". La formula era sencilla, se llevaría a cabo la producción en tanto en cuanto al menos 50 modelos se vendieran anualmente.

 

Estas motos se fabricarían bajo las mismas premisas que el resto de motocicletas de “catálogo”, es decir con todo lo necesario para el uso diario de las mismas. En los años venideros, las victorias en competición se convertirían en el motor de marketing más valioso para la historia moto ciclística italiana.

 

En una exhibición en Milán durante el año 1938, la Fábrica Arcore de Gilera, presento un modelo, Special VTE, expresamente diseñado para este tipo de competiciones. El diseño de este motor tan peculiar e innovador, donde toda la mecánica estaba encofrada en una sola pieza, supuso lo que podríamos denominar como el prototipo Saturno.

 

La creación de este peculiar diseño de motor se le atribuye al ingeniero Giuseppe Salmaggi, un auténtico especialista de aquellos años en diseñar motores, realmente rápidos. Cuando se unió a Gilera, Salmaggi ya tenía una considerable experiencia en su haber, proveniente de la marca Sarolea (famosa marca de motos Belga de aquella época).

 

Utilizando como base el motor "Eight Bolts" (La VTGS tenía ese sobrenombre dado por el número de tuercas que fijaban el cilindro al bloque) Salmaggi diseño la Saturno.

 

El comienzo de la Segunda Guerra Mundial impide de todas formas que la fábrica de Arcore saque adelante el desarrollo de la motocicleta. Dada la necesidad momentánea de suplir al ejército italiano con vehículos y motores destinados al uso militar, Gilera, inmediatamente comienza el desarrollo de motores SV para lo que sería posteriormente una de las motocicletas del ejército italiano, la Gilera Marte que sería un disfraz del Saturno.

 

Este modelo con sidecar con tracción también en la tercera rueda, acompañaría a la infantería italiana a todos los frentes, donde, en muchos casos se mostraban más versátiles que sus homónimas alemanas.

 

Primeramente nos remontamos a 1880, cuando el mercado de armas decae en todo Europa y BSA (una de las grandes fábricas de guerra británica a comienzos del siglo pasado) comienza a construir bicicletas y triciclos de pedales. Como los productos BSA son de buena calidad, el negocio prospera y pronto las bicicletas BSA salen al camino con gomas y cámaras. No es hasta 1903 que hacen la primera “motocicleta”. Se trata de un vehículo experimental: a una bicicleta común se le adapta (fijado al cuadro) un motorcito de origen belga, marca Minerva.

 

En 1909 BSA se toma en serio la fabricación de motocicletas y comienza a producir su propia moto, totalmente construida en Birmingham. El motor de cuatro tiempos, tiene un cilindro vertical de 499 cc; las válvulas son laterales y da 31.5 caballos de fuerza (HP). Pronto es sustituida por la conocida como “tanque chato” (Flat Tank), la que se produce desde 1914 hasta 1930.

 

Hubo dos modelos de Flat Tank: K y H, con transmisión por correa y poleas. En 1920, BSA hizo el modelo E, gigantesco, con motor de dos cilindros en V, de 771 cc, para ser utilizado con sidecar, el cual se fabricó durante dos décadas. La BSA contrató a un ingeniero proyectista a principios de los años 20, que había trabajado en la fábrica Daimler. Este ingeniero, Harold Briggs, es el encargado de diseñar nuevas motocicletas. Así, a fines de esa década lanza los primeros modelos deportivos de BSA, entre ellos el popular S 29 súper (1929), con motor inclinado, de válvulas a la cabeza y 493 cc. Esta moto tiene un gran éxito comercial. En 1933 se inicia la famosa serie Star: la B 32 de 250 cc, L 32 de 350 y W 32 de 500.

 

En la segunda mitad de la década del 30, BSA contrata a otro ingeniero, Val Page, quien había sido uno de los fundadores de la marca Ariel y luego trabajó para la Triumph. Al pasar a BSA, diseña el modelo M, con motor de válvulas laterales, que ve la luz en 1937 y las magníficas Empire Star M 23, con máquinas de 350 y 500cc.

 

En 1936, el rearme del Tercer Reich hizo que le diera a partir de ese momento un gran volumen de trabajo a BSA. Cuando se desató la guerra, por esa época la marca inglesa ya contaba con 67 fábricas que producían para la guerra armas y municiones, pero lo más importante es la fabricación de motos en ese período: 126 000 unidades del modelo M 20, de válvulas laterales y 500 cc.

 

Lo cierto es que su modelo M 20 provisto de Sidecar, o en solo, fue el que mayor presencia tuvo en los frentes de combate y en la retaguardia. Posiblemente donde mayor protagonismo bélico tuvo estas motocicletas fuese en los frentes africanos.

 

La segunda marca más conocida entre el ejército aliado y en especial por parte de los ingleses, fue la Norton 16H. Norton es una de las firmas legendarias del motociclismo británico. Su creador fue James Lansdowne Norton, quien la fundó en 1901 con el nombre de Norton Manufacturing Company.

 

Las primeras Norton utilizaban motores de la compañía suiza Moto-Reve o de la francesa Peugeot, y se construían en Inglaterra mediante licencia. En 1907, Rembrandt H. “Rem” Fowler gano el famoso TT de la Isla de Man con una Norton bicilíndrica en V, en la modalidad de dos cilindros, la primera de la conocida competición. El año siguiente, se lanzo al mercado una mono cilíndrica de 633 cc y, en 1911, otro modelo de 490 cc. Hacia 1913, la compañía paso a denominarse Nortons Motors Ltd.

 

Walter Moore, participante en competiciones de sidecar como pasajero, diseño el primer árbol de levas en cabeza Norton antes de dejar la compañía para trabajar para NSU en Alemania. Hacia finales de los años veinte, las motocicletas de carretera Norton se habían quedado anticuadas, por lo que no tardarían mucho en modernizarse. Arthur Carroll sustituyo a Moore en el departamento de diseño, y fue este quien se ocupo de redefinir el diseño del motor Norton.

 

Durante esa década, el catalogo se fue actualizando progresivamente. En 1933 cuando asomaba el Tercer Reich, Norton presento una caja de cambios de cuatro velocidades y, justo antes de la guerra, lanzo los modelos Racing International (modelos internacionales de competición), que también se conocieron con el nombre de motocicletas Manx Grand Prix, y en cuyas conocidas características se baso la Max Norton, posterior a la guerra.

 

La Norton 16H era una motocicleta mono cilíndrica de válvulas laterales cuya historia se remontaba a 1911. Había sido concebida en los años veinte como moto deportiva, para después modernizarse en los años treinta. Inicialmente, el motor mono cilíndrico de 490 cc estaba equipado con una caja de cambios de tres velocidades, que en 1935 se aumento a cuatro. La 16H de 1937 era considerada la mejor motocicleta desde el punto de vista militar, por lo que el ejército británico adquirió 100.000 unidades.

 

En 1903, William S. Harley, y su amigo Arthur Davidson fundaron la marca de motocicletas H y D. Utilizaron sus propios diseños y el patio trasero de la familia Davidson como taller. Entre 1903 y 1905, construyen la primera moto, mono cilíndrico, 160 cc y 3 HP de potencia. En 1909, fabrican la emblemática 5 ± DV ± TWIN. Motor V- Twin 45º, 810 cc, 7 HP. Bastidor: HD, encendido por magneto. Neumáticos radiales. El sidecar se hizo por primera vez a disposición de los clientes de Harley-Davidson en 1914 y seguirá siendo parte del orgullo de la historia de la Compañía.

 

Cuando estalló la Primera Guerra Mundial, la Indian Motorcycle Company, principal competidora de la Harley-Davidson, tuvo que vender toda su producción al ejército, de modo que las Indian estuvieron ausentes del mercado durante los cuatro años de guerra. La Harley-Davidson vendió igualmente una parte de su producción a las fuerzas armadas, pero gracias a las buenas relaciones que William Harley tenía con el Pentágono, la sociedad logró mantener su presencia comercial. Al final del conflicto, la Indian había perdido todo su empuje en el mercado, mientras que su competidora era la empresa dominante en ese terreno.

 

En la década de los veinte ya se habían convertido en la mayor constructora de motocicletas a nivel mundial, estando presentes en 67 países distintos. Pero con la llegada de la Gran Depresión, en 1929, la producción de Harley Davidson cayó en picado, por lo que tuvieron que adaptar modelos y métodos de fabricación a los nuevos tiempos.

 

Al término de este periodo, y como una de las únicas marcas supervivientes de la industria, Harley Davidson volvió a lograr un contrato con el ejército norteamericano, en ésta ocasión para suministrar motocicletas durante la Segunda Guerra Mundial lo que la llevó a una nueva edad de oro. Los pasos de la Harley Davidson seguían un camino distinto al adoptado por las marcas europeas. Mientras éstas buscaban obtener mayor potencia a través de complicados estudios de diseño, la Harley Davidson conseguía los mismos resultados aumentando sucesivamente la cilindrada de sus máquinas.

 

El modelo E-61 nace en 1936 y es la creación del genial Bill Harley ayudado por su equipo de ingenieros:[/b] Bill Ottaway y su propio hijo William J. Harley. En 1941, poco antes de que Estados Unidos entrase en la guerra, la Harley Davidson había lanzado un modelo con válvulas en cabeza y 1208 c.c., precursor de los modelos que aparecieron después de la contienda, destronando al motor de válvulas laterales.

 

Mientras tanto la Indian fundada dos años antes por George M. Hendee y C. Oscar Hedstrom en Springfield, Massachusetts, en 1916 La Powerplus es la primera Indian en usar un motor con válvulas laterales, reemplazando el original diseñado por Hedstrom. Las competiciones son suspendidas por Indian una de las causas es el suministro para el ejercito 41.000 máquinas. La tensión en la producción y los crecientes costes dejan a Indian en un estado penoso al finalizar la Primera Guerra Mundial. En 1928 se comercializa una de las Indians más populares, la 101 Scout.

 

Con el principio de otra guerra mundial, el enfoque cambia de nuevo y se dirige a proveer al departamento de guerra con motocicletas motivo por el cual los comerciantes de Indian son forzados a luchar una vez más. En 1939 el gobierno de Francia pide 5000 Chiefs con sidecar. La compañía recibe el premio de producción militar naval por sus logros en la producción de equipamiento para la guerra. Los modelos militares de Indian incluyen la 640ª de 500 c.c., la 640B de 750 c.c., y la experimental 841 con un motor V-Twin a 90º. Treinta años después el diseño de este motor aparecería en la casa italiana Moto Guzzi.

 

Durante los años veinte del siglo pasado, con el boom de las exportaciones, la marca de Milwaukee creó la Harley-Davidson Sales Company de Japón, con toda una red de distribuidores, agencias y puntos de venta de repuestos. La firma de Milwaukee, Wisconsin, pronto obtuvo una gran reputación en el país del sol naciente, lo que le llevó a convertirse en la moto oficial de la policía estatal. Con el desastre de Wall Street en 1929 y el yen muy afectado por la recesión económica, las exportaciones de Harleys prácticamente se hundieron. Fue entonces cuando Alfred Childs, director del proyecto Harley en Japón, se hizo la pregunta obvia: ¿Por qué no fabricar aquí la Harley?

 

La casa matriz al principio se mostró escéptica, pero fue tal la insistencia de Child que no tardó en empezar a funcionar la fábrica ultramarina de Harley Davidson en Shinagawa, cerca de Tokio. Esta planta, que contaba con las herramientas, planos, proyectos y los conocimientos de la marca de Milwaukee, se convirtió por entonces en la fábrica más moderna del mundo.

 

Así para finales de ese año, la fábrica japonesa se había hecho con las licencias de fabricación del motor V-Twin de HD de uno de sus modelos obsoletos, que ya no se encontraban en la gama de la marca Americana. Pero Harley no solo vendió los derechos sobre los planos del motor, en el contrato, se incluían herramientas de fabricación y varios de sus ingenieros se desplazaron hasta Japón para enseñarles las técnicas y secretos que escondían los motores americanos de aquella época. Al principio muchos de los componentes se importaban, pero en 1935 Shinagawa ya fabricaba motocicletas completas, principalmente el modelo VL de dos cilindros en V, válvulas laterales, tres velocidades y 1.216 c.c.

 

Las primeras unidades fabricadas por Rikuo Co. Ltd (también conocida como Sankyo, durante otro periodo), fueron las Rikuo Modelo 97 destinadas al Ejército Japonés, y posteriormente, se convirtió en la moto insignia de los militares nipones. Para entonces, se empezó a adaptar la renovada Harley Nipona, para el uso militar, y se dio comienzo por la inclusión de un Sidecar. La Rikuo rindió la mayor parte de su servicio en el frente Chino, actuando como medio de transporte asemejado al Jeep "Willys" americano. Labores de "Scout" y suministros así como de escolta cuando estaba equipada con la ametralladora type 11 con la que salía de fábrica.

 

Si bien hay que destacar que las Rikuo no tuvieron una presencia importante en campos de batalla, no eran utilizadas con la mentalidad, quizás más europea, del Sidecar de combate. Esto bien puede verse justificado, por el hecho de que, el ejército japonés contaba con gran número de vehículos ligeros blindados que ofrecían mejores prestaciones, tanto de combate como tácticas.

 

Por otro lado, la mayor parte de la ofensiva contra Japón se desarrolló en las islas del Pacifico, muchas de las cuales por su geografía (mucha colina escarpada, jungla frondosa, clima tropical, etc) hacía imposible la movilidad con una Type 97. Así que podemos decir que se vio relegada a meras labores de patrulla fronteriza, abastecimiento, escolta, etc. en el Norte de China y Manchuria que fueron los principales frentes nipones en el continente asiático. Pero siempre lejos de los principales focos de batalla.

 

El nacimiento de la M-72 es sin duda un capítulo importante en la historia del ejército ruso durante la Segunda Guerra Mundial. Su creación parte de la urgente necesidad del ejército de poder disponer de un vehículo para reconocimiento y ataque ligero. La historia de la M-72 es también la historia de dos importantes hitos en la industria rusa. Tras investigar en busca del vehículo más adecuado para el ejército rojo, finalmente Stalin aprueba la producción en masa de la M-72, todo comienza en Moscú en el año 1941. A finales de ese año, debido al rápido avance del frente enemigo, y las posibilidades de bombardeo por el ejército alemán, la fábrica fue movida a la pequeña población de Irbit, ubicada en la zona de los montes Urales, nace IMZ (URAL).

 

Las hipótesis sobre como los rusos comenzaron a fabricar esta motocicleta varían, evidentemente los rusos argumentan que fue botín de guerra, se importaron mediante terceros países unas cuantas unidades de las BMW R-71 y se realizo un proceso de contra-ingeniería (ingeniería inversa), copiando según ellos la BMW original. Las limitaciones de tiempo y de tecnología, la perfección de las "copias" rusas y muchos otros detalles hacen pensar que en realidad la M-72 fue fruto de la colaboración entre Alemania y Rusia. El ministro Molotov, bajo las ordenes de Stalin, cerro un acuerdo con el ministro alemán Ribbentrop, por el cual Rusia aportaría a Alemania oro y las materias primas que tanto necesitaban para poder continuar la guerra, y Alemania aportaría tecnología moderna a los soviéticos.

 

Es mucho más creíble que simplemente Alemania cediera a los soviéticos la maquinaria y los planos para fabricar las R-71 en Rusia, que intentar creer que los rusos invirtieron la gran cantidad de tiempo y dinero necesarios para poder realizar una copia de una moto "robada", con partes muy complejas, teniendo en cuenta además que de haber sido un proceso de ingeniería inversa, los rusos hubieran podido simplificar algunas de las partes de la BMW que tenían una dificultad de fabricación alta, en cambio los soviéticos siguieron las especificaciones de BMW coma por coma, produciendo una verdadera BMW R-71 rusa.

 

Como se vio, el trato hacia el Sidecar por parte de los ejércitos fue aumentando con el pasar del tiempo y ganándose la confianza de varios soldados. Aunque a decir verdad la historia este muy relacionada con la motocicleta, el Sidecar era tan antiguo como la propia moto, su éxito rotundo fue durante la Primera Guerra Mundial como solución al elevado precio de los automóviles de la época, haciendo del ingenio el método más económico y eficiente para transportar personas y cargas. Después de la Segunda Guerra Mundial hacia los años 50, cuando todavía los Sidecar estaban de moda y rodaban por todas las calles con todo su esplendor, empezó a bajar la producción tal que para finales de la década del 50 se producían ya la mitad de estos, hasta desaparecer más adelante para la venta comercial.

 

El Sidecar fue durante mucho tiempo un gran símbolo de poder económico, pero con el paso del tiempo fue perdiendo presencia en el mundo de las dos ruedas, debido a todos los cambios tanto aerodinámico, de confort y de la parte mecánica que se fueron presentando a medida que pasaba el tiempo. Sólo los nostálgicos y algunos coleccionistas mantienen vivo el espíritu de la clásica Sidecar. Lo cierto es que aunque ya no son tan comunes como antes, todavía los podemos ver, particularmente en carreras de motos con esta variante. La coordinación entre el motorista y el pasajero del Sidecar hace que estas carreras sean interesantes de ver.

 

Bibliografía

  

diariomotocicleta.blogspot.com.ar

www.taringa.net/

es.wikipedia.org/

www.demotociclismo.com.ar

ruedasuruguayas.com

www.motosrusas.es/

www.puntoclasico.com.ar

tres-ruedas.mforos.com

Revistas “El Garage” y “La Moto”

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O cruzamento do ontem com o amanhã!

14 Bis na Praça Mauá, junto ao Museu do Amanhã.

 

Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã foi erguido no píer em meio a uma grande área verde. São cerca de 30 mil metros quadrados, com jardins, espelhos d'água, ciclovia e área de lazer. O prédio tem 15 mil m² e arquitetura sustentável. O projeto arquitetônico, concebido por Calatrava, utiliza recursos naturais do local - como, por exemplo, a água da Baía de Guanabara, utilizada na climatização do interior do museu e reutilizada no espelho d´água. Calatrava disse que se inspirou nas bromélias do Jardim Botânico do Rio de Janeiro ao projetar o edifício.

O projeto do Museu do Amanhã foi totalmente inspirado pela paisagem da zona portuária e da Baía de Guanabara. Como parte integrante do Projeto Porto Maravilha, foi feita a demolição do Elevado da Perimetral no intuito de revitalizar a região portuária do Rio. No telhado da construção, grandes estruturas de aço, que se movimentam como asas, servem de base para placas de captação de energia solar. Com isso, o Museu do Amanhã busca a certificação Leed (Liderança em Energia e Projeto Ambiental), concedida pelo Green Building Council (USGBC).

A pretensão do Museu do Amanhã é inaugurar uma nova geração de museus de ciências no mundo, sendo considerado "de terceira geração", com uma concepção que o posiciona como o primeiro museu global de "terceira geração". A "primeira geração" de museus é voltada para os vestígios do passado, como os museus de história natural. A "segunda geração" busca difundir as evidências do presente, como os museus de ciência e tecnologia. A "terceira geração", destina-se a expor as mudanças, perguntas e a exploração de possibilidades futuras para a humanidade. É neste último conceito que se encaixa o museu carioca.

Reprodução e uso sem autorização proibidos ® Todos os direitos reservados, 2016, Alexandre Zoppa.

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La commessa di Bip computer: un motivo in più per informarsi sulle nuove tecnologie

www.amicidelgiovedi.splinder.com

"O desenvolvimento científico e tecnológico, a comunicação instantânea e a crescente utilização da informática são condições fundamentais para a aceleração do desenvolvimento econômico e social do Brasil.

  

Trata-se de uma questão estratégica à qual o governo e o setor empresarial, priorizando as áreas de ciência, tecnologia, informática, pesquisa e inovação, devem ampliar ao máximo o esforço para superar o preocupante atraso em que o Brasil se encontra em relação a tais setores.

  

Realizado esse trabalho, ao qual me dedico como presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, estaremos contribuindo para a adoção de políticas públicas que permitirão aumentar nossa competitividade e construir um modelo de desenvolvimento sustentável, como acontece com as economias avançadas.

  

Investimento em tecnologia tem retorno garantido. Devemos investir sempre mais, em recursos e educação tecnológica. O Congresso vai participar com a agilização de mecanismos legais para acompanhar o desenvolvimento tecnológico, possibilitando mais rapidez entre os avanços alcançados e seu aproveitamento prático.

  

Vamos responder ao desafio da massificação dos serviços de banda larga, o verdadeiro mecanismo de comunicação da época moderna. Precisamos, igualmente, trabalhar para a solução dos conflitos de interesses entre provedores de conteúdo e prestadoras de serviços de telecomunicações. Sem perder o foco no lado geralmente esquecido dessa questão, embora o mais importante, que é o usuário.

  

Na verdade, o setor de informática no Brasil ainda é muito inferior aos padrões daqueles dos países desenvolvidos, e seus custos operacionais e de fornecimento de serviços ao mercado consumidor, mais caros. Assim como é elevado o índice de reclamações dos usuários sobre a qualidade dos serviços prestados. Vamos trabalhar para superar tal deficiência e cuidar do incremento da velocidade da rede em nosso país".

  

(Zeze Perrella para o Jornal Estado de Minas)

El casco electrónico con el que vuelan los pilotos de Eurofighter supone un gran salto tecnológico a la hora de tener que afrontar cualquier combate aéreo.

Símbolo de una época de innovación, la E-2803 formó parte de una generación de locomotoras que representó el primer esfuerzo de Ferrocarriles en reemplazar la tracción a vapor. A 100 años de las gestiones realizadas para su llegada a Chile, vale la pena repasar el trabajo de aquellos que hicieron posible la llegada de una generación de equipos de tracción que representó el máximo estándar tecnológico a nivel mundial en su época.

 

(I) El contexto

Desde la creación de la Empresa de los Ferrocarriles del Estado en 1884 el servicio se vio afecto a constantes cuestionamientos por parte de la opinión pública, principalmente desde las aristas financieras, administrativas y operativas. Sólo 11 años después de su creación, en 1895, se presentó el primer déficit de explotación, dificultades financieras sobre las que se consideraba que las sucesivas administraciones de la empresa, durante el siglo XIX, no aplicaban medidas eficientes, sobre todo respecto a dotar a la infraestructura ferroviaria de las modernizaciones y equipamiento necesario para cubrir adecuadamente la demanda de tráfico. La problemática general, y que se presentó insistentemente una vez iniciado el siglo XX, es que la capacidad ferroviaria era insuficiente. Al respecto, el connotado ingeniero Raúl Simón Bernard en “La situación Económico – Política de los Ferrocarriles del Estado” señala que “nuestro material rodante es, en gran parte, anticuado, heterogéneo, sin frenos, con un sistema de enganche inconveniente, sin instalaciones ni maestranzas adecuadas, etcétera.”

 

Es preciso destacar las transformaciones que promovieron los directores generales de los Ferrocarriles del Estado una vez iniciado el siglo XX, sobre todo con el belga Omer Huet, quien fuera director en los períodos 1899 – 1902 y 1907 – 1909 y Juan Manuel Valle en el período 1909 – 1910, quienes perfeccionaron notablemente la organización de la compañía en materia Recursos Humanos. Pero fue el alemán Franz Dorner, director en el período 1910 – 1911, quien propuso un fuerte Plan y de Obras y Adquisiciones, el que finalmente no obtuvo el apoyo político requerido.

 

Mientras la red ferroviaria vivía la mayor expansión jamás vista en su historia, en equipos de tracción e instalaciones no sucedía lo mismo, hasta que, en enero de 1914, siendo director Alejandro Guzmán, se promulga una Ley de Reorganización de los Ferrocarriles del Estado que contenía Plan de Obras y Adquisiciones Extraordinarias, basado fundamentalmente en las propuestas de Franz Dorner. No obstante, debido a la materialización de la Primera Guerra Mundial el Plan se vio en gran medida entorpecido, pero no en su totalidad: producto de dicha reorganización se autoriza e inicia la construcción de la emblemática Maestranza San Bernardo.

 

La “Gran Guerra” fue una variable que se añadió como un agravante más dentro del conjunto de problemáticas que afectaban a los Ferrocarriles del Estado, sobre todo considerando que, según nos indica Raúl Simón en su estudio, “la empresa debía comprar en el extranjero sus locomotoras, equipo, rieles, lubricantes, combustibles, etc.” El corte de los puentes Teno y Achibueno en 1919 y la huelga carbonífera de 1920, fueron elementos que agregaban complejidad a una situación que no admitía otra medida más que una profunda restructuración.

 

No obstante, una de las variables que más agobiaba a los Ferrocarriles del Estado a fines de la década de 1910 era el precio del carbón, el que en gran medida era importado: en 1913 un 45,17% del carbón consumido se compró en el extranjero y el carbón nacional de igual forma se veía influenciado por el precio internacional. En 1917 año en que hubo una utilidad líquida de $2,3 millones, el precio promedio de la tonelada de carbón era de $35,87, y al año siguiente, en que el precio subió abruptamente a un $58,36 la tonelada, se presentó una áspera pérdida líquida de $7,7 millones en la explotación. En 1920 el mayor gasto de la empresa correspondió precisamente a carbón, hechos que motivaron a la empresa a buscar una fuente diferente de energía para sus locomotoras.

 

La respuesta a esta compleja situación fue el “Plan de Obras y Adquisiciones extraordinarias para los Ferrocarriles del Estado” plan propuesto por el director de la compañía en el período 1918 – 1924 Manuel Trucco Franzani.

 

(II) El Plan de Electrificación

Corresponde a los ingenieros de Ferrocarriles del Estado Rafael Edwards Sutil y Ricardo Solar Puga la realización de los estudios que justificaron la utilización de la tracción eléctrica por sobre la tracción a vapor, los que se entregaron en noviembre de 1918 al director Trucco. Inmediatamente aceptados dichos estudios por la dirección de la empresa, se creó la “Oficina de Electrificación” liderada igualmente por los hombres de la electricidad: Edwards Sutil y Solar Puga, con el objetivo inicial de establecer el “Pliego de Condiciones”: parámetros esperables de cumplimiento en el plan de electrificación tanto para las locomotoras como subestaciones eléctricas. El espíritu original del proyecto era electrificar la totalidad de la red sur, no obstante, se recomendó ejecutar el trabajo por zonas para no dejar fuera de servicio gran cantidad de material a vapor en buenas condiciones de funcionamiento. El contundente tráfico de la Primera Zona (Santiago – Valparaíso) justificó iniciar los trabajos en este tramo.

 

Una vez aprobado el “Pliego de Condiciones” por la Dirección General de FF.CC del Estado se resolvió enviar en el año 1919 a los ingenieros involucrados en los estudios iniciales a Estados Unidos, para interiorizarse en las condiciones de explotación técnica y económica de las principales líneas electrificadas, particularmente del “Chicago – Milwaukee Saint Paul Railroad”, quien iniciara la operación electrificada en 1914, justificada por la imposibilidad de operar locomotoras a vapor en los pasos montañosos con temperaturas a – 40 °C. La comisión consideraba que las vías del Chicago – Milwaukee eran comparables a la Primera Zona en gradientes y naturaleza del tráfico.

 

El mismo año 1919 en que la comisión de electrificación de Chile se encontraba visitando el Chicago – Milwaukee, éste se encontraba realizando pruebas sobre las recién construidas locomotoras “EP-3”, gigantescas máquinas de 27 metros de largo que empleaban 3.000 Volts. corriente continua, construidas por la Baldwin Locomotive Works en alianza con Westinghouse, quien aportó los elementos eléctricos. Fue la primera y última oportunidad en que el Chicago – Milwaukee adquirió locomotoras eléctricas de la alianza Baldwin – Westinghouse, posiblemente debido a que las EP-3 fueron un completo desastre para la compañía, sumado a múltiples errores en el diseño eran susceptibles a descarrilamientos, en donde su excesivo peso agravaba las consecuencias, y las sucesivas reconstrucciones a que se vieron expuestas no surgieron efecto al no lograr que cumplieran con los estándares de servicio. Todas se encontraban retiradas en la década de 1950 y hoy ninguna EP-3 sobrevive.

 

No obstante, la visita al Chicago – Milwaukee con las recién puestas en servicio EP-3, ejercieron profunda influencia sobre los ingenieros de la comisión chilena de electrificación y determinaron que se aceptara la propuesta de electrificar el ferrocarril Santiago – Valparaíso con materiales y equipos de tracción de la alianza Baldwin – Westinghouse, desechándose propuestas de la General Electric (USA), de Siemens (Alemania) y de Ateliers de Construction Oerlikon (Suiza). Fue tan significativa y trascendental la influencia estadounidense al precisar que el proyecto fue preparado con la colaboración del ingeniero del Chicago – Milwaukee el señor R. E. Beeuwkes.

 

(III) Implementando el Pliego

El contrato fue firmado con “Errázuriz Simpson y Compañía” e incluyó la implementación completa para la operación eléctrica del ferrocarril: construcción de las Sub estaciones eléctricas, línea de alimentación (incluyendo soldadura de eclisas en los rieles y modificación del tendido telegráfico y telefónico), las locomotoras y equipamiento del taller eléctrico de la Maestranza Barón, en consideración que, además de considerarse la mantención en dicha maestranza se dispuso que el armado una vez arribadas las locomotoras se realizara en dicho lugar.

 

Fueron de tal trascendencia la ejecución de los trabajos de electrificación que se dispuso de la presencia de un representante autorizado de Ferrocarriles del Estado en New York para la “vigilancia e inspección de las maquinarias, materiales y aparatos destinados a las obras contratadas. Este representante presenciará los ensayos y verificaciones efectuadas en la fábrica con el fin de constatar si los elementos contratados cumplen con las condiciones garantizadas por el contratista en su propuesta”, según indica el contrato firmado entre Ferrocarriles del Estado y Errázuriz Simpson y Compañía.

 

La E-2803 en particular ingresó al servicio el año 1922, como parte del primer arribo de 6 locomotoras catalogadas como “tipo expreso”, de 115 toneladas, 2.250 HP, disposición de ruedas 1-C-C-1 y 17,83 metros de largo (considerablemente menos que las “EP-3”). El resto del parque eléctrico que ingresó a servicio en 1922, lo compuso 11 locomotoras de trenes locales de pasajeros (E-2501 a E-2511), 15 locomotoras de carga (E-2001 a E-2015) y 7 locomotoras de patios (E-2301 a E-2307). El éxito de las locomotoras tipo E-28 condujo a la compra de 4 ejemplares más en 1930. Las 43 locomotoras eléctricas lograron desplazar de servicio regular a 132 locomotoras a vapor, entre las que se encontraban las recientemente adquiridas en 1919 Mikado Tipo 70 y ejemplares de la época de construcción del ferrocarril. No obstante, en enero de 1933 aún seguían en operación 25 locomotoras a vapor para servicio de lastre, auxiliadoras y servicio en vías no electrificadas.

 

Por su parte, los trabajos de electrificación fueron inaugurados por partes, concluyéndose primero el tramo Mapocho – Til Til el 14 de julio de 1923, siguiéndole Til Til – Llay Llay y finalmente Llay Llay – Puerto, inaugurándose el servicio electrificado el 10 de octubre de 1924. Suministraban electricidad 5 subestaciones: Quilicura, Rungue, Llay Llay, San Pedro y Viña del Mar, quienes recibían energía alterna desde la red de la Compañía Chilena de Electricidad Ltda. Como parte de las obras también se incluyó la electrificación del ramal Llay Llay – Los Andes.

 

Si bien la electrificación no tuvo su causa origen en la reducción de los tiempos de viajes sino en el precio elevado del carbón, estableciéndose en el pliego de condiciones que “la velocidad comercial de los trenes de pasajeros (…) deberá ser conservada o mejorada en el proyecto”, si lograron reducirse los tiempos de viaje, disminuyéndose en un 16% el tiempo de viaje de los trenes expresos, en un 26% el de los ordinarios y en un 56% los directos de carga. También hubo impactos sobre el personal: en 1923, último año de explotación a vapor, se requerían para la Primera Zona 320 trabajadores entre maquinistas y fogoneros, reducido a 199 en 1933.

 

(IV) Conclusiones

La importancia de la implementación de la electrificación en la Primera Zona constituyó un hito de inflexión en el desarrollo de las ciudades que atiende: facilitó el proceso de urbanización de las ciudades vecinas a Valparaíso, razón que gatilló la posterior adquisición de los automotores A.M-Alemanes, sirvió de estímulo para la industria generadora de electricidad y significó en algunos poblados un suceso revolucionario, como en Montenegro en donde el único lugar con electricidad era la Estación de Ferrocarriles.

 

Hoy de toda la generación 1922 que inauguró la electricidad por sobre las vías de Ferrocarriles del Estado, la única sobreviviente es la E-2803, que conserva intacta su señorial aspecto y su presencia impulsadora de cambios e imposición de conceptos revolucionaros para el progreso industrial y demográfico. Declarada Monumento Histórico Nacional, se conserva celosamente guardada en la Casa de Máquinas Diésel de la Maestranza San Eugenio, manteniendo vigente los nombres de los visionarios que hicieron posible su llegada, los destacados Rafael Edwards Sutil y Ricardo Solar Puga.

 

Foto y texto © Alfredo Navarro Recabal

Calouste Gulbenkian Museum, Lisbon, Portugal

 

Material: Vynil on aluminium

Collection: Calouste Gulbenkian Foundation, Modern Collection

Inv.: 14E1757

 

BIOGRAPHY

 

João Louro was born in 1963, in Lisbon, where he lives and works. He studied architecture at the University of Lisbon and painting at the Ar.Co School of Visual Art. João Louro’s body of work encompasses painting, sculpture, photography and video.

 

João Louro’s work descends from minimal and conceptual art, with special attention to avant-garde movements of the early twentieth century.

 

It draws out a topography of time, with references that are personal but mainly they are generational. With regular recourse to language as a source, as well as the written word, he seeks a review of the image in contemporary culture, starting out from a set of representations and symbols from the collective visual universe.

 

Minimalism, conceptualism, Pop culture, structuralism and post-structuralism, authors such as Walter Benjamin, Guy Debord, Georges Bataille and Blanchot as well as artists like Donald Judd and the ever-present Duchamp, form the reference lexical universe of the artist.

 

He was the Portuguese representative at the Venice Biennale of 2015, with the exhibition I Will Be Your Mirror | Poems and Problems.

 

PDF CV (inglês)

 

SOURCE: joaolouro.com/about/

 

ENTREVISTA A JOÃO LOURO POR ISABEL NOGUEIRA

 

João Louro tem patente uma exposição na Galeria Vera Cortês, intitulada A Mosca de Lindbergh, um trabalho que toma como ponto de partida o voo transatlântico solitário de Lindbergh, de Nova Iorque a Paris, tendo por única companhia uma mosca, cujo incomodativo zoar devia ajudá-lo a manter-se desperto na longa viagem.

 

Nos últimos tempos, Louro inaugurou também um project room no Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia/MAAT — Linguistic Ground Zero —, no qual se destaca uma reprodução de Little Boy, a primeira bomba atómica da história, lançada em 1945 sobre Hiroxima. O pormenor que torna a peça ainda mais inquietante prende-se com a alusão às inscrições que os soldados faziam nas bombas. Agora, nesta obra, as inscrições referem-se à arte, à política, às vanguardas, elas próprias advindas etimologicamente de avant-garde, termo militar de origem medieval. E tudo faz sentido. As questões da palavra, da imagem, ou as referências histórias e cinematográficas estão, uma vez mais, a pontuar o trabalho de João Louro.

 

Isabel Nogueira (IN): O que representam, para ti, estas últimas exposições: A Mosca de Lindbergh e a também ainda patente Linguistic Ground Zero?

 

João Louro (JL): São dois temas diferentes mas que, de alguma forma, se ramificam e se juntam num troco principal. A primeira, no MAAT, surgiu a propósito da questão da linguagem, que é um assunto que ando a perseguir há muito tempo e que não está terminado, sendo sempre revisitado. Para o efeito, estabeleci uma série de trabalhos, escrevi um manifesto com 100 aforismos e continuo a desenvolver a tese de que dentro da letra há poder atómico. Continuo nessa investigação. Temos vestígios de que isso acontece, sobretudo quando lemos grandes escritores. Nós sabemos que a palavra tem um poder muito forte, portanto, imagino que dentro da própria letra existe um poder incomensurável. Essa é a investigação que está associada à exposição do MAAT, que vem de trás, isto é, o tema da linguagem.

 

A segunda exposição — A Mosca de Lindbergh — tem que ver com outra tese que se relaciona com a questão da forma. Acho que a forma é a última instância do conteúdo. Creio que a exploração da forma tem que ser tratada de um modo mais elaborado. A forma — o design — basicamente nasce a partir do século XIX, sobretudo depois da Revolução Industrial e das suas consequências. Um longo historial de acidentes com as máquinas, nomeadamente com as máquinas de tecelagem, fez perceber que estas tinham que ser protegidas e, ao serem protegidas, desenvolveu-se uma espécie de capa do mecanismo que assinalou o nascimento do design. Esta capa é a última instância do conteúdo. É isso que tento desenvolver nesta exposição, a partir do avião que Lindbergh pilota. A forma do avião é a consequência de uma séria de questões de conteúdo e serve-me de pretexto para reflectir sobre a problemática da forma e do conteúdo.

 

IN: Continuando nesta questão da forma, remetendo para a tua formação em arquitectura e evocando também Adolf Loos, nomeadamente a obra Ornamento e crime, o teu trabalho é profundamente depurado e parece haver uma procura de um mínimo de ruído.

 

JL: Sou filho da arte minimal e da arte conceptual, e a minha formação está muito marcada por elas. Todo o artista tem as suas referências. Comecei a ser artista profissional nos anos 90 e os ensinamentos que recebi e que se estabeleceram como referências foram os das escolas mais depuradas da arte. Sim, há uma fuga ao excesso, ao expressionismo, à metafísica, e ao ruído, de facto. Pretendi sempre escapar dessa consequência dos anos 50 americanos, fruto, como sabes, das imigrações do período da II Guerra Mundial [expressionismo abstracto ou “Escola de Nova Iorque”]. Willem de Kooning, por exemplo, interessava-me menos do que a altura que se seguiu, na qual o mundo da arte levou uma “vassourada” e começou a ser limpo, depurado. Isso marcou-me muito. A escola de arquitectura é uma escola que considero muito particular, porque há um saber multifacetado. Aprende-se a desenhar, a fotografar, a pensar.

 

IN: Aprende-se Escala.

 

JL: Sim, aprende-se escala, aprende-se cor. São ensinamentos importantes que possuem uma vertente conceptual e também uma vertente prática. Há na arquitectura uma actividade de limpeza e de estratificação.

 

IN: Quando percebeste que querias ser uma artista plástico e não um arquitecto?

 

JL: Era inevitável. Nunca quis bombeiro, astronauta ou polícia. A coisa — e ainda hoje — que eu mais anseio e desejo é a liberdade. A liberdade é a coisa mais importante e eu não conhecia um universo mais livre do que o da arte. Era, portanto, inevitável que fosse cair lá. Havia uns antecedentes. A minha Avó, que era professora, era pintora de fim-de-semana. Eu era criança e olhava para o que ela fazia. A minha Tia também desenhava muito bem. Havia ali qualquer coisa que me fazia viajar. A arte tem uma característica que a diferencia de todas as actividades humanas. A arte tem o cliente — se o tiver —depois e não antes. Um médico, um engenheiro, um arquitecto têm um cliente antes.

 

IN: Mas na arte, por exemplo, no Renascimento e da Época Moderna em geral havia os grandes encomendantes.

 

JL: Sim, os Médici, entre outros. Os grandes patronos eram os sponsors da actividade do artista, mas não delimitavam completamente o seu trabalho e o que ele queria fazer. Por exemplo, um tema em particular podia ser tratado à maneira do artista.

 

IN: Por curiosidade, chegaste a trabalhar em arquitectura?

 

JL: Trabalhei com alguns gabinetes de arquitectura, mas sabia que não queria ficar preso a um estirador. A minha vida estava dedicada ao universo da arte desde pequeno. Quando era miúdo, achava muita piada ao universo dos surrealistas por causa da fantasia e da loucura. Sofro um bocado de anacronismo. Depois, mais tarde, quando era adolescente comecei a perceber que o que me interessava mesmo eram as vanguardas, que são o nascimento das coisas. Interessava-me muito o dadaísmo, depois a vanguarda russa.

 

IN: Por acaso acho que a vanguarda russa tem aspectos próximos do teu trabalho.

 

JL: Sim, mas a vanguarda russa é mais restritiva e mais contida, enquanto o dadaísmo procura contrariar o ritmo do seu tempo.

 

IN: Referia-me à vanguarda russa em termos plásticos. A plasticidade de Rodchenko ou de Malevitch.

 

JL: Sim, plásticos sim. Do ponto de vista da atitude, os dadaístas interessam-me, sobretudo, porque o tempo desse momento provocou o aparecimento do próprio dadaísmo. Provavelmente não teria acontecido se não existisse a I Guerra Mundial. Este aparecimento de um movimento que contraria o ritmo burguês, a tecnologia, a loucura expansionista...

 

IN: Que contraria os nacionalismos.

 

JL: Exacto. Que contraria tudo o que representava o tempo presente. O dadaísmo é uma consequência do tempo e isso liga-se a algo importante, que é o facto de a grande característica do artista é saber ser do seu tempo. O artista do seu tempo tem que estar dentro da conversa do seu tempo.

 

IN: Dividiria sobretudo o teu trabalho em linguagem e em imagem, embora estejam as duas naturalmente conectadas. Além de Walter Benjamin ou de Wittgenstein tens outras referências importantes?

 

JL: Sim, por exemplo, Aby Warburg. Há figuras do início do século [XX] que são absolutamente fundamentais, sobretudo, porque o princípio do século foi o momento crucial para percebermos as nossas raízes. Não desejo ir para trás, para o impressionismo. Os antepassados do que falo nascem nas vanguardas. E todas estas personagens que povoam esta época fazem com que haja uma inclusão de determinadas expressões. Se não percebermos a vanguarda teremos dificuldade em perceber a contemporaneidade.

 

IN: Em relação especificamente à imagem, há uma reflexão, até irónica, sobre a própria imagem. É o caso da tuas blind images.

 

JL: Sim, mas não lhe chamaria ironia. É mais uma decepção. Comecei a fazer as blind images por causa de uma decepção. Já têm alguns anos e hoje a decepção seria ainda pior, pois aconteceu pelo excesso de imagens. Temos imagens a mais. Com os telemóveis todas as pessoas fotografam e registam tudo. Há uma entropia provocada pela própria imagem. Já não conseguimos ler as imagens pelo excesso, e eu quando senti isso comecei a apagar as imagens, a tapá-las, a fazer monocromos, a pôr uma legenda. Como o cérebro tem horror ao vazio vai ter que encontrar qualquer coisa para colocar lá, e descobri que esse era um caminho que podia percorrer. Apesar da minha decepção com as imagens continuo a guardar imagens, a arquivar imagens. As blind images são um tema revisitável. Se eu encontrar uma imagem que me faça sentido produzo uma blind image a partir dela. Há uma tentativa de cartografar o universo visual através das blind images, sem mostrar as imagens.

 

IN: Tens ainda a ligação a histórias, por exemplo, retiradas de recortes de jornais.

 

JL: Exacto. Aliás, as primeiras blind images começaram assim. São folhas rasgadas em que as áreas das imagens são tapadas com tinta. O que sobressai são os textos. Foi aí que percebi essa relação poderosa e o modo como o cérebro funciona. Creio que uma lacuna no ensino é o facto de todos aprendermos a escrever mas não a ver. Achamos que ver é um acto automático, e não é.

 

IN: Referes-te à necessidade de cultura visual e teoria da imagem, que são disciplinas relativamente recentes?

 

JL: Sim, acho que devia começar no mesmo momento em que se aprende a escrever. Devia ser mais prematuro. Ver não é inato, contrariamente ao que parece. Tem que se aprender a ver. Tens adultos que sofrem de iliteracia visual. Não conseguem descodificar, relacionar o que estão a ver. E, por causa da sobreposição de imagens — todos os dias surgem milhões de imagens —, é cada vez pior. Cria-se um universo absolutamente opaco pelo excesso.

 

IN: Qual foi o ponto ou projecto mais importante da tua carreira até agora? Foi a tua presença na Bienal de Veneza, em 2015?

 

JL: A presença na Bienal, do ponto de vista formal, é entrar na “Fórmula 1”. Toda a gente quer entrar na “Fórmula 1”. Todos acham que têm capacidade, mas só alguns é que entram. Chegar lá é um desafio muito grande, por todos os motivos. Exige resiliência, sofrimento, capacidade de superação e de gestão, equilíbrio emocional. É algo que te põe à prova em muitos campos. É necessário ter uma equipa e jogar com muitas variantes. É um projecto muito difícil, provavelmente o mais difícil, mas não foi o projecto que mais gostei de fazer. O artista não deve trabalhar sobre pressão — apesar de, por vezes, a pressão ajudar a desbloquear coisas —, deve ter uma almofada de liberdade, e a Bienal de Veneza não permite essa almofada de liberdade. No fundo, acabas por ser artista e gestor, ter de equilibrar uma hipersensibilidade com um fechamento. O artista não pode ser demasiado fechado mas também não pode ser hipersensível, sob o risco de sucumbir. De um modo, fecha-se ao universo da arte; do outro, morre como artista. Tem que saber manter esse equilíbrio. É um dilema difícil, sobretudo quando há muitas pressões, muitos elementos que têm de ser geridos. Não há dúvida de que é um teste, que está no limite. A questão é manter esse equilíbrio entre o fechar e o abrir.

 

IN: Acompanho o teu percurso há bastante tempo e, após esta importante experiência institucional, mais pesada, digamos, que foi a Bienal de Veneza, participaste na mais recente edição do Festival Iminente, em 2018, que teve lugar no Panorâmico de Monsanto. Queres falar um pouco desta experiência?

 

JL: Pois foi! Gostei muito. Tenho uma excelente relação com o Alexandre Farto [Vhils] e eles fazem aquilo muito bem feito. O saber está instituído, é bem organizado, não há lixo, por exemplo. De facto, há ali um saber fazer. É bem pensado, é impecável. Por outro lado, conseguem juntar este saber urbano — que inicialmente até tinha mais que ver com a música — às artes performativas, às artes visuais. É abrangente e podemos chamar-lhe, eu diria, arte popular, arte pop. É um universo em que as coisas não estão tão codificadas. O excesso de codificação no universo da arte contemporânea pode ser um problema. Tento não fazer isso no meu trabalho, porque esse excesso de codificação faz com que só poucos, os entendidos, consigam ter a chave para lá entrar. Tento evitar essa encriptação, apesar de poder eventualmente falhar nisso. Mas vou, de facto, mais por esse caminho da não encriptação. Por exemplo, estou a imaginar a obra do Joseph Beuys. Se as pessoas não souberem que o avião que ele pilotava durante a II Guerra Mundial foi abatido, e que foi tratado por um tribo, com uma série de procedimentos, como a gordura, as peles, não percebem a sua obra. Ele pega nisso e constrói um vocabulário artístico. Se não souberes isto, vês uma cadeira cheia de banha e não percebes.

 

IN: Ou de feltro.

 

JL: Pois, ou um piano coberto de feltro. Se não souberes determinadas informações não consegues descodificar, ou, pelo menos, tens mais dificuldade em entrar nesse trabalho. Procuro evitar esse excesso de encriptação. Por exemplo, as minhas placas de auto-estrada toda a gente identifica, sabe o que são. Não é preciso contar uma história antes para as pessoas entrarem na obra. No fundo, o universo destes festivais de arte explora uma arte bastante mais popular, que limpa esta questão da encriptação e chega a mais pessoas. Sinceramente, vejo isso como um mérito. Adorei a experiência.

 

IN: Há também na tua obra um forte universo cinematográfico.

 

JL: Sim, tenho muitas referências cinematográficas e é um universo que revisito. Há um filme de que gosto muito, cujo protagonista é o Paul Newman, que é The Hustler [dir. Robert Rossen, 1961]. Trata a história do melhor jogador de snooker, que entra em duelo com outro grande jogador, e há uma disputa incrível. Têm personalidades muito diferentes e o jogo decorre durante uma noite. Um jogador é muito talentoso mas desregrado e sem método; o outro, apesar de menos talentoso, é metódico e resiliente. No final, quase de madrugada, este vai à casa de banho, lava a cara, perfuma-se e volta para o jogo. E ganha tudo.

 

IN: E a tua relação com a música, que é também próxima, queres falar um pouco desse aspecto?

 

JL: Sou melómano, sim, a música é uma presença. Aliás, fiz recentemente uma exposição na Galiza, com uma nova frente que abri, na qual aparecem as blind music, que são obras que falam de peças de música particulares, que foram compiladas para esta exposição, mas onde não há música. Comecei com uma peça do Prokofiev. Estaline convidou-o para escrever uma obra musical pela ocasião do seu aniversário. Seria difícil dizer que não a Estaline. O compositor fez a obra, mas ficou tão contrariado e desgostoso que, de seguida, fez outra peça musical para criticar a primeira, que era uma marcha militar.

 

IN: É a antítese da tese.

 

JL: Exacto.

 

IN: Para terminar, és um homem feliz, João?

 

JL: Sou muito feliz, porque faço o que gosto!

 

IN: Obrigada.

 

NOTA: Isabel Nogueira (n. 1974). Historiadora de arte contemporânea, professora universitária e ensaísta. Doutorada em Belas-Artes/Ciências da Arte (Universidade de Lisboa) e pós-doutorada em História da Arte Contemporânea e Teoria da Imagem (Universidade de Coimbra e Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne). Livros mais recentes: "Teoria da arte no século XX: modernismo, vanguarda, neovanguarda, pós-modernismo” (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2012; 2.ª ed. 2014); "Artes plásticas e crítica em Portugal nos anos 70 e 80: vanguarda e pós-modernismo" (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2013; 2.ª ed. 2015); "Théorie de l’art au XXe siècle" (Éditions L’Harmattan, 2013); "Modernidade avulso: escritos sobre arte” (Edições a Ronda da Noite, 2014). É membro da AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte).

 

SOURCE: contemporanea.pt/edicoes/01-02-2019/entrevista-joao-louro

Calouste Gulbenkian Museum, Lisbon, Portugal

 

Material: Vynil on aluminium

Collection: Calouste Gulbenkian Foundation, Modern Collection

Inv.: 14E1757

 

BIOGRAPHY

 

João Louro was born in 1963, in Lisbon, where he lives and works. He studied architecture at the University of Lisbon and painting at the Ar.Co School of Visual Art. João Louro’s body of work encompasses painting, sculpture, photography and video.

 

João Louro’s work descends from minimal and conceptual art, with special attention to avant-garde movements of the early twentieth century.

 

It draws out a topography of time, with references that are personal but mainly they are generational. With regular recourse to language as a source, as well as the written word, he seeks a review of the image in contemporary culture, starting out from a set of representations and symbols from the collective visual universe.

 

Minimalism, conceptualism, Pop culture, structuralism and post-structuralism, authors such as Walter Benjamin, Guy Debord, Georges Bataille and Blanchot as well as artists like Donald Judd and the ever-present Duchamp, form the reference lexical universe of the artist.

 

He was the Portuguese representative at the Venice Biennale of 2015, with the exhibition I Will Be Your Mirror | Poems and Problems.

 

PDF CV (inglês)

 

SOURCE: joaolouro.com/about/

 

ENTREVISTA A JOÃO LOURO POR ISABEL NOGUEIRA

 

João Louro tem patente uma exposição na Galeria Vera Cortês, intitulada A Mosca de Lindbergh, um trabalho que toma como ponto de partida o voo transatlântico solitário de Lindbergh, de Nova Iorque a Paris, tendo por única companhia uma mosca, cujo incomodativo zoar devia ajudá-lo a manter-se desperto na longa viagem.

 

Nos últimos tempos, Louro inaugurou também um project room no Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia/MAAT — Linguistic Ground Zero —, no qual se destaca uma reprodução de Little Boy, a primeira bomba atómica da história, lançada em 1945 sobre Hiroxima. O pormenor que torna a peça ainda mais inquietante prende-se com a alusão às inscrições que os soldados faziam nas bombas. Agora, nesta obra, as inscrições referem-se à arte, à política, às vanguardas, elas próprias advindas etimologicamente de avant-garde, termo militar de origem medieval. E tudo faz sentido. As questões da palavra, da imagem, ou as referências histórias e cinematográficas estão, uma vez mais, a pontuar o trabalho de João Louro.

 

Isabel Nogueira (IN): O que representam, para ti, estas últimas exposições: A Mosca de Lindbergh e a também ainda patente Linguistic Ground Zero?

 

João Louro (JL): São dois temas diferentes mas que, de alguma forma, se ramificam e se juntam num troco principal. A primeira, no MAAT, surgiu a propósito da questão da linguagem, que é um assunto que ando a perseguir há muito tempo e que não está terminado, sendo sempre revisitado. Para o efeito, estabeleci uma série de trabalhos, escrevi um manifesto com 100 aforismos e continuo a desenvolver a tese de que dentro da letra há poder atómico. Continuo nessa investigação. Temos vestígios de que isso acontece, sobretudo quando lemos grandes escritores. Nós sabemos que a palavra tem um poder muito forte, portanto, imagino que dentro da própria letra existe um poder incomensurável. Essa é a investigação que está associada à exposição do MAAT, que vem de trás, isto é, o tema da linguagem.

 

A segunda exposição — A Mosca de Lindbergh — tem que ver com outra tese que se relaciona com a questão da forma. Acho que a forma é a última instância do conteúdo. Creio que a exploração da forma tem que ser tratada de um modo mais elaborado. A forma — o design — basicamente nasce a partir do século XIX, sobretudo depois da Revolução Industrial e das suas consequências. Um longo historial de acidentes com as máquinas, nomeadamente com as máquinas de tecelagem, fez perceber que estas tinham que ser protegidas e, ao serem protegidas, desenvolveu-se uma espécie de capa do mecanismo que assinalou o nascimento do design. Esta capa é a última instância do conteúdo. É isso que tento desenvolver nesta exposição, a partir do avião que Lindbergh pilota. A forma do avião é a consequência de uma séria de questões de conteúdo e serve-me de pretexto para reflectir sobre a problemática da forma e do conteúdo.

 

IN: Continuando nesta questão da forma, remetendo para a tua formação em arquitectura e evocando também Adolf Loos, nomeadamente a obra Ornamento e crime, o teu trabalho é profundamente depurado e parece haver uma procura de um mínimo de ruído.

 

JL: Sou filho da arte minimal e da arte conceptual, e a minha formação está muito marcada por elas. Todo o artista tem as suas referências. Comecei a ser artista profissional nos anos 90 e os ensinamentos que recebi e que se estabeleceram como referências foram os das escolas mais depuradas da arte. Sim, há uma fuga ao excesso, ao expressionismo, à metafísica, e ao ruído, de facto. Pretendi sempre escapar dessa consequência dos anos 50 americanos, fruto, como sabes, das imigrações do período da II Guerra Mundial [expressionismo abstracto ou “Escola de Nova Iorque”]. Willem de Kooning, por exemplo, interessava-me menos do que a altura que se seguiu, na qual o mundo da arte levou uma “vassourada” e começou a ser limpo, depurado. Isso marcou-me muito. A escola de arquitectura é uma escola que considero muito particular, porque há um saber multifacetado. Aprende-se a desenhar, a fotografar, a pensar.

 

IN: Aprende-se Escala.

 

JL: Sim, aprende-se escala, aprende-se cor. São ensinamentos importantes que possuem uma vertente conceptual e também uma vertente prática. Há na arquitectura uma actividade de limpeza e de estratificação.

 

IN: Quando percebeste que querias ser uma artista plástico e não um arquitecto?

 

JL: Era inevitável. Nunca quis bombeiro, astronauta ou polícia. A coisa — e ainda hoje — que eu mais anseio e desejo é a liberdade. A liberdade é a coisa mais importante e eu não conhecia um universo mais livre do que o da arte. Era, portanto, inevitável que fosse cair lá. Havia uns antecedentes. A minha Avó, que era professora, era pintora de fim-de-semana. Eu era criança e olhava para o que ela fazia. A minha Tia também desenhava muito bem. Havia ali qualquer coisa que me fazia viajar. A arte tem uma característica que a diferencia de todas as actividades humanas. A arte tem o cliente — se o tiver —depois e não antes. Um médico, um engenheiro, um arquitecto têm um cliente antes.

 

IN: Mas na arte, por exemplo, no Renascimento e da Época Moderna em geral havia os grandes encomendantes.

 

JL: Sim, os Médici, entre outros. Os grandes patronos eram os sponsors da actividade do artista, mas não delimitavam completamente o seu trabalho e o que ele queria fazer. Por exemplo, um tema em particular podia ser tratado à maneira do artista.

 

IN: Por curiosidade, chegaste a trabalhar em arquitectura?

 

JL: Trabalhei com alguns gabinetes de arquitectura, mas sabia que não queria ficar preso a um estirador. A minha vida estava dedicada ao universo da arte desde pequeno. Quando era miúdo, achava muita piada ao universo dos surrealistas por causa da fantasia e da loucura. Sofro um bocado de anacronismo. Depois, mais tarde, quando era adolescente comecei a perceber que o que me interessava mesmo eram as vanguardas, que são o nascimento das coisas. Interessava-me muito o dadaísmo, depois a vanguarda russa.

 

IN: Por acaso acho que a vanguarda russa tem aspectos próximos do teu trabalho.

 

JL: Sim, mas a vanguarda russa é mais restritiva e mais contida, enquanto o dadaísmo procura contrariar o ritmo do seu tempo.

 

IN: Referia-me à vanguarda russa em termos plásticos. A plasticidade de Rodchenko ou de Malevitch.

 

JL: Sim, plásticos sim. Do ponto de vista da atitude, os dadaístas interessam-me, sobretudo, porque o tempo desse momento provocou o aparecimento do próprio dadaísmo. Provavelmente não teria acontecido se não existisse a I Guerra Mundial. Este aparecimento de um movimento que contraria o ritmo burguês, a tecnologia, a loucura expansionista...

 

IN: Que contraria os nacionalismos.

 

JL: Exacto. Que contraria tudo o que representava o tempo presente. O dadaísmo é uma consequência do tempo e isso liga-se a algo importante, que é o facto de a grande característica do artista é saber ser do seu tempo. O artista do seu tempo tem que estar dentro da conversa do seu tempo.

 

IN: Dividiria sobretudo o teu trabalho em linguagem e em imagem, embora estejam as duas naturalmente conectadas. Além de Walter Benjamin ou de Wittgenstein tens outras referências importantes?

 

JL: Sim, por exemplo, Aby Warburg. Há figuras do início do século [XX] que são absolutamente fundamentais, sobretudo, porque o princípio do século foi o momento crucial para percebermos as nossas raízes. Não desejo ir para trás, para o impressionismo. Os antepassados do que falo nascem nas vanguardas. E todas estas personagens que povoam esta época fazem com que haja uma inclusão de determinadas expressões. Se não percebermos a vanguarda teremos dificuldade em perceber a contemporaneidade.

 

IN: Em relação especificamente à imagem, há uma reflexão, até irónica, sobre a própria imagem. É o caso da tuas blind images.

 

JL: Sim, mas não lhe chamaria ironia. É mais uma decepção. Comecei a fazer as blind images por causa de uma decepção. Já têm alguns anos e hoje a decepção seria ainda pior, pois aconteceu pelo excesso de imagens. Temos imagens a mais. Com os telemóveis todas as pessoas fotografam e registam tudo. Há uma entropia provocada pela própria imagem. Já não conseguimos ler as imagens pelo excesso, e eu quando senti isso comecei a apagar as imagens, a tapá-las, a fazer monocromos, a pôr uma legenda. Como o cérebro tem horror ao vazio vai ter que encontrar qualquer coisa para colocar lá, e descobri que esse era um caminho que podia percorrer. Apesar da minha decepção com as imagens continuo a guardar imagens, a arquivar imagens. As blind images são um tema revisitável. Se eu encontrar uma imagem que me faça sentido produzo uma blind image a partir dela. Há uma tentativa de cartografar o universo visual através das blind images, sem mostrar as imagens.

 

IN: Tens ainda a ligação a histórias, por exemplo, retiradas de recortes de jornais.

 

JL: Exacto. Aliás, as primeiras blind images começaram assim. São folhas rasgadas em que as áreas das imagens são tapadas com tinta. O que sobressai são os textos. Foi aí que percebi essa relação poderosa e o modo como o cérebro funciona. Creio que uma lacuna no ensino é o facto de todos aprendermos a escrever mas não a ver. Achamos que ver é um acto automático, e não é.

 

IN: Referes-te à necessidade de cultura visual e teoria da imagem, que são disciplinas relativamente recentes?

 

JL: Sim, acho que devia começar no mesmo momento em que se aprende a escrever. Devia ser mais prematuro. Ver não é inato, contrariamente ao que parece. Tem que se aprender a ver. Tens adultos que sofrem de iliteracia visual. Não conseguem descodificar, relacionar o que estão a ver. E, por causa da sobreposição de imagens — todos os dias surgem milhões de imagens —, é cada vez pior. Cria-se um universo absolutamente opaco pelo excesso.

 

IN: Qual foi o ponto ou projecto mais importante da tua carreira até agora? Foi a tua presença na Bienal de Veneza, em 2015?

 

JL: A presença na Bienal, do ponto de vista formal, é entrar na “Fórmula 1”. Toda a gente quer entrar na “Fórmula 1”. Todos acham que têm capacidade, mas só alguns é que entram. Chegar lá é um desafio muito grande, por todos os motivos. Exige resiliência, sofrimento, capacidade de superação e de gestão, equilíbrio emocional. É algo que te põe à prova em muitos campos. É necessário ter uma equipa e jogar com muitas variantes. É um projecto muito difícil, provavelmente o mais difícil, mas não foi o projecto que mais gostei de fazer. O artista não deve trabalhar sobre pressão — apesar de, por vezes, a pressão ajudar a desbloquear coisas —, deve ter uma almofada de liberdade, e a Bienal de Veneza não permite essa almofada de liberdade. No fundo, acabas por ser artista e gestor, ter de equilibrar uma hipersensibilidade com um fechamento. O artista não pode ser demasiado fechado mas também não pode ser hipersensível, sob o risco de sucumbir. De um modo, fecha-se ao universo da arte; do outro, morre como artista. Tem que saber manter esse equilíbrio. É um dilema difícil, sobretudo quando há muitas pressões, muitos elementos que têm de ser geridos. Não há dúvida de que é um teste, que está no limite. A questão é manter esse equilíbrio entre o fechar e o abrir.

 

IN: Acompanho o teu percurso há bastante tempo e, após esta importante experiência institucional, mais pesada, digamos, que foi a Bienal de Veneza, participaste na mais recente edição do Festival Iminente, em 2018, que teve lugar no Panorâmico de Monsanto. Queres falar um pouco desta experiência?

 

JL: Pois foi! Gostei muito. Tenho uma excelente relação com o Alexandre Farto [Vhils] e eles fazem aquilo muito bem feito. O saber está instituído, é bem organizado, não há lixo, por exemplo. De facto, há ali um saber fazer. É bem pensado, é impecável. Por outro lado, conseguem juntar este saber urbano — que inicialmente até tinha mais que ver com a música — às artes performativas, às artes visuais. É abrangente e podemos chamar-lhe, eu diria, arte popular, arte pop. É um universo em que as coisas não estão tão codificadas. O excesso de codificação no universo da arte contemporânea pode ser um problema. Tento não fazer isso no meu trabalho, porque esse excesso de codificação faz com que só poucos, os entendidos, consigam ter a chave para lá entrar. Tento evitar essa encriptação, apesar de poder eventualmente falhar nisso. Mas vou, de facto, mais por esse caminho da não encriptação. Por exemplo, estou a imaginar a obra do Joseph Beuys. Se as pessoas não souberem que o avião que ele pilotava durante a II Guerra Mundial foi abatido, e que foi tratado por um tribo, com uma série de procedimentos, como a gordura, as peles, não percebem a sua obra. Ele pega nisso e constrói um vocabulário artístico. Se não souberes isto, vês uma cadeira cheia de banha e não percebes.

 

IN: Ou de feltro.

 

JL: Pois, ou um piano coberto de feltro. Se não souberes determinadas informações não consegues descodificar, ou, pelo menos, tens mais dificuldade em entrar nesse trabalho. Procuro evitar esse excesso de encriptação. Por exemplo, as minhas placas de auto-estrada toda a gente identifica, sabe o que são. Não é preciso contar uma história antes para as pessoas entrarem na obra. No fundo, o universo destes festivais de arte explora uma arte bastante mais popular, que limpa esta questão da encriptação e chega a mais pessoas. Sinceramente, vejo isso como um mérito. Adorei a experiência.

 

IN: Há também na tua obra um forte universo cinematográfico.

 

JL: Sim, tenho muitas referências cinematográficas e é um universo que revisito. Há um filme de que gosto muito, cujo protagonista é o Paul Newman, que é The Hustler [dir. Robert Rossen, 1961]. Trata a história do melhor jogador de snooker, que entra em duelo com outro grande jogador, e há uma disputa incrível. Têm personalidades muito diferentes e o jogo decorre durante uma noite. Um jogador é muito talentoso mas desregrado e sem método; o outro, apesar de menos talentoso, é metódico e resiliente. No final, quase de madrugada, este vai à casa de banho, lava a cara, perfuma-se e volta para o jogo. E ganha tudo.

 

IN: E a tua relação com a música, que é também próxima, queres falar um pouco desse aspecto?

 

JL: Sou melómano, sim, a música é uma presença. Aliás, fiz recentemente uma exposição na Galiza, com uma nova frente que abri, na qual aparecem as blind music, que são obras que falam de peças de música particulares, que foram compiladas para esta exposição, mas onde não há música. Comecei com uma peça do Prokofiev. Estaline convidou-o para escrever uma obra musical pela ocasião do seu aniversário. Seria difícil dizer que não a Estaline. O compositor fez a obra, mas ficou tão contrariado e desgostoso que, de seguida, fez outra peça musical para criticar a primeira, que era uma marcha militar.

 

IN: É a antítese da tese.

 

JL: Exacto.

 

IN: Para terminar, és um homem feliz, João?

 

JL: Sou muito feliz, porque faço o que gosto!

 

IN: Obrigada.

 

NOTA: Isabel Nogueira (n. 1974). Historiadora de arte contemporânea, professora universitária e ensaísta. Doutorada em Belas-Artes/Ciências da Arte (Universidade de Lisboa) e pós-doutorada em História da Arte Contemporânea e Teoria da Imagem (Universidade de Coimbra e Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne). Livros mais recentes: "Teoria da arte no século XX: modernismo, vanguarda, neovanguarda, pós-modernismo” (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2012; 2.ª ed. 2014); "Artes plásticas e crítica em Portugal nos anos 70 e 80: vanguarda e pós-modernismo" (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2013; 2.ª ed. 2015); "Théorie de l’art au XXe siècle" (Éditions L’Harmattan, 2013); "Modernidade avulso: escritos sobre arte” (Edições a Ronda da Noite, 2014). É membro da AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte).

 

SOURCE: contemporanea.pt/edicoes/01-02-2019/entrevista-joao-louro

BTEK, es el Centro de Interpretación de la Tecnología del Parque Científico y Tecnológico de Bizkaia. Ubicado en el edificio 602 del Parque, en el término municipal de Derio, el Centro quiere ser el punto de encuentro entre los estudiantes y la ciencia y la tecnología, entre el público general y el Parque Científico y Tecnológico, entre la vida corriente y la vida en la I+D+i… Todo esto para impulsar la cultura científico-tecnológica y conseguir atraer a los jóvenes a las carreras científicas y tecnológicas.

 

www.btek.org/presentacion/

RRS

robusta ragazza scandinava

    

E’ nato il romanzo-sms Lo ha appena concluso il finlandese Hannu Luntiala E' composto di mille, messaggini per un totale di ben 332 pagine

 

HELSINKI - C’era una volta il genere epistolare, nobile forma narrativa che dall’antichità è arrivata, rinnovandosi, fino ai tempi moderni, generando capolavori come I dolori del giovane Werther. Ma oggi, quando scrivere una lettera cartacea è divenuto ormai un atto nostalgico, la missiva è stata rimpiazzata dall’sms. E il romanzo epistolare da quello basato sui messaggini. Artefice di questa incarnazione foriera di imprevedibili sviluppi per la letteratura globale è un autore finlandese, Hannu Luntiala, che ha appena pubblicato L’ultimo messaggio, un’opera narrativa composta di soli sms. Mille, per la precisione, per un totale di ben 332 pagine.

UNO STILE COLLOQUIALE - La trama per altro è abbastanza tradizionale poiché racconta del dirigente di una società tecnologica finlandese che, dopo aver dato le dimissioni, comincia a vagare tra Europa e India, tenendosi in contatto coi familiari unicamente attraverso i brevi messaggi di testo del telefonino. Queste moderne missive di bits, proprio alla stregua delle loro antenate di carta, adottano un tono colloquiale, facendo largamente uso, come qualsiasi ragazzino telefonino-dipendente insegna, di abbreviazioni ed errori di battitura, magari accresciuti dagli interventi impropri del T9, il programma di scrittura rapida che semplifica l’immissione delle parole. «In fondo credo che un messaggino di testo possa svelare una persona più di quanto non si pensi» ha commentato Luntiala, che come primo lavoro dirige un archivio anagrafico e che già in altre sue pubblicazioni ha sperimentato uno stile originale, disgregando la tradizionale struttura narrativa come avevano fatto, molto prima di lui, fior di scrittori. Anche se, indubbiamente, Joyce non disponeva di telefonino.

IRRESISTIBILI MESSAGGINI - Del resto un romanzo di soli sms non poteva che nascere in Finlandia, patria di Nokia, il maggior produttore di cellulari, nonché nazione che compete con quella italiana nell’amore spropositato per questo apparecchio tecnologico. A quanto pare i taciturni finlandesi sono abituati a utilizzare la comunicazione sms anche per questioni molto private, come ha recentemente dimostrato il primo ministro Matti Vanhanen, «accusato» di aver scaricato con un messaggino la fidanzata; la quale non sapeva evidentemente di essere stata la depositaria di un atto profondamente artistico.

(...........................)

 

Carola Frediani

      

Il mio melograno mi addolcisce questo autunno.

 

I frutti sono i miei!!! ALLA LARGA

 

Questo è il mio melograno. nonostante le dimensioni minuscole, è molto vecchio.... molto vecchio... lo ha piantato mio babbo quando io ero piccolo ( e ciò fa di lui un albero relativamente giovane)

Io stavo molto tempo a casa da solo e mi inventavo tanti giochi.

Uno dei giochi era fare il giardiniere e allora ho potato il melograno e il fico.

Del fico non mi frega niente, mi fan schifo i fichi.

Ma questo melograno, non si è perso d'animo. I rami che gli ho potato, erano quelli importanti, non quelli laterali, ma quelli che puntano in alto... perciò non è mai cresciuto troppo... anzi diciamo che è alto come me.. che per un albero....

Dicevo, non si è perso d'animo e quello che nn può dare in dimensioni, lo restituisce in dolcezza di frutti...

Non so se avete presente come può essere aspra una melagrana incazzata... è peggio di un limone.

Lui invece non si è curato del fatto che io lo avessi reso nano e mi dà da molti anni delle melegrane da sogno... dolcissime.

Ma... il contrappasso c'è sempre..... ne fà pochissime e tutti gli anni non mi cavo la voglia di quel frutto e in questo periodo quando finiscono non vedo l'ora che sia l'anno successivo....

 

Ora dopo aver pazientemente letto queste cazzate.. mettetevi nei miei panni...

Se mi faccio delle seghe mentali di questo livello per 5 melegrane che faccio con il resto?

  

A mediados del siglo XIX, James Gallier Jr. fue uno de los arquitectos más destacados de Nueva Orleans. Su trabajo de diseño encontró una audiencia entusiasta de líderes cívicos, empresarios y familias acomodadas. En 1857, Gallier puso su considerable talento a trabajar diseñando una residencia propia. Él y su esposa, Algae Villavaso, así como sus cuatro hijas pequeñas se mudaron a la casa criolla con cuatro trabajadores esclavizados en 1860 al borde de la Guerra Civil.

Las fascinantes innovaciones de Gallier en ingeniería y arquitectura se presentan en toda la propiedad. Desde fontanería interior hasta ideas de ventilación, Gallier estuvo a la vanguardia de los avances tecnológicos. A lo largo de su arquitectura, y más notablemente su hogar, Gallier rinde homenaje a la arquitectura de Europa occidental. Su casa presenta características tanto clásicas como italianas.

 

''...la Democrazia partecipativa richiede una tecnologia a basso consumo energetico, e gli uomini liberi possono percorrere la strada che conduce a relazioni sociali produttive solo alla velocità di una bicicletta...''

(Ivan Illich)

 

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e se M'illumino di meno

poi meglio starò

 

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ps: un altro frutto di quella ''famosa'' ora! :-D

Milano. Arte e Tecnologia !

www.salvatorelofaro.com

 

OLTRE 1.895.000 VISITE.

 

GRAZIE PER LE VOSTRE VISITE E COMMENTI.

Ogni tanto provo ad immaginare come sarebbe stato mio padre da vecchio. Che vecchietto sarebbe stato? Non lo saprò mai e così a volte con lo sguardo seguo anziani per la strada, in metro, dal medico e mi sembrano tutti così belli, a volte tecnologici, a volte nonni amorevoli. Io non saprò mai come sarebbe stato mio padre da vecchio, come tanti purtroppo, eppure io sono certa di saperlo e mi sale una assurda nostalgia per qualcosa che non ho mai avuto.

 

youtu.be/SP9wms6oEMo

El Palacio Provincial o Palacio de la Diputación Provincial es la sede actual de la Diputación Provincial de Jaén y es una obra del siglo XIX. Se edificó sobre el solar del Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís derribado en 1867, que había sido residencia de Fernando III de Castilla tras la conquista de la ciudad. Este proyecto ecléctico fue obra de Jorge Porrua y Moreno. La portada queda resaltada con triple vano de arcos de medio punto. En el patio interior destaca una fuente monumental procedente del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén. El palacio cuenta con una interesante colección pictórica repartida por sus dependencias.

La Diputación se ubicó en distintos edificios del casco antiguo de la capital hasta que en 1891 el gobierno provincial se trasladó a la Plaza de San Francisco donde se encuentra actualmente, presidiendo el paso de la calle Bernabé Soriano, desde la vecindad de la Catedral.

El primer edificio que alberga la Institución fue el Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís , situado en el mismo lugar en el que se encuentra actualmente, construido en 1246 por Fernando III el Santo como Palacio con capilla y donado en 1354 por el rey Pedro I de Castilla a los frailes franciscanos. Con la desamortización, al igual que el resto de los conventos de la ciudad, pasará a manos públicas alojando la Diputación.

Fue el mal estado del edificio obligó a la Diputación Provincial a itinerar por otros enclaves de la capital, siempre con el deseo de retornar a aquel lugar. A mediados de 1867, el convento en ruinas, fue demolido para levantar en el mismo lugar, tras casi treinta años de construcción, el actual Palacio Provincial. El proyecto corrió a cargo de Jorge Porrua y Moreno, premiado en la Exposición Provincial de 1878.

El Palacio Provincial es la principal obra de la arquitectura civil de la ciudad de Jaén. Presenta una planta tradicional al estilo del palacio italiano renacentista, con dos pisos y sótano que giran en torno a un patio interior.

La fachada principal, pensada como neoclásica, fue remozada con el gusto neobarroco del arquitecto Justino Flores de Llamas , presenta una portada en el centro resaltada con un triple vano de arcos de medio punto, ventanas con balcón corrido en el segundo piso, y un remate de frontón con un reloj, inaugurado el 18 de enero de 1915, y el escudo de la provincia. La fachada opuesta, la norte, presenta una forma semicircular, similar a un ábside, que semeja a un hemiciclo, espacio simbólico de democracia local.

En la primera planta se encuentran, entre otras, las dependencias de la Presidencia y el Salón de Personajes Ilustres en cuyas paredes se encuentran los retratos de los anteriores Presidentes de la Diputación. El balcón de esta sala sirve de mirador privilegiado desde el que contemplar la Catedral.

Es un espacio que condensa la luz y la traslada, a través de los vanos de las galerías, a todas las dependencias. En el centro se sitúa una fuente, alrededor de la cual se dispone un jardín, separado de las galerías por unas columnas balaustradas. La fuente procede del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén y fue donada en 1955 por sus propietarios al Instituto de Estudios Giennenses para que ocupara, en un principio, el patio del Museo Provincial, hasta que fue instalada en su actual emplazamiento en 1961; fechada en 1577, es obra de Francisco del Castillo el Mozo, y refleja la advocación principal del convento dominico, Santa María Magdalena, que responde a la fecha de nacimiento del fundador Fray Domingo de Valtanás en el día de la festividad de la santa, el 22 de julio.

 

es.wikipedia.org/wiki/Palacio_Provincial_de_Jaén

 

La Diputación Provincial de Jaén es una institución pública gubernamental que tiene una jurisdicción que se extiende en el ámbito provincial jiennense.

El origen preciso de ésta y las demás diputaciones provinciales se remonta a la Constitución de 1812 en la que se configuran como un soporte clave del nuevo régimen liberal.

El 19 de marzo de ese año se aprobaba la primera Constitución española, con la que se ponían las bases normativas para la nueva división territorial de España. Hasta ese momento el Antiguo Régimen había mantenido un gobierno completamente centralizado en todo el territorio español y, a partir de esta norma fundamental, se inicia un nuevo Estado de carácter liberal en el que el gobierno de las provincias queda descentralizado y en manos de los jefes políticos y las diputaciones provinciales.

Las competencias que la Constitución, y la posterior Instrucción para el gobierno de las provincias de 1813, ponen en manos de las diputaciones son, ante todo, de carácter económico y administrativo, como es su intervención en cuestiones de contribuciones y arbitrios, o de fomento, como el desarrollo de la agricultura, industria y comercio, aunque también reciben funciones políticas como la fiscalización y control de la actividad municipal.

La Constitución de Cádiz creó un régimen jurídico homogéneo para todo el territorio del Estado con dos características fundamentales para las diputaciones: tutela de la administración inferior, es decir ayuntamientos, y carácter fundamentalmente económico y administrativo.

Poco después de aprobada esta norma empiezan a constituirse las corporaciones provinciales y a raíz del Decreto de 23 de mayo de 1812 para el establecimiento de las mismas. La Diputación de Jaén no se constituye hasta junio de 1813, tras dos intentos anteriores fallidos, y actuará durante un año, hasta junio de 1814.

Con la vuelta a España de Fernando VII queda abolida toda la obra de las Cortes de Cádiz y, por Real Decreto de 15 de junio de 1814, se suprimen las instituciones provinciales. La pérdida de las Actas de la Diputación de Jaén en este periodo hace que no podamos saber con certeza cómo fue la desaparición de la institución provincial, que ya estaba extinguida a finales de junio de dicho año.

Pero la Constitución de Cádiz se reinstaura en 1820 tras el pronunciamiento del comandante Rafael de Riego y la jura de la misma por Fernando VII. Restablecido el régimen liberal, se forma en Jaén un nuevo ayuntamiento, se rehabilita la figura del jefe político y se convocan elecciones a diputados provinciales para instalar de nuevo la Diputación. Al igual que ocurre con el primer periodo constitucional, al no conservarse la documentación producida en esta segunda época, no sabemos que día concreto se constituyó la Diputación de Jaén pero sí que ya estaba instalada a finales de abril, con los mismos diputados que cesaron en 1814.

Con fecha 3 de febrero de 1823 se aprueba la nueva Instrucción para el gobierno económico-político de las provincias, reformando la instrucción dictada en 1813 y con la idea clara de desarrollar los preceptos de ésta. Las Diputaciones siguen teniendo unas competencias básicamente económicas y administrativas mientras que las de carácter gubernativo quedan en manos del Jefe Político, como órgano unipersonal dependiente del Ejecutivo.

Esta normativa va a tener un carácter efímero por los acontecimientos nacionales que se viven desde comienzos de 1823, con la evacuación de la familia real y la Corte a Cádiz, la entrada del ejército francés en apoyo de los realistas y la formación de una Junta Provisional de gobierno. El sistema constitucional vuelve a desarticularse y, con ello, desaparecen otra vez las Diputaciones. La Diputación de Jaén del Trienio Liberal deja de existir en junio de 1823.

Tendrán que pasar doce años hasta que las diputaciones provinciales vuelvan a constituirse, durante el gobierno de Mendizábal, en septiembre de 1835 y sean reguladas de nuevo por la Instrucción de 1823.

Por el Real Decreto de 21 de septiembre de 1835 se aprobó la nueva normativa sobre el modo de constituirse las Diputaciones y, disuelta la Junta Gubernativa de Jaén en 27 de octubre de ese año, se procedió a la definitiva instalación de la Diputación de esta provincia teniendo lugar su sesión constitutiva el día 15 de noviembre de 1835.

La diputación presta servicios directos a los ciudadanos y presta apoyo técnico, económico y tecnológico a los ayuntamientos de los municipios de la provincia de Jaén, en la comunidad autónoma de Andalucía, España. Además, coordina algunos servicios municipales y organiza servicios de carácter supramunicipal.

 

es.wikipedia.org/wiki/Diputación_Provincial_de_Jaén

  

Jaén es una ciudad y municipio español de la comunidad autónoma de Andalucía, capital de la provincia homónima. Ostenta el título de «Muy Noble y Muy Leal Ciudad de Jaén, Guarda y Defendimiento de los Reinos de Castilla» y es conocida como la «capital del Santo Reino». Cuenta en 2018 con una población de 113 522 habitantes según el INE, 54 948 hombres y 59 290 mujeres, lo que supone aproximadamente una sexta parte de la población de toda la provincia. La ciudad se enmarca dentro del área metropolitana de Jaén de la que es cabecera, y absorbe un tercio de la población total de la provincia de Jaén. Su superficie es de 424,30 km² También es sede del partido judicial número 1 de la provincia y de la diócesis homónima.

Se alza al pie del cerro de Santa Catalina, con calles empinadas y de pronunciadas pendientes que definen su urbanismo, ensanchándose hacia las zonas más llanas y amplias de los nuevos barrios y bulevares. En sus alrededores abundan fértiles tierras de cultivo, y extensos olivares que cubren gran parte de su término. Hacia el sur y el sureste se encuentran las sierras de Jaén y Jabalcuz, y al norte se abre el llano del río Guadalbullón, que pasa a muy corta distancia de la ciudad.

Debido a su situación, Jaén ha tenido una gran importancia estratégica, habiéndose encontrado en su núcleo urbano varios de los asentamientos humanos más antiguos de Europa. Del mismo modo, tuvo gran importancia en la historia de al-Ándalus y del Reino de Castilla.

La actividad económica más importante de la provincia de Jaén es la producción de aceite de oliva, siendo la mayor productora mundial, lo cual queda patente bajo el lema que recibe la ciudad, como «Capital mundial del aceite de oliva». En este sentido, la ciudad alberga desde el año 1983 y de forma bienal Expoliva, una feria internacional de referente mundial dedicada al sector del aceite de oliva e industrias afines, celebrada actualmente en la Institución Ferial de Jaén. No obstante, la economía también está basada en el sector servicios, la administración, la industria agrícola y alimentaria, la construcción, y un incipiente turismo cultural.

Entre su patrimonio histórico-artístico cabe destacar la catedral de la Asunción de la Virgen, el castillo con sus tres alcázares, los Baños Árabes y el emblemático Monumento a las Batallas, situado en la céntrica Plaza de las Batallas, que conmemora la batalla de Las Navas de Tolosa y la batalla de Bailén, ambas acaecidas en la provincia de Jaén.

Las fiestas populares más representativas de Jaén son las «Lumbres de San Antón», que se celebran la noche del 16 al 17 de enero. Durante esa noche se corre la Carrera Urbana Internacional Noche de San Antón. En octubre se celebra la feria de San Lucas. Su origen data del siglo XIV, siendo su día grande el 18 de octubre. Especial mención tiene la Semana Santa de Jaén, declarada Fiesta de Interés Turístico Nacional, teniendo gran expectación la procesión de «El Abuelo», durante la madrugada del Viernes Santo.

En la actualidad algunos proyectos a realizar en la ciudad son la finalización del sistema tranviario y cercanías del área metropolitana, el Museo Internacional de Arte Íbero, la construcción de las infraestructuras necesarias para la conexión ferroviaria con trenes de AVE o la restauración del Convento de Santo Domingo.

 

es.wikipedia.org/wiki/Jaén

jaenpedia.wikanda.es/wiki/Jaén

 

Jaén (Spanish pronunciation: [xaˈen]) is a city in south-central Spain. The name is most likely derived from the Roman name Villa Gaiena (Villa of Gaius), which the Arabs called Jayyān It is the capital of the province of Jaén, and is located in the autonomous community of Andalusia.

The inhabitants of the city are known as Jiennenses. Its population is 116,731 (2012), about one-sixth of the population of the province. Recently Jaén has had a great increase in cultural tourism, having received 604,523 tourists along the year 2015, 10% more than in 2014. The city is also known as the World Capital of Olive Oil, because it is the biggest producer of the oil, known by locals as liquid gold.

The layout of Jaén is determined by its position in the hills of the Santa Catalina mountains, with steep, narrow streets, in the historical central city district. The city of Jaén is the administrative and industrial centre for the province. Industrial establishments in the city include chemical works, tanneries, distilleries, cookie factories, textile factories, as well as agricultural and olive oil processing machinery industry.

 

en.wikipedia.org/wiki/Jaén,_Spain

 

Gli ascensori sono micro mondi tutti particolari.

Un attimo prima sei immerso in un’animata discussione con tua moglie o col tuo amico del cuore e appena dentro sei affetto da mutismo a sperare che non ti esca una puzzetta o, peggio, che non esca a qualcuno degli altri occupanti.

Ti viene persino da tacitare i pensieri... come se qualcuno potesse udire pure quelli.

A me fa un po’ tristezza.

Per questo, quando mi capita di entrarci, cerco sempre di fare qualcosa per “scombinare” questo insensato sviluppo.

Una parola, un apprezzamento, se non sono in vena ricorro anche a banalità tipo “mi sa dire che ore sono che ho l’orologio a fare il tagliando” oppure “uff... con questo tempo non si capisce più come bisogna vestirsi”; meno frequentemente ricorro anche ad espedienti non proprio “convenzionali”.

Tutto pur di sovvertire questo divenire delle cose...

Come quella volta da solo con una signorina molto giovane che aveva chiesto di salire all’ultimo piano, in cui dopo aver pigiato il tasto ed aver aspettato che le porte si chiudessero dissi: “beh, per uno appena uscito di prigione rimanere chiuso dentro ad un ascensore con una donna è quanto di meglio si possa immaginare”...(momenti mi faceva arrestare per davvero) oppure come quando barattai il mio vecchio e consunto Barbour con un giaccone Harry Cotton’s” partendo semplicemente da “Uhm, che bello il suo giaccone”...”beh, anche il suo, così consumato non è niente male”... e cinque piani più su uscimmo entrambi col nostro bel giacchino nuovo.

Quella volta non ci fu bisogno di dire nulla, una signora con delle borse della spesa (forse era appena stata al supermercato) ed un anziano signore stavano già discutendo quando salimmo e continuarono a farlo tranquillamente pure dopo che si erano chiuse le porte, mostrando la massima disinvoltura.

Io andavo a trovare il mio amico Luigi.

Successe che era un venerdì pomeriggio, e proprio come quando si ammala tuo figlio sempre di sabato che i pediatri non ci sono, si bloccò l’ascensore.

Naturalmente tra i due piani.

Dopo il primo momento di strizza l’ovvio “abc” del pronto intervento: lanciare l’allarme e chiamare l’operatore...

Pigio il tasto giallo con la campanella.

Nulla.

Pigio il tasto della chiamata all’operatore e provo a parlare.

Nulla.

Ecco.

Estraggo il telefono per chiamare Luigi e dirgli che il suo maledetto ascensore s’è bloccato, ma non c’è segnale: te pareva.

Anche gli altri due occupanti intanto si stanno attivando coi rispettivi telefonini ed anche loro si accorgono di non avere campo (alla faccia della tecnologia)

A questo punto scoppia il panico.

Ed è un attimo.

La signora comincia a dare fuori di testa dicendo che le vanno a male i formaggi, che ha la figlia da sola e deve assolutamente rientrare a casa, che soffre d’asma e comincia a mancarle l’aria, che adesso sicuramente rimaniamo bloccati per tutto il week end e che lo sapeva che doveva prendere le scale...

E dice tutte queste cose di getto, l’una dietro l’altra senza alcun punto di collegamento, come facesse una lista, come se già il momento non fosse abbastanza complicato di suo, un torrente di parole in piena e guance che diventano rubizze dalla concitazione esalando anche i primi lievi olezzi di sudore, ma questi le ascelle, non le guance.

Guardo l’uomo che stava parlando con lei e, pensando fosse un suo amico, confido in un aiuto. Credevo potesse dire una cosa sensata dall’alto della sua esperienza che avrebbe tranquillizzato la signora, ma giusto mentre il mio sguardo speranzoso incrocia i suoi occhi ed all’interno del solito attimo di prima lui dice: “mi sento male... mi sa che sto per vomitare”.

Cazzo.

Le cose vanno troppo velocemente per i miei gusti... e non verso l’alto!

E quando sono chiamato a decidere in fretta di solito combino casini...: infatti.

Capisco che se non do una smossa alla situazione mi ritrovo con due psicopatici chiuso in un ascensore e con, al momento, poche possibilità di uscirne in fretta, allora decido in un attimo che tanto vale: è meglio che lo psicopatico lo faccia io!

In due secondi ne dico di ogni...

Tutto quello che di più balordo e triste mi viene in mente di poter dire e nel mentre pestando le mani sulle porte e gridando aiuto!

Rilancio un buio e contro buio di matto sul piatto della signora e vado a vedere il bluff del tizio più anziano mettendomi una mano sul cuore a simulare un attacco di cuore... e finalmente piango!

Quando vedo un bel film, nei giorni susseguenti mi capita sempre, davanti allo specchio, di immedesimarmi nelle difficoltà che devono avere gli attori a recitare una parte: spesso provo a imiitare una scena di qualcuno dei film appena veduti.

E sempre riporto la medesima frustrante sensazione di improba capacità, sino a risultare ridicolo... dalle scene amorose come in quelle dove invece interpreto “il cattivo”.

In ognuna di esse il mio ruolo pare essere sempre quello: una ciofeca!

Invece quella volta, un’interpretazione da Oscar!

Così nel giro di una decina di secondi, tanto sono durati gli avvenimenti appena descritti, la situazione s’è ribaltata ed ora sono io quello a dover essere compatito, aiutato, commiserato...

La pazzia altrui mostra sempre la faccia più nascosta della propria: adesso il signore anziano non deve più vomitare ed alla signora non importa più così tanto del formaggio che le si sta squagliando nelle borse, ora sono loro che pigiano l’allarme e tentano di mettersi in contatto con l’assistenza mentre, a turno, tentano di supportarmi moralmente.

Il bisogno aguzza l’ingegno, e stavolta col mio piano d’emergenza pensato in quattro e quattr’otto, sembro proprio aver pescato la carta che incastra la mia scala reale.

Una ventina di minuti dopo siamo fuori... pare che anche se noi non udivamo alcun rumore di sirena né voce che rispondeva, dall’altra parte invece, sentivano tutto.

Per cui l’allarme è regolarmente arrivato e quelli del pronto intervento hanno sentito la nostra richiesta d’aiuto (e speriamo solo quella).

Davanti al tipo dell’emergenza, a qualche immancabile curioso e ad alcuni condomini spieghiamo l’accaduto, Luigi mi dice che è molto dispiaciuto e che non è mai successa una cosa del genere in tanti anni che vive in quel palazzo (che culo), e mentre attorno a me tutti sembrano in qualche modo parlare con qualcuno, per pochi attimi mi cadono gli occhi sul signore anziano che sta guardando verso di me, ma parlando con un suo amico condomino scuote la testa come a dire “poveraccio...”

Preoccupato cerco con lo sguardo la signora che deve essere impegnata a spiegare l’accaduto al tipo della Schindler, ma ci arrivano prima le orecchie ed in quel momento capisco di aver appena perso un piatto di quelli che ti lasciano in mutande:

 

...quel signore stava per avere un attacco di cuore...

 

Museu Nacional de Arte Contemporânea, MNAC, (Museu do Chiado), Lisbon, Portugal

 

Material: Chromo genius photographic proof with digital enlargement on PVC

Collection: MNAC - State purchase to Graça Brandão Gallery (2005)

Inv.: 2618

 

BIOGRAPHY

 

Conheceram-se na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, onde ambos frequentavam o curso de Pintura. A sua parceria artística iniciou-se em 2001 na área do filme experimental analógico, fotografia e instalação, desenvolvendo paralelamente um labor ensaístico que é parte ativa e congregadora dos seus projetos. O seu trabalho apresenta-se como um vasto laboratório de experiências impossíveis que questionam o conhecimento empírico e toda a metafísica existencial. Com base numa crítica mordaz ao positivismo científico e na superacção da antítese entre tecnociência e poesia, integram no seu discurso artístico aspectos como a Patafísica de Alfred Jarry ou a “ciência das soluções imagináveis”, o nonsense e a obsolescência tecnológica. A utilizacção de processos obsoletos de reprodução da imagem, como o filme em 16 mm ou as projeções de slides, ajudam a corroborar um vocabulário estético assente em referências filosóficas como Nietzsche ou a literatura fantástica e de ficção científica. A sua carreira tem sido consolidada a nível internacional em eventos como a Bienal de São Paulo, Brasil (2006), Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2007), Manifesta 7, Kassel, (2008) e PhotoEspaña, Madrid (2008). Em 2004 foram os vencedores do Prémio EDP Novos Artistas. Representaram Portugal na 53.ª Bienal de Veneza, realizada em 2009.

 

Emília Tavares

SOURCE MNAC

www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/112/art...

 

ABOUT THE WORK

 

O sujeito como cerne do desenrolar do acontecimento e não o sujeito no âmago do acontecimento pode resultar num trocadilho eficaz para caracterizar este trabalho, que indaga sobre a relação entre imponderabilidade e vontade face à entidade abstracta e metafísica do acontecimento.

 

A criacção de ficções sobre experimentações de fenómenos dispostos como científicos, amplia o grau de subversão dos limites entre arte e ciência, e particulariza a singularidade artificial dos mesmos até um território em que o acontecer é o elemento gerador de verdade substituindo-se ao conhecimento como paradigma da mesma.

 

Emília Tavares

SOURCE: MNAC

www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/pecas/ver/229/artist

El Palacio Provincial o Palacio de la Diputación Provincial es la sede actual de la Diputación Provincial de Jaén y es una obra del siglo XIX. Se edificó sobre el solar del Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís derribado en 1867, que había sido residencia de Fernando III de Castilla tras la conquista de la ciudad. Este proyecto ecléctico fue obra de Jorge Porrua y Moreno. La portada queda resaltada con triple vano de arcos de medio punto. En el patio interior destaca una fuente monumental procedente del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén. El palacio cuenta con una interesante colección pictórica repartida por sus dependencias.

La Diputación se ubicó en distintos edificios del casco antiguo de la capital hasta que en 1891 el gobierno provincial se trasladó a la Plaza de San Francisco donde se encuentra actualmente, presidiendo el paso de la calle Bernabé Soriano, desde la vecindad de la Catedral.

El primer edificio que alberga la Institución fue el Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís , situado en el mismo lugar en el que se encuentra actualmente, construido en 1246 por Fernando III el Santo como Palacio con capilla y donado en 1354 por el rey Pedro I de Castilla a los frailes franciscanos. Con la desamortización, al igual que el resto de los conventos de la ciudad, pasará a manos públicas alojando la Diputación.

Fue el mal estado del edificio obligó a la Diputación Provincial a itinerar por otros enclaves de la capital, siempre con el deseo de retornar a aquel lugar. A mediados de 1867, el convento en ruinas, fue demolido para levantar en el mismo lugar, tras casi treinta años de construcción, el actual Palacio Provincial. El proyecto corrió a cargo de Jorge Porrua y Moreno, premiado en la Exposición Provincial de 1878.

El Palacio Provincial es la principal obra de la arquitectura civil de la ciudad de Jaén. Presenta una planta tradicional al estilo del palacio italiano renacentista, con dos pisos y sótano que giran en torno a un patio interior.

La fachada principal, pensada como neoclásica, fue remozada con el gusto neobarroco del arquitecto Justino Flores de Llamas , presenta una portada en el centro resaltada con un triple vano de arcos de medio punto, ventanas con balcón corrido en el segundo piso, y un remate de frontón con un reloj, inaugurado el 18 de enero de 1915,1 y el escudo de la provincia. La fachada opuesta, la norte, presenta una forma semicircular, similar a un ábside, que semeja a un hemiciclo, espacio simbólico de democracia local.

En la primera planta se encuentran, entre otras, las dependencias de la Presidencia y el Salón de Personajes Ilustres en cuyas paredes se encuentran los retratos de los anteriores Presidentes de la Diputación. El balcón de esta sala sirve de mirador privilegiado desde el que contemplar la Catedral.

Es un espacio que condensa la luz y la traslada, a través de los vanos de las galerías, a todas las dependencias. En el centro se sitúa una fuente, alrededor de la cual se dispone un jardín, separado de las galerías por unas columnas balaustradas. La fuente procede del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén y fue donada en 1955 por sus propietarios al Instituto de Estudios Giennenses para que ocupara, en un principio, el patio del Museo Provincial, hasta que fue instalada en su actual emplazamiento en 1961; fechada en 1577, es obra de Francisco del Castillo el Mozo, y refleja la advocación principal del convento dominico, Santa María Magdalena, que responde a la fecha de nacimiento del fundador Fray Domingo de Valtanás en el día de la festividad de la santa, el 22 de julio.

 

es.wikipedia.org/wiki/Palacio_Provincial_de_Jaén

 

La Diputación Provincial de Jaén es una institución pública gubernamental que tiene una jurisdicción que se extiende en el ámbito provincial jiennense.

El origen preciso de ésta y las demás diputaciones provinciales se remonta a la Constitución de 1812 en la que se configuran como un soporte clave del nuevo régimen liberal.

El 19 de marzo de ese año se aprobaba la primera Constitución española, con la que se ponían las bases normativas para la nueva división territorial de España. Hasta ese momento el Antiguo Régimen había mantenido un gobierno completamente centralizado en todo el territorio español y, a partir de esta norma fundamental, se inicia un nuevo Estado de carácter liberal en el que el gobierno de las provincias queda descentralizado y en manos de los jefes políticos y las diputaciones provinciales.

Las competencias que la Constitución, y la posterior Instrucción para el gobierno de las provincias de 1813, ponen en manos de las diputaciones son, ante todo, de carácter económico y administrativo, como es su intervención en cuestiones de contribuciones y arbitrios, o de fomento, como el desarrollo de la agricultura, industria y comercio, aunque también reciben funciones políticas como la fiscalización y control de la actividad municipal.

La Constitución de Cádiz creó un régimen jurídico homogéneo para todo el territorio del Estado con dos características fundamentales para las diputaciones: tutela de la administración inferior, es decir ayuntamientos, y carácter fundamentalmente económico y administrativo.

Poco después de aprobada esta norma empiezan a constituirse las corporaciones provinciales y a raíz del Decreto de 23 de mayo de 1812 para el establecimiento de las mismas. La Diputación de Jaén no se constituye hasta junio de 1813, tras dos intentos anteriores fallidos, y actuará durante un año, hasta junio de 1814.

Con la vuelta a España de Fernando VII queda abolida toda la obra de las Cortes de Cádiz y, por Real Decreto de 15 de junio de 1814, se suprimen las instituciones provinciales. La pérdida de las Actas de la Diputación de Jaén en este periodo hace que no podamos saber con certeza cómo fue la desaparición de la institución provincial, que ya estaba extinguida a finales de junio de dicho año.

Pero la Constitución de Cádiz se reinstaura en 1820 tras el pronunciamiento del comandante Rafael de Riego y la jura de la misma por Fernando VII. Restablecido el régimen liberal, se forma en Jaén un nuevo ayuntamiento, se rehabilita la figura del jefe político y se convocan elecciones a diputados provinciales para instalar de nuevo la Diputación. Al igual que ocurre con el primer periodo constitucional, al no conservarse la documentación producida en esta segunda época, no sabemos que día concreto se constituyó la Diputación de Jaén pero sí que ya estaba instalada a finales de abril, con los mismos diputados que cesaron en 1814.

Con fecha 3 de febrero de 1823 se aprueba la nueva Instrucción para el gobierno económico-político de las provincias, reformando la instrucción dictada en 1813 y con la idea clara de desarrollar los preceptos de ésta. Las Diputaciones siguen teniendo unas competencias básicamente económicas y administrativas mientras que las de carácter gubernativo quedan en manos del Jefe Político, como órgano unipersonal dependiente del Ejecutivo.

Esta normativa va a tener un carácter efímero por los acontecimientos nacionales que se viven desde comienzos de 1823, con la evacuación de la familia real y la Corte a Cádiz, la entrada del ejército francés en apoyo de los realistas y la formación de una Junta Provisional de gobierno. El sistema constitucional vuelve a desarticularse y, con ello, desaparecen otra vez las Diputaciones. La Diputación de Jaén del Trienio Liberal deja de existir en junio de 1823.

Tendrán que pasar doce años hasta que las diputaciones provinciales vuelvan a constituirse, durante el gobierno de Mendizábal, en septiembre de 1835 y sean reguladas de nuevo por la Instrucción de 1823.

Por el Real Decreto de 21 de septiembre de 1835 se aprobó la nueva normativa sobre el modo de constituirse las Diputaciones y, disuelta la Junta Gubernativa de Jaén en 27 de octubre de ese año, se procedió a la definitiva instalación de la Diputación de esta provincia teniendo lugar su sesión constitutiva el día 15 de noviembre de 1835.

La diputación presta servicios directos a los ciudadanos y presta apoyo técnico, económico y tecnológico a los ayuntamientos de los municipios de la provincia de Jaén, en la comunidad autónoma de Andalucía, España. Además, coordina algunos servicios municipales y organiza servicios de carácter supramunicipal.

 

es.wikipedia.org/wiki/Diputación_Provincial_de_Jaén

 

El Palacio Provincial o Palacio de la Diputación Provincial es la sede actual de la Diputación Provincial de Jaén y es una obra del siglo XIX. Se edificó sobre el solar del Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís derribado en 1867, que había sido residencia de Fernando III de Castilla tras la conquista de la ciudad. Este proyecto ecléctico fue obra de Jorge Porrua y Moreno. La portada queda resaltada con triple vano de arcos de medio punto. En el patio interior destaca una fuente monumental procedente del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén. El palacio cuenta con una interesante colección pictórica repartida por sus dependencias.

La Diputación se ubicó en distintos edificios del casco antiguo de la capital hasta que en 1891 el gobierno provincial se trasladó a la Plaza de San Francisco donde se encuentra actualmente, presidiendo el paso de la calle Bernabé Soriano, desde la vecindad de la Catedral.

El primer edificio que alberga la Institución fue el Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís , situado en el mismo lugar en el que se encuentra actualmente, construido en 1246 por Fernando III el Santo como Palacio con capilla y donado en 1354 por el rey Pedro I de Castilla a los frailes franciscanos. Con la desamortización, al igual que el resto de los conventos de la ciudad, pasará a manos públicas alojando la Diputación.

Fue el mal estado del edificio obligó a la Diputación Provincial a itinerar por otros enclaves de la capital, siempre con el deseo de retornar a aquel lugar. A mediados de 1867, el convento en ruinas, fue demolido para levantar en el mismo lugar, tras casi treinta años de construcción, el actual Palacio Provincial. El proyecto corrió a cargo de Jorge Porrua y Moreno, premiado en la Exposición Provincial de 1878.

El Palacio Provincial es la principal obra de la arquitectura civil de la ciudad de Jaén. Presenta una planta tradicional al estilo del palacio italiano renacentista, con dos pisos y sótano que giran en torno a un patio interior.

La fachada principal, pensada como neoclásica, fue remozada con el gusto neobarroco del arquitecto Justino Flores de Llamas , presenta una portada en el centro resaltada con un triple vano de arcos de medio punto, ventanas con balcón corrido en el segundo piso, y un remate de frontón con un reloj, inaugurado el 18 de enero de 1915,1 y el escudo de la provincia. La fachada opuesta, la norte, presenta una forma semicircular, similar a un ábside, que semeja a un hemiciclo, espacio simbólico de democracia local.

En la primera planta se encuentran, entre otras, las dependencias de la Presidencia y el Salón de Personajes Ilustres en cuyas paredes se encuentran los retratos de los anteriores Presidentes de la Diputación. El balcón de esta sala sirve de mirador privilegiado desde el que contemplar la Catedral.

Es un espacio que condensa la luz y la traslada, a través de los vanos de las galerías, a todas las dependencias. En el centro se sitúa una fuente, alrededor de la cual se dispone un jardín, separado de las galerías por unas columnas balaustradas. La fuente procede del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén y fue donada en 1955 por sus propietarios al Instituto de Estudios Giennenses para que ocupara, en un principio, el patio del Museo Provincial, hasta que fue instalada en su actual emplazamiento en 1961; fechada en 1577, es obra de Francisco del Castillo el Mozo, y refleja la advocación principal del convento dominico, Santa María Magdalena, que responde a la fecha de nacimiento del fundador Fray Domingo de Valtanás en el día de la festividad de la santa, el 22 de julio.

 

es.wikipedia.org/wiki/Palacio_Provincial_de_Jaén

 

La Diputación Provincial de Jaén es una institución pública gubernamental que tiene una jurisdicción que se extiende en el ámbito provincial jiennense.

El origen preciso de ésta y las demás diputaciones provinciales se remonta a la Constitución de 1812 en la que se configuran como un soporte clave del nuevo régimen liberal.

El 19 de marzo de ese año se aprobaba la primera Constitución española, con la que se ponían las bases normativas para la nueva división territorial de España. Hasta ese momento el Antiguo Régimen había mantenido un gobierno completamente centralizado en todo el territorio español y, a partir de esta norma fundamental, se inicia un nuevo Estado de carácter liberal en el que el gobierno de las provincias queda descentralizado y en manos de los jefes políticos y las diputaciones provinciales.

Las competencias que la Constitución, y la posterior Instrucción para el gobierno de las provincias de 1813, ponen en manos de las diputaciones son, ante todo, de carácter económico y administrativo, como es su intervención en cuestiones de contribuciones y arbitrios, o de fomento, como el desarrollo de la agricultura, industria y comercio, aunque también reciben funciones políticas como la fiscalización y control de la actividad municipal.

La Constitución de Cádiz creó un régimen jurídico homogéneo para todo el territorio del Estado con dos características fundamentales para las diputaciones: tutela de la administración inferior, es decir ayuntamientos, y carácter fundamentalmente económico y administrativo.

Poco después de aprobada esta norma empiezan a constituirse las corporaciones provinciales y a raíz del Decreto de 23 de mayo de 1812 para el establecimiento de las mismas. La Diputación de Jaén no se constituye hasta junio de 1813, tras dos intentos anteriores fallidos, y actuará durante un año, hasta junio de 1814.

Con la vuelta a España de Fernando VII queda abolida toda la obra de las Cortes de Cádiz y, por Real Decreto de 15 de junio de 1814, se suprimen las instituciones provinciales. La pérdida de las Actas de la Diputación de Jaén en este periodo hace que no podamos saber con certeza cómo fue la desaparición de la institución provincial, que ya estaba extinguida a finales de junio de dicho año.

Pero la Constitución de Cádiz se reinstaura en 1820 tras el pronunciamiento del comandante Rafael de Riego y la jura de la misma por Fernando VII. Restablecido el régimen liberal, se forma en Jaén un nuevo ayuntamiento, se rehabilita la figura del jefe político y se convocan elecciones a diputados provinciales para instalar de nuevo la Diputación. Al igual que ocurre con el primer periodo constitucional, al no conservarse la documentación producida en esta segunda época, no sabemos que día concreto se constituyó la Diputación de Jaén pero sí que ya estaba instalada a finales de abril, con los mismos diputados que cesaron en 1814.

Con fecha 3 de febrero de 1823 se aprueba la nueva Instrucción para el gobierno económico-político de las provincias, reformando la instrucción dictada en 1813 y con la idea clara de desarrollar los preceptos de ésta. Las Diputaciones siguen teniendo unas competencias básicamente económicas y administrativas mientras que las de carácter gubernativo quedan en manos del Jefe Político, como órgano unipersonal dependiente del Ejecutivo.

Esta normativa va a tener un carácter efímero por los acontecimientos nacionales que se viven desde comienzos de 1823, con la evacuación de la familia real y la Corte a Cádiz, la entrada del ejército francés en apoyo de los realistas y la formación de una Junta Provisional de gobierno. El sistema constitucional vuelve a desarticularse y, con ello, desaparecen otra vez las Diputaciones. La Diputación de Jaén del Trienio Liberal deja de existir en junio de 1823.

Tendrán que pasar doce años hasta que las diputaciones provinciales vuelvan a constituirse, durante el gobierno de Mendizábal, en septiembre de 1835 y sean reguladas de nuevo por la Instrucción de 1823.

Por el Real Decreto de 21 de septiembre de 1835 se aprobó la nueva normativa sobre el modo de constituirse las Diputaciones y, disuelta la Junta Gubernativa de Jaén en 27 de octubre de ese año, se procedió a la definitiva instalación de la Diputación de esta provincia teniendo lugar su sesión constitutiva el día 15 de noviembre de 1835.

La diputación presta servicios directos a los ciudadanos y presta apoyo técnico, económico y tecnológico a los ayuntamientos de los municipios de la provincia de Jaén, en la comunidad autónoma de Andalucía, España. Además, coordina algunos servicios municipales y organiza servicios de carácter supramunicipal.

 

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Millbrook Village, Nueva Jersey

 

El molino de molienda actual en Millbrook, Nueva Jersey, fue construido en el sitio del molino de molienda de 1832 de Abram Garis.

El molino actual en Millbrook, Nueva Jersey, fue construido en el sitio de Abram Garis en 1832

 

Millbrook Village en el municipio de Hardwick, Nueva Jersey, es un pueblo original y recreado ubicado en Old Mine Road en el Área de Recreación Nacional de Delaware Water Gap.

 

El pueblo de la historia viva es una de las atracciones más notables en el área donde sobreviven varias estructuras de 1800 y los aspectos de la vida pionera son exhibidos y ocasionalmente demostrados por voluntarios calificados y dedicados.

 

Millbrook comenzó en 1832 cuando un agricultor local llamado Abram Garris construyó un molino a lo largo de la recién terminada Columbia-Walpack Turnpike, donde cruzó un arroyo conocido como Van Campens Mill Brook. En poco tiempo, otros granjeros del área estaban llevando su grano a Garris para su procesamiento.

 

En unos pocos años, un pequeño pueblo comenzó a crecer alrededor del molino que incluía una herrería y una tienda de abarrotes. Pronto, otros comerciantes también abrieron negocios y nació el pueblo de Millbrook. El pueblo se extendía en una línea a ambos lados de la autopista de peaje. Aislado por su ubicación entre el río Delaware y las montañas, el pueblo era bastante autosuficiente a medida que los residentes crecían o hacían mucho de lo que necesitaban y obtenían otros bienes de la tienda general. o de comerciantes locales. La comunidad continuó creciendo hasta justo después de la Guerra Civil, cuando alcanzó su punto máximo con 19 edificios principales, incluida una Iglesia Metodista, una escuela, un hotel y aproximadamente 75 residentes.

 

Sin embargo, la segunda mitad del siglo XIX trajo avances tecnológicos a gran parte de los Estados Unidos. El pequeño pueblo pronto descubrió que el antiguo molino no era tan eficiente como los nuevos y que los pequeños agricultores no podían competir. Cuando el ferrocarril pasó por alto a Millbrook, fue una sentencia de muerte para el pueblo. Pronto, los jóvenes se mudaron a las ciudades en busca de trabajo y, a medida que la población disminuía, las empresas y los comerciantes se iban a otro lado. El molino de Garis cerró justo después de 1900.

  

Con los años, muchos de los edificios de la ciudad se deterioraron o fueron condenados para dar paso al proyecto de la presa Tocks Island en la década de 1960. Cuando el proyecto de la presa falló, la tierra que se había adquirido a través de un dominio eminente se entregó al Servicio de Parques Nacionales y se convirtió en parte del Área de Recreación Nacional de Delaware Water Gap, establecida oficialmente el 1 de septiembre de 1965.

A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática, (CCT) reunida sob a presidência do senador Zeze Perrella (PDT-MG), aprovou (16/04) a realização de audiências públicas para debater soluções que assegurem a exploração, pelo Brasil, de suas jazidas de terras-raras, recursos naturais que contem elementos químicos essenciais a equipamentos de alta tecnologia.

    

Para o primeiro debate, em data a ser marcada, será convidado o vice-presidente do BNDES, João Carlos Ferraz, além de integrantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Ministério de Minas e Energia. A lista inclui ainda representantes do Senai e de entidades que atuam na pesquisa e inovação tecnológica.

    

A exploração das terras-raras foi sugerida pelo senador Luis Henrique (PMDB-SC), colocada em votação pelo presidente Zeze Perrella e aprovada anteriormente. Foi criada, em consequência, a Subcomissão Temporária para Elaboração de Projeto de Lei do Marco Regulatório da Mineração e da Exploração de terras-raras no Brasil, que funciona no âmbito da própria CCT.

    

O objetivo é discutir a exploração desses minerais estratégicos e a elaboração de um projeto de lei para a instituição do marco regulatório que estimule não somente a exploração de terras-raras, como também o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva a partir de seus recursos. Trata-se de uma questão estratégica para o Brasil, observou o senador Luiz Henrique.

    

Os elementos químicos das terras-raras estão presentes em tablets, aparelhos celulares, lasers, turbinas de energia eólica, aparelhos de ressonância magnética, mísseis teleguiados e carros híbridos (movidos a gasolina e eletricidade), entre outros produtos.

    

A China entrou na produção desses produtos em meados dos anos 80, adotando estratégia agressiva, e atualmente domina o mercado mundial. Com subsídios estatais à pesquisa tecnológica e à extração, conseguiu dominar o mercado internacional com preços irrisórios. A intenção brasileira é participar ativamente do mercado internacional, já que existem jazidas em várias partes de seu território.

        

Radiodifusão

    

A Comissão de Ciência e Tecnologia aprovou na reunião presidida por Perrella 22 projetos de decreto legislativo sobre outorgas de permissão ou renovação para serviços de radiodifusão, entre emissoras de rádio e televisão. Os projetos receberam decisão terminativa, devendo seguir agora para sanção presidencial.

    

As emissoras aprovadas são nas seguintes cidades: Barra do Quaraí (RS), Bom Sucesso (MG), Campinas (SP), Muaná (PA), Caldas Novas (GO), Campina Grande (PB), Machado (MG), Três Ranchos (GO), Diadema (SP), Campanha (MG), Bertioga (SP), Nanuque (MG), Florínea (SP), Araraquara (SP), Araçatuba (SP), Lavras (MG), São José dos Campos (SP), Cachoeiro do Itapemirim (ES), Gravatal (SC), Caseiros (RS), Ipueiras (CE) e Capela (SE).

        

Agência Senado e

Assessoria de imprensa

Márcia Kalume/Agência Senado

A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, localizada no bairro do Altiplano em João Pessoa, capital do estado brasileiro da Paraíba, foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurada no dia 3 de julho de 2008.

A Estação tem a missão de levar cultura, arte, ciência e tecnologia à população de forma gratuita. Além da proposta cultural, a Estação se apresenta como ponto turístico e cartão-postal da cidade.

El primer modelo que salió del 160 era el ebro 160 a secas, en 1967. El motor era el mismo que el del ebro super-55 (fordson super major new performance), al que le aumentaron la regulación de la bomba inyectora para dar más rpm y más potencia. Daba 61CV a 1950rpm...

La carrocería efectivamente, era similar a la massey ferguson serie 100, debido al acuerdo que en esa fecha estableció ebro con esa marca para fabricar tractores MF y apoyar tecnológicamente a Motor Ibérica (EBRO).

MONACO MUSEO DELLA SCIENZA E TECNOLOGIA

www.salvatorelofaro

 

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El Palacio Provincial o Palacio de la Diputación Provincial es la sede actual de la Diputación Provincial de Jaén y es una obra del siglo XIX. Se edificó sobre el solar del Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís derribado en 1867, que había sido residencia de Fernando III de Castilla tras la conquista de la ciudad. Este proyecto ecléctico fue obra de Jorge Porrua y Moreno. La portada queda resaltada con triple vano de arcos de medio punto. En el patio interior destaca una fuente monumental procedente del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén. El palacio cuenta con una interesante colección pictórica repartida por sus dependencias.

La Diputación se ubicó en distintos edificios del casco antiguo de la capital hasta que en 1891 el gobierno provincial se trasladó a la Plaza de San Francisco donde se encuentra actualmente, presidiendo el paso de la calle Bernabé Soriano, desde la vecindad de la Catedral.

El primer edificio que alberga la Institución fue el Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís , situado en el mismo lugar en el que se encuentra actualmente, construido en 1246 por Fernando III el Santo como Palacio con capilla y donado en 1354 por el rey Pedro I de Castilla a los frailes franciscanos. Con la desamortización, al igual que el resto de los conventos de la ciudad, pasará a manos públicas alojando la Diputación.

Fue el mal estado del edificio obligó a la Diputación Provincial a itinerar por otros enclaves de la capital, siempre con el deseo de retornar a aquel lugar. A mediados de 1867, el convento en ruinas, fue demolido para levantar en el mismo lugar, tras casi treinta años de construcción, el actual Palacio Provincial. El proyecto corrió a cargo de Jorge Porrua y Moreno, premiado en la Exposición Provincial de 1878.

El Palacio Provincial es la principal obra de la arquitectura civil de la ciudad de Jaén. Presenta una planta tradicional al estilo del palacio italiano renacentista, con dos pisos y sótano que giran en torno a un patio interior.

La fachada principal, pensada como neoclásica, fue remozada con el gusto neobarroco del arquitecto Justino Flores de Llamas , presenta una portada en el centro resaltada con un triple vano de arcos de medio punto, ventanas con balcón corrido en el segundo piso, y un remate de frontón con un reloj, inaugurado el 18 de enero de 1915,1 y el escudo de la provincia. La fachada opuesta, la norte, presenta una forma semicircular, similar a un ábside, que semeja a un hemiciclo, espacio simbólico de democracia local.

En la primera planta se encuentran, entre otras, las dependencias de la Presidencia y el Salón de Personajes Ilustres en cuyas paredes se encuentran los retratos de los anteriores Presidentes de la Diputación. El balcón de esta sala sirve de mirador privilegiado desde el que contemplar la Catedral.

Es un espacio que condensa la luz y la traslada, a través de los vanos de las galerías, a todas las dependencias. En el centro se sitúa una fuente, alrededor de la cual se dispone un jardín, separado de las galerías por unas columnas balaustradas. La fuente procede del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén y fue donada en 1955 por sus propietarios al Instituto de Estudios Giennenses para que ocupara, en un principio, el patio del Museo Provincial, hasta que fue instalada en su actual emplazamiento en 1961; fechada en 1577, es obra de Francisco del Castillo el Mozo, y refleja la advocación principal del convento dominico, Santa María Magdalena, que responde a la fecha de nacimiento del fundador Fray Domingo de Valtanás en el día de la festividad de la santa, el 22 de julio.

 

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La Diputación Provincial de Jaén es una institución pública gubernamental que tiene una jurisdicción que se extiende en el ámbito provincial jiennense.

El origen preciso de ésta y las demás diputaciones provinciales se remonta a la Constitución de 1812 en la que se configuran como un soporte clave del nuevo régimen liberal.

El 19 de marzo de ese año se aprobaba la primera Constitución española, con la que se ponían las bases normativas para la nueva división territorial de España. Hasta ese momento el Antiguo Régimen había mantenido un gobierno completamente centralizado en todo el territorio español y, a partir de esta norma fundamental, se inicia un nuevo Estado de carácter liberal en el que el gobierno de las provincias queda descentralizado y en manos de los jefes políticos y las diputaciones provinciales.

Las competencias que la Constitución, y la posterior Instrucción para el gobierno de las provincias de 1813, ponen en manos de las diputaciones son, ante todo, de carácter económico y administrativo, como es su intervención en cuestiones de contribuciones y arbitrios, o de fomento, como el desarrollo de la agricultura, industria y comercio, aunque también reciben funciones políticas como la fiscalización y control de la actividad municipal.

La Constitución de Cádiz creó un régimen jurídico homogéneo para todo el territorio del Estado con dos características fundamentales para las diputaciones: tutela de la administración inferior, es decir ayuntamientos, y carácter fundamentalmente económico y administrativo.

Poco después de aprobada esta norma empiezan a constituirse las corporaciones provinciales y a raíz del Decreto de 23 de mayo de 1812 para el establecimiento de las mismas. La Diputación de Jaén no se constituye hasta junio de 1813, tras dos intentos anteriores fallidos, y actuará durante un año, hasta junio de 1814.

Con la vuelta a España de Fernando VII queda abolida toda la obra de las Cortes de Cádiz y, por Real Decreto de 15 de junio de 1814, se suprimen las instituciones provinciales. La pérdida de las Actas de la Diputación de Jaén en este periodo hace que no podamos saber con certeza cómo fue la desaparición de la institución provincial, que ya estaba extinguida a finales de junio de dicho año.

Pero la Constitución de Cádiz se reinstaura en 1820 tras el pronunciamiento del comandante Rafael de Riego y la jura de la misma por Fernando VII. Restablecido el régimen liberal, se forma en Jaén un nuevo ayuntamiento, se rehabilita la figura del jefe político y se convocan elecciones a diputados provinciales para instalar de nuevo la Diputación. Al igual que ocurre con el primer periodo constitucional, al no conservarse la documentación producida en esta segunda época, no sabemos que día concreto se constituyó la Diputación de Jaén pero sí que ya estaba instalada a finales de abril, con los mismos diputados que cesaron en 1814.

Con fecha 3 de febrero de 1823 se aprueba la nueva Instrucción para el gobierno económico-político de las provincias, reformando la instrucción dictada en 1813 y con la idea clara de desarrollar los preceptos de ésta. Las Diputaciones siguen teniendo unas competencias básicamente económicas y administrativas mientras que las de carácter gubernativo quedan en manos del Jefe Político, como órgano unipersonal dependiente del Ejecutivo.

Esta normativa va a tener un carácter efímero por los acontecimientos nacionales que se viven desde comienzos de 1823, con la evacuación de la familia real y la Corte a Cádiz, la entrada del ejército francés en apoyo de los realistas y la formación de una Junta Provisional de gobierno. El sistema constitucional vuelve a desarticularse y, con ello, desaparecen otra vez las Diputaciones. La Diputación de Jaén del Trienio Liberal deja de existir en junio de 1823.

Tendrán que pasar doce años hasta que las diputaciones provinciales vuelvan a constituirse, durante el gobierno de Mendizábal, en septiembre de 1835 y sean reguladas de nuevo por la Instrucción de 1823.

Por el Real Decreto de 21 de septiembre de 1835 se aprobó la nueva normativa sobre el modo de constituirse las Diputaciones y, disuelta la Junta Gubernativa de Jaén en 27 de octubre de ese año, se procedió a la definitiva instalación de la Diputación de esta provincia teniendo lugar su sesión constitutiva el día 15 de noviembre de 1835.

La diputación presta servicios directos a los ciudadanos y presta apoyo técnico, económico y tecnológico a los ayuntamientos de los municipios de la provincia de Jaén, en la comunidad autónoma de Andalucía, España. Además, coordina algunos servicios municipales y organiza servicios de carácter supramunicipal.

 

es.wikipedia.org/wiki/Diputación_Provincial_de_Jaén

 

El Palacio Provincial o Palacio de la Diputación Provincial es la sede actual de la Diputación Provincial de Jaén y es una obra del siglo XIX. Se edificó sobre el solar del Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís derribado en 1867, que había sido residencia de Fernando III de Castilla tras la conquista de la ciudad. Este proyecto ecléctico fue obra de Jorge Porrua y Moreno. La portada queda resaltada con triple vano de arcos de medio punto. En el patio interior destaca una fuente monumental procedente del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén. El palacio cuenta con una interesante colección pictórica repartida por sus dependencias.

La Diputación se ubicó en distintos edificios del casco antiguo de la capital hasta que en 1891 el gobierno provincial se trasladó a la Plaza de San Francisco donde se encuentra actualmente, presidiendo el paso de la calle Bernabé Soriano, desde la vecindad de la Catedral.

El primer edificio que alberga la Institución fue el Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís , situado en el mismo lugar en el que se encuentra actualmente, construido en 1246 por Fernando III el Santo como Palacio con capilla y donado en 1354 por el rey Pedro I de Castilla a los frailes franciscanos. Con la desamortización, al igual que el resto de los conventos de la ciudad, pasará a manos públicas alojando la Diputación.

Fue el mal estado del edificio obligó a la Diputación Provincial a itinerar por otros enclaves de la capital, siempre con el deseo de retornar a aquel lugar. A mediados de 1867, el convento en ruinas, fue demolido para levantar en el mismo lugar, tras casi treinta años de construcción, el actual Palacio Provincial. El proyecto corrió a cargo de Jorge Porrua y Moreno, premiado en la Exposición Provincial de 1878.

El Palacio Provincial es la principal obra de la arquitectura civil de la ciudad de Jaén. Presenta una planta tradicional al estilo del palacio italiano renacentista, con dos pisos y sótano que giran en torno a un patio interior.

La fachada principal, pensada como neoclásica, fue remozada con el gusto neobarroco del arquitecto Justino Flores de Llamas , presenta una portada en el centro resaltada con un triple vano de arcos de medio punto, ventanas con balcón corrido en el segundo piso, y un remate de frontón con un reloj, inaugurado el 18 de enero de 1915, y el escudo de la provincia. La fachada opuesta, la norte, presenta una forma semicircular, similar a un ábside, que semeja a un hemiciclo, espacio simbólico de democracia local.

En la primera planta se encuentran, entre otras, las dependencias de la Presidencia y el Salón de Personajes Ilustres en cuyas paredes se encuentran los retratos de los anteriores Presidentes de la Diputación. El balcón de esta sala sirve de mirador privilegiado desde el que contemplar la Catedral.

Es un espacio que condensa la luz y la traslada, a través de los vanos de las galerías, a todas las dependencias. En el centro se sitúa una fuente, alrededor de la cual se dispone un jardín, separado de las galerías por unas columnas balaustradas. La fuente procede del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén y fue donada en 1955 por sus propietarios al Instituto de Estudios Giennenses para que ocupara, en un principio, el patio del Museo Provincial, hasta que fue instalada en su actual emplazamiento en 1961; fechada en 1577, es obra de Francisco del Castillo el Mozo, y refleja la advocación principal del convento dominico, Santa María Magdalena, que responde a la fecha de nacimiento del fundador Fray Domingo de Valtanás en el día de la festividad de la santa, el 22 de julio.

 

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La Diputación Provincial de Jaén es una institución pública gubernamental que tiene una jurisdicción que se extiende en el ámbito provincial jiennense.

El origen preciso de ésta y las demás diputaciones provinciales se remonta a la Constitución de 1812 en la que se configuran como un soporte clave del nuevo régimen liberal.

El 19 de marzo de ese año se aprobaba la primera Constitución española, con la que se ponían las bases normativas para la nueva división territorial de España. Hasta ese momento el Antiguo Régimen había mantenido un gobierno completamente centralizado en todo el territorio español y, a partir de esta norma fundamental, se inicia un nuevo Estado de carácter liberal en el que el gobierno de las provincias queda descentralizado y en manos de los jefes políticos y las diputaciones provinciales.

Las competencias que la Constitución, y la posterior Instrucción para el gobierno de las provincias de 1813, ponen en manos de las diputaciones son, ante todo, de carácter económico y administrativo, como es su intervención en cuestiones de contribuciones y arbitrios, o de fomento, como el desarrollo de la agricultura, industria y comercio, aunque también reciben funciones políticas como la fiscalización y control de la actividad municipal.

La Constitución de Cádiz creó un régimen jurídico homogéneo para todo el territorio del Estado con dos características fundamentales para las diputaciones: tutela de la administración inferior, es decir ayuntamientos, y carácter fundamentalmente económico y administrativo.

Poco después de aprobada esta norma empiezan a constituirse las corporaciones provinciales y a raíz del Decreto de 23 de mayo de 1812 para el establecimiento de las mismas. La Diputación de Jaén no se constituye hasta junio de 1813, tras dos intentos anteriores fallidos, y actuará durante un año, hasta junio de 1814.

Con la vuelta a España de Fernando VII queda abolida toda la obra de las Cortes de Cádiz y, por Real Decreto de 15 de junio de 1814, se suprimen las instituciones provinciales. La pérdida de las Actas de la Diputación de Jaén en este periodo hace que no podamos saber con certeza cómo fue la desaparición de la institución provincial, que ya estaba extinguida a finales de junio de dicho año.

Pero la Constitución de Cádiz se reinstaura en 1820 tras el pronunciamiento del comandante Rafael de Riego y la jura de la misma por Fernando VII. Restablecido el régimen liberal, se forma en Jaén un nuevo ayuntamiento, se rehabilita la figura del jefe político y se convocan elecciones a diputados provinciales para instalar de nuevo la Diputación. Al igual que ocurre con el primer periodo constitucional, al no conservarse la documentación producida en esta segunda época, no sabemos que día concreto se constituyó la Diputación de Jaén pero sí que ya estaba instalada a finales de abril, con los mismos diputados que cesaron en 1814.

Con fecha 3 de febrero de 1823 se aprueba la nueva Instrucción para el gobierno económico-político de las provincias, reformando la instrucción dictada en 1813 y con la idea clara de desarrollar los preceptos de ésta. Las Diputaciones siguen teniendo unas competencias básicamente económicas y administrativas mientras que las de carácter gubernativo quedan en manos del Jefe Político, como órgano unipersonal dependiente del Ejecutivo.

Esta normativa va a tener un carácter efímero por los acontecimientos nacionales que se viven desde comienzos de 1823, con la evacuación de la familia real y la Corte a Cádiz, la entrada del ejército francés en apoyo de los realistas y la formación de una Junta Provisional de gobierno. El sistema constitucional vuelve a desarticularse y, con ello, desaparecen otra vez las Diputaciones. La Diputación de Jaén del Trienio Liberal deja de existir en junio de 1823.

Tendrán que pasar doce años hasta que las diputaciones provinciales vuelvan a constituirse, durante el gobierno de Mendizábal, en septiembre de 1835 y sean reguladas de nuevo por la Instrucción de 1823.

Por el Real Decreto de 21 de septiembre de 1835 se aprobó la nueva normativa sobre el modo de constituirse las Diputaciones y, disuelta la Junta Gubernativa de Jaén en 27 de octubre de ese año, se procedió a la definitiva instalación de la Diputación de esta provincia teniendo lugar su sesión constitutiva el día 15 de noviembre de 1835.

La diputación presta servicios directos a los ciudadanos y presta apoyo técnico, económico y tecnológico a los ayuntamientos de los municipios de la provincia de Jaén, en la comunidad autónoma de Andalucía, España. Además, coordina algunos servicios municipales y organiza servicios de carácter supramunicipal.

 

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Jaén es una ciudad y municipio español de la comunidad autónoma de Andalucía, capital de la provincia homónima. Ostenta el título de «Muy Noble y Muy Leal Ciudad de Jaén, Guarda y Defendimiento de los Reinos de Castilla» y es conocida como la «capital del Santo Reino». Cuenta en 2018 con una población de 113 522 habitantes según el INE, 54 948 hombres y 59 290 mujeres, lo que supone aproximadamente una sexta parte de la población de toda la provincia. La ciudad se enmarca dentro del área metropolitana de Jaén de la que es cabecera, y absorbe un tercio de la población total de la provincia de Jaén. Su superficie es de 424,30 km² También es sede del partido judicial número 1 de la provincia y de la diócesis homónima.

Se alza al pie del cerro de Santa Catalina, con calles empinadas y de pronunciadas pendientes que definen su urbanismo, ensanchándose hacia las zonas más llanas y amplias de los nuevos barrios y bulevares. En sus alrededores abundan fértiles tierras de cultivo, y extensos olivares que cubren gran parte de su término. Hacia el sur y el sureste se encuentran las sierras de Jaén y Jabalcuz, y al norte se abre el llano del río Guadalbullón, que pasa a muy corta distancia de la ciudad.

Debido a su situación, Jaén ha tenido una gran importancia estratégica, habiéndose encontrado en su núcleo urbano varios de los asentamientos humanos más antiguos de Europa. Del mismo modo, tuvo gran importancia en la historia de al-Ándalus y del Reino de Castilla.

La actividad económica más importante de la provincia de Jaén es la producción de aceite de oliva, siendo la mayor productora mundial, lo cual queda patente bajo el lema que recibe la ciudad, como «Capital mundial del aceite de oliva». En este sentido, la ciudad alberga desde el año 1983 y de forma bienal Expoliva, una feria internacional de referente mundial dedicada al sector del aceite de oliva e industrias afines, celebrada actualmente en la Institución Ferial de Jaén. No obstante, la economía también está basada en el sector servicios, la administración, la industria agrícola y alimentaria, la construcción, y un incipiente turismo cultural.

Entre su patrimonio histórico-artístico cabe destacar la catedral de la Asunción de la Virgen, el castillo con sus tres alcázares, los Baños Árabes y el emblemático Monumento a las Batallas, situado en la céntrica Plaza de las Batallas, que conmemora la batalla de Las Navas de Tolosa y la batalla de Bailén, ambas acaecidas en la provincia de Jaén.

Las fiestas populares más representativas de Jaén son las «Lumbres de San Antón», que se celebran la noche del 16 al 17 de enero. Durante esa noche se corre la Carrera Urbana Internacional Noche de San Antón. En octubre se celebra la feria de San Lucas. Su origen data del siglo XIV, siendo su día grande el 18 de octubre. Especial mención tiene la Semana Santa de Jaén, declarada Fiesta de Interés Turístico Nacional, teniendo gran expectación la procesión de «El Abuelo», durante la madrugada del Viernes Santo.

En la actualidad algunos proyectos a realizar en la ciudad son la finalización del sistema tranviario y cercanías del área metropolitana, el Museo Internacional de Arte Íbero, la construcción de las infraestructuras necesarias para la conexión ferroviaria con trenes de AVE o la restauración del Convento de Santo Domingo.

 

es.wikipedia.org/wiki/Jaén

jaenpedia.wikanda.es/wiki/Jaén

 

Jaén (Spanish pronunciation: [xaˈen]) is a city in south-central Spain. The name is most likely derived from the Roman name Villa Gaiena (Villa of Gaius), which the Arabs called Jayyān It is the capital of the province of Jaén, and is located in the autonomous community of Andalusia.

The inhabitants of the city are known as Jiennenses. Its population is 116,731 (2012), about one-sixth of the population of the province. Recently Jaén has had a great increase in cultural tourism, having received 604,523 tourists along the year 2015, 10% more than in 2014. The city is also known as the World Capital of Olive Oil, because it is the biggest producer of the oil, known by locals as liquid gold.

The layout of Jaén is determined by its position in the hills of the Santa Catalina mountains, with steep, narrow streets, in the historical central city district. The city of Jaén is the administrative and industrial centre for the province. Industrial establishments in the city include chemical works, tanneries, distilleries, cookie factories, textile factories, as well as agricultural and olive oil processing machinery industry.

 

en.wikipedia.org/wiki/Jaén,_Spain

 

El Palacio Provincial o Palacio de la Diputación Provincial es la sede actual de la Diputación Provincial de Jaén y es una obra del siglo XIX. Se edificó sobre el solar del Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís derribado en 1867, que había sido residencia de Fernando III de Castilla tras la conquista de la ciudad. Este proyecto ecléctico fue obra de Jorge Porrua y Moreno. La portada queda resaltada con triple vano de arcos de medio punto. En el patio interior destaca una fuente monumental procedente del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén. El palacio cuenta con una interesante colección pictórica repartida por sus dependencias.

La Diputación se ubicó en distintos edificios del casco antiguo de la capital hasta que en 1891 el gobierno provincial se trasladó a la Plaza de San Francisco donde se encuentra actualmente, presidiendo el paso de la calle Bernabé Soriano, desde la vecindad de la Catedral.

El primer edificio que alberga la Institución fue el Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís , situado en el mismo lugar en el que se encuentra actualmente, construido en 1246 por Fernando III el Santo como Palacio con capilla y donado en 1354 por el rey Pedro I de Castilla a los frailes franciscanos. Con la desamortización, al igual que el resto de los conventos de la ciudad, pasará a manos públicas alojando la Diputación.

Fue el mal estado del edificio obligó a la Diputación Provincial a itinerar por otros enclaves de la capital, siempre con el deseo de retornar a aquel lugar. A mediados de 1867, el convento en ruinas, fue demolido para levantar en el mismo lugar, tras casi treinta años de construcción, el actual Palacio Provincial. El proyecto corrió a cargo de Jorge Porrua y Moreno, premiado en la Exposición Provincial de 1878.

El Palacio Provincial es la principal obra de la arquitectura civil de la ciudad de Jaén. Presenta una planta tradicional al estilo del palacio italiano renacentista, con dos pisos y sótano que giran en torno a un patio interior.

La fachada principal, pensada como neoclásica, fue remozada con el gusto neobarroco del arquitecto Justino Flores de Llamas , presenta una portada en el centro resaltada con un triple vano de arcos de medio punto, ventanas con balcón corrido en el segundo piso, y un remate de frontón con un reloj, inaugurado el 18 de enero de 1915,1 y el escudo de la provincia. La fachada opuesta, la norte, presenta una forma semicircular, similar a un ábside, que semeja a un hemiciclo, espacio simbólico de democracia local.

En la primera planta se encuentran, entre otras, las dependencias de la Presidencia y el Salón de Personajes Ilustres en cuyas paredes se encuentran los retratos de los anteriores Presidentes de la Diputación. El balcón de esta sala sirve de mirador privilegiado desde el que contemplar la Catedral.

Es un espacio que condensa la luz y la traslada, a través de los vanos de las galerías, a todas las dependencias. En el centro se sitúa una fuente, alrededor de la cual se dispone un jardín, separado de las galerías por unas columnas balaustradas. La fuente procede del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén y fue donada en 1955 por sus propietarios al Instituto de Estudios Giennenses para que ocupara, en un principio, el patio del Museo Provincial, hasta que fue instalada en su actual emplazamiento en 1961; fechada en 1577, es obra de Francisco del Castillo el Mozo, y refleja la advocación principal del convento dominico, Santa María Magdalena, que responde a la fecha de nacimiento del fundador Fray Domingo de Valtanás en el día de la festividad de la santa, el 22 de julio.

 

es.wikipedia.org/wiki/Palacio_Provincial_de_Jaén

 

La Diputación Provincial de Jaén es una institución pública gubernamental que tiene una jurisdicción que se extiende en el ámbito provincial jiennense.

El origen preciso de ésta y las demás diputaciones provinciales se remonta a la Constitución de 1812 en la que se configuran como un soporte clave del nuevo régimen liberal.

El 19 de marzo de ese año se aprobaba la primera Constitución española, con la que se ponían las bases normativas para la nueva división territorial de España. Hasta ese momento el Antiguo Régimen había mantenido un gobierno completamente centralizado en todo el territorio español y, a partir de esta norma fundamental, se inicia un nuevo Estado de carácter liberal en el que el gobierno de las provincias queda descentralizado y en manos de los jefes políticos y las diputaciones provinciales.

Las competencias que la Constitución, y la posterior Instrucción para el gobierno de las provincias de 1813, ponen en manos de las diputaciones son, ante todo, de carácter económico y administrativo, como es su intervención en cuestiones de contribuciones y arbitrios, o de fomento, como el desarrollo de la agricultura, industria y comercio, aunque también reciben funciones políticas como la fiscalización y control de la actividad municipal.

La Constitución de Cádiz creó un régimen jurídico homogéneo para todo el territorio del Estado con dos características fundamentales para las diputaciones: tutela de la administración inferior, es decir ayuntamientos, y carácter fundamentalmente económico y administrativo.

Poco después de aprobada esta norma empiezan a constituirse las corporaciones provinciales y a raíz del Decreto de 23 de mayo de 1812 para el establecimiento de las mismas. La Diputación de Jaén no se constituye hasta junio de 1813, tras dos intentos anteriores fallidos, y actuará durante un año, hasta junio de 1814.

Con la vuelta a España de Fernando VII queda abolida toda la obra de las Cortes de Cádiz y, por Real Decreto de 15 de junio de 1814, se suprimen las instituciones provinciales. La pérdida de las Actas de la Diputación de Jaén en este periodo hace que no podamos saber con certeza cómo fue la desaparición de la institución provincial, que ya estaba extinguida a finales de junio de dicho año.

Pero la Constitución de Cádiz se reinstaura en 1820 tras el pronunciamiento del comandante Rafael de Riego y la jura de la misma por Fernando VII. Restablecido el régimen liberal, se forma en Jaén un nuevo ayuntamiento, se rehabilita la figura del jefe político y se convocan elecciones a diputados provinciales para instalar de nuevo la Diputación. Al igual que ocurre con el primer periodo constitucional, al no conservarse la documentación producida en esta segunda época, no sabemos que día concreto se constituyó la Diputación de Jaén pero sí que ya estaba instalada a finales de abril, con los mismos diputados que cesaron en 1814.

Con fecha 3 de febrero de 1823 se aprueba la nueva Instrucción para el gobierno económico-político de las provincias, reformando la instrucción dictada en 1813 y con la idea clara de desarrollar los preceptos de ésta. Las Diputaciones siguen teniendo unas competencias básicamente económicas y administrativas mientras que las de carácter gubernativo quedan en manos del Jefe Político, como órgano unipersonal dependiente del Ejecutivo.

Esta normativa va a tener un carácter efímero por los acontecimientos nacionales que se viven desde comienzos de 1823, con la evacuación de la familia real y la Corte a Cádiz, la entrada del ejército francés en apoyo de los realistas y la formación de una Junta Provisional de gobierno. El sistema constitucional vuelve a desarticularse y, con ello, desaparecen otra vez las Diputaciones. La Diputación de Jaén del Trienio Liberal deja de existir en junio de 1823.

Tendrán que pasar doce años hasta que las diputaciones provinciales vuelvan a constituirse, durante el gobierno de Mendizábal, en septiembre de 1835 y sean reguladas de nuevo por la Instrucción de 1823.

Por el Real Decreto de 21 de septiembre de 1835 se aprobó la nueva normativa sobre el modo de constituirse las Diputaciones y, disuelta la Junta Gubernativa de Jaén en 27 de octubre de ese año, se procedió a la definitiva instalación de la Diputación de esta provincia teniendo lugar su sesión constitutiva el día 15 de noviembre de 1835.

La diputación presta servicios directos a los ciudadanos y presta apoyo técnico, económico y tecnológico a los ayuntamientos de los municipios de la provincia de Jaén, en la comunidad autónoma de Andalucía, España. Además, coordina algunos servicios municipales y organiza servicios de carácter supramunicipal.

 

es.wikipedia.org/wiki/Diputación_Provincial_de_Jaén

 

Museu do Amanhã

 

O Museu do Amanhã foi erguido no píer em meio a uma grande área verde. São cerca de 30 mil metros quadrados, com jardins, espelhos d'água, ciclovia e área de lazer. O prédio tem 15 mil m² e arquitetura sustentável. O projeto arquitetônico, concebido por Calatrava, utiliza recursos naturais do local - como, por exemplo, a água da Baía de Guanabara, utilizada na climatização do interior do museu e reutilizada no espelho d´água. Calatrava disse que se inspirou nas bromélias do Jardim Botânico do Rio de Janeiro ao projetar o edifício.

O projeto do Museu do Amanhã foi totalmente inspirado pela paisagem da zona portuária e da Baía de Guanabara. Como parte integrante do Projeto Porto Maravilha, foi feita a demolição do Elevado da Perimetral no intuito de revitalizar a região portuária do Rio. No telhado da construção, grandes estruturas de aço, que se movimentam como asas, servem de base para placas de captação de energia solar. Com isso, o Museu do Amanhã busca a certificação Leed (Liderança em Energia e Projeto Ambiental), concedida pelo Green Building Council (USGBC).

A pretensão do Museu do Amanhã é inaugurar uma nova geração de museus de ciências no mundo, sendo considerado "de terceira geração", com uma concepção que o posiciona como o primeiro museu global de "terceira geração". A "primeira geração" de museus é voltada para os vestígios do passado, como os museus de história natural. A "segunda geração" busca difundir as evidências do presente, como os museus de ciência e tecnologia. A "terceira geração", destina-se a expor as mudanças, perguntas e a exploração de possibilidades futuras para a humanidade. É neste último conceito que se encaixa o museu carioca.

 

Reprodução e uso sem autorização proibidos ® Todos os direitos reservados, 2015, Alexandre Zoppa.

Copyright © 2015 Alexandre Zoppa, all rights reserved.

 

El Palacio Provincial o Palacio de la Diputación Provincial es la sede actual de la Diputación Provincial de Jaén y es una obra del siglo XIX. Se edificó sobre el solar del Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís derribado en 1867, que había sido residencia de Fernando III de Castilla tras la conquista de la ciudad. Este proyecto ecléctico fue obra de Jorge Porrua y Moreno. La portada queda resaltada con triple vano de arcos de medio punto. En el patio interior destaca una fuente monumental procedente del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén. El palacio cuenta con una interesante colección pictórica repartida por sus dependencias.

La Diputación se ubicó en distintos edificios del casco antiguo de la capital hasta que en 1891 el gobierno provincial se trasladó a la Plaza de San Francisco donde se encuentra actualmente, presidiendo el paso de la calle Bernabé Soriano, desde la vecindad de la Catedral.

El primer edificio que alberga la Institución fue el Real Convento de Nuestro Seráfico Padre San Francisco de Asís , situado en el mismo lugar en el que se encuentra actualmente, construido en 1246 por Fernando III el Santo como Palacio con capilla y donado en 1354 por el rey Pedro I de Castilla a los frailes franciscanos. Con la desamortización, al igual que el resto de los conventos de la ciudad, pasará a manos públicas alojando la Diputación.

Fue el mal estado del edificio obligó a la Diputación Provincial a itinerar por otros enclaves de la capital, siempre con el deseo de retornar a aquel lugar. A mediados de 1867, el convento en ruinas, fue demolido para levantar en el mismo lugar, tras casi treinta años de construcción, el actual Palacio Provincial. El proyecto corrió a cargo de Jorge Porrua y Moreno, premiado en la Exposición Provincial de 1878.

El Palacio Provincial es la principal obra de la arquitectura civil de la ciudad de Jaén. Presenta una planta tradicional al estilo del palacio italiano renacentista, con dos pisos y sótano que giran en torno a un patio interior.

La fachada principal, pensada como neoclásica, fue remozada con el gusto neobarroco del arquitecto Justino Flores de Llamas , presenta una portada en el centro resaltada con un triple vano de arcos de medio punto, ventanas con balcón corrido en el segundo piso, y un remate de frontón con un reloj, inaugurado el 18 de enero de 1915, y el escudo de la provincia. La fachada opuesta, la norte, presenta una forma semicircular, similar a un ábside, que semeja a un hemiciclo, espacio simbólico de democracia local.

En la primera planta se encuentran, entre otras, las dependencias de la Presidencia y el Salón de Personajes Ilustres en cuyas paredes se encuentran los retratos de los anteriores Presidentes de la Diputación. El balcón de esta sala sirve de mirador privilegiado desde el que contemplar la Catedral.

Es un espacio que condensa la luz y la traslada, a través de los vanos de las galerías, a todas las dependencias. En el centro se sitúa una fuente, alrededor de la cual se dispone un jardín, separado de las galerías por unas columnas balaustradas. La fuente procede del Antiguo Convento de Santo Domingo de La Guardia de Jaén y fue donada en 1955 por sus propietarios al Instituto de Estudios Giennenses para que ocupara, en un principio, el patio del Museo Provincial, hasta que fue instalada en su actual emplazamiento en 1961; fechada en 1577, es obra de Francisco del Castillo el Mozo, y refleja la advocación principal del convento dominico, Santa María Magdalena, que responde a la fecha de nacimiento del fundador Fray Domingo de Valtanás en el día de la festividad de la santa, el 22 de julio.

 

es.wikipedia.org/wiki/Palacio_Provincial_de_Jaén

 

La Diputación Provincial de Jaén es una institución pública gubernamental que tiene una jurisdicción que se extiende en el ámbito provincial jiennense.

El origen preciso de ésta y las demás diputaciones provinciales se remonta a la Constitución de 1812 en la que se configuran como un soporte clave del nuevo régimen liberal.

El 19 de marzo de ese año se aprobaba la primera Constitución española, con la que se ponían las bases normativas para la nueva división territorial de España. Hasta ese momento el Antiguo Régimen había mantenido un gobierno completamente centralizado en todo el territorio español y, a partir de esta norma fundamental, se inicia un nuevo Estado de carácter liberal en el que el gobierno de las provincias queda descentralizado y en manos de los jefes políticos y las diputaciones provinciales.

Las competencias que la Constitución, y la posterior Instrucción para el gobierno de las provincias de 1813, ponen en manos de las diputaciones son, ante todo, de carácter económico y administrativo, como es su intervención en cuestiones de contribuciones y arbitrios, o de fomento, como el desarrollo de la agricultura, industria y comercio, aunque también reciben funciones políticas como la fiscalización y control de la actividad municipal.

La Constitución de Cádiz creó un régimen jurídico homogéneo para todo el territorio del Estado con dos características fundamentales para las diputaciones: tutela de la administración inferior, es decir ayuntamientos, y carácter fundamentalmente económico y administrativo.

Poco después de aprobada esta norma empiezan a constituirse las corporaciones provinciales y a raíz del Decreto de 23 de mayo de 1812 para el establecimiento de las mismas. La Diputación de Jaén no se constituye hasta junio de 1813, tras dos intentos anteriores fallidos, y actuará durante un año, hasta junio de 1814.

Con la vuelta a España de Fernando VII queda abolida toda la obra de las Cortes de Cádiz y, por Real Decreto de 15 de junio de 1814, se suprimen las instituciones provinciales. La pérdida de las Actas de la Diputación de Jaén en este periodo hace que no podamos saber con certeza cómo fue la desaparición de la institución provincial, que ya estaba extinguida a finales de junio de dicho año.

Pero la Constitución de Cádiz se reinstaura en 1820 tras el pronunciamiento del comandante Rafael de Riego y la jura de la misma por Fernando VII. Restablecido el régimen liberal, se forma en Jaén un nuevo ayuntamiento, se rehabilita la figura del jefe político y se convocan elecciones a diputados provinciales para instalar de nuevo la Diputación. Al igual que ocurre con el primer periodo constitucional, al no conservarse la documentación producida en esta segunda época, no sabemos que día concreto se constituyó la Diputación de Jaén pero sí que ya estaba instalada a finales de abril, con los mismos diputados que cesaron en 1814.

Con fecha 3 de febrero de 1823 se aprueba la nueva Instrucción para el gobierno económico-político de las provincias, reformando la instrucción dictada en 1813 y con la idea clara de desarrollar los preceptos de ésta. Las Diputaciones siguen teniendo unas competencias básicamente económicas y administrativas mientras que las de carácter gubernativo quedan en manos del Jefe Político, como órgano unipersonal dependiente del Ejecutivo.

Esta normativa va a tener un carácter efímero por los acontecimientos nacionales que se viven desde comienzos de 1823, con la evacuación de la familia real y la Corte a Cádiz, la entrada del ejército francés en apoyo de los realistas y la formación de una Junta Provisional de gobierno. El sistema constitucional vuelve a desarticularse y, con ello, desaparecen otra vez las Diputaciones. La Diputación de Jaén del Trienio Liberal deja de existir en junio de 1823.

Tendrán que pasar doce años hasta que las diputaciones provinciales vuelvan a constituirse, durante el gobierno de Mendizábal, en septiembre de 1835 y sean reguladas de nuevo por la Instrucción de 1823.

Por el Real Decreto de 21 de septiembre de 1835 se aprobó la nueva normativa sobre el modo de constituirse las Diputaciones y, disuelta la Junta Gubernativa de Jaén en 27 de octubre de ese año, se procedió a la definitiva instalación de la Diputación de esta provincia teniendo lugar su sesión constitutiva el día 15 de noviembre de 1835.

La diputación presta servicios directos a los ciudadanos y presta apoyo técnico, económico y tecnológico a los ayuntamientos de los municipios de la provincia de Jaén, en la comunidad autónoma de Andalucía, España. Además, coordina algunos servicios municipales y organiza servicios de carácter supramunicipal.

 

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Jaén es una ciudad y municipio español de la comunidad autónoma de Andalucía, capital de la provincia homónima. Ostenta el título de «Muy Noble y Muy Leal Ciudad de Jaén, Guarda y Defendimiento de los Reinos de Castilla» y es conocida como la «capital del Santo Reino». Cuenta en 2018 con una población de 113 522 habitantes según el INE, 54 948 hombres y 59 290 mujeres, lo que supone aproximadamente una sexta parte de la población de toda la provincia. La ciudad se enmarca dentro del área metropolitana de Jaén de la que es cabecera, y absorbe un tercio de la población total de la provincia de Jaén. Su superficie es de 424,30 km² También es sede del partido judicial número 1 de la provincia y de la diócesis homónima.

Se alza al pie del cerro de Santa Catalina, con calles empinadas y de pronunciadas pendientes que definen su urbanismo, ensanchándose hacia las zonas más llanas y amplias de los nuevos barrios y bulevares. En sus alrededores abundan fértiles tierras de cultivo, y extensos olivares que cubren gran parte de su término. Hacia el sur y el sureste se encuentran las sierras de Jaén y Jabalcuz, y al norte se abre el llano del río Guadalbullón, que pasa a muy corta distancia de la ciudad.

Debido a su situación, Jaén ha tenido una gran importancia estratégica, habiéndose encontrado en su núcleo urbano varios de los asentamientos humanos más antiguos de Europa. Del mismo modo, tuvo gran importancia en la historia de al-Ándalus y del Reino de Castilla.

La actividad económica más importante de la provincia de Jaén es la producción de aceite de oliva, siendo la mayor productora mundial, lo cual queda patente bajo el lema que recibe la ciudad, como «Capital mundial del aceite de oliva». En este sentido, la ciudad alberga desde el año 1983 y de forma bienal Expoliva, una feria internacional de referente mundial dedicada al sector del aceite de oliva e industrias afines, celebrada actualmente en la Institución Ferial de Jaén. No obstante, la economía también está basada en el sector servicios, la administración, la industria agrícola y alimentaria, la construcción, y un incipiente turismo cultural.

Entre su patrimonio histórico-artístico cabe destacar la catedral de la Asunción de la Virgen, el castillo con sus tres alcázares, los Baños Árabes y el emblemático Monumento a las Batallas, situado en la céntrica Plaza de las Batallas, que conmemora la batalla de Las Navas de Tolosa y la batalla de Bailén, ambas acaecidas en la provincia de Jaén.

Las fiestas populares más representativas de Jaén son las «Lumbres de San Antón», que se celebran la noche del 16 al 17 de enero. Durante esa noche se corre la Carrera Urbana Internacional Noche de San Antón. En octubre se celebra la feria de San Lucas. Su origen data del siglo XIV, siendo su día grande el 18 de octubre. Especial mención tiene la Semana Santa de Jaén, declarada Fiesta de Interés Turístico Nacional, teniendo gran expectación la procesión de «El Abuelo», durante la madrugada del Viernes Santo.

En la actualidad algunos proyectos a realizar en la ciudad son la finalización del sistema tranviario y cercanías del área metropolitana, el Museo Internacional de Arte Íbero, la construcción de las infraestructuras necesarias para la conexión ferroviaria con trenes de AVE o la restauración del Convento de Santo Domingo.

 

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Jaén (Spanish pronunciation: [xaˈen]) is a city in south-central Spain. The name is most likely derived from the Roman name Villa Gaiena (Villa of Gaius), which the Arabs called Jayyān It is the capital of the province of Jaén, and is located in the autonomous community of Andalusia.

The inhabitants of the city are known as Jiennenses. Its population is 116,731 (2012), about one-sixth of the population of the province. Recently Jaén has had a great increase in cultural tourism, having received 604,523 tourists along the year 2015, 10% more than in 2014. The city is also known as the World Capital of Olive Oil, because it is the biggest producer of the oil, known by locals as liquid gold.

The layout of Jaén is determined by its position in the hills of the Santa Catalina mountains, with steep, narrow streets, in the historical central city district. The city of Jaén is the administrative and industrial centre for the province. Industrial establishments in the city include chemical works, tanneries, distilleries, cookie factories, textile factories, as well as agricultural and olive oil processing machinery industry.

 

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PANORAMA DALLA TORRE DEL MUSEO DELLA TECNOLOGIA.

www.salvatorelofao.com

  

GRAZIE PER LE VOSTRE VISITE E COMMENTI.

.......lezioni tecnologiche a distanza nel rispetto assoluto delle normative.. :))

Foto: a Marcos Oliveira/Agência Senado

O senador Zeze Perrella (PDT-MG) é o novo presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, eleito (06/03/13) por aclamação pela integralidade de seus componentes, para o biênio 2013/2014. O vice-presidente da Comissão, eleito conjuntamente é o senador Alfredo Nascimento (PR-AM).

Perrella agradeceu a confiança depositada em seu nome pelos demais senadores, e elogiou o trabalho desenvolvido à frente da Comissão por seu antecessor, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM). Os integrantes da Comissão destacaram em rápidas palavras sua importância e a necessidade de o Brasil promover o rápido desenvolvimento do setor, que corresponde a um desafio.

Em seu discurso o senador Zeze Perrella destacou que a Comissão terá pela frente “uma agenda de muito trabalho, mas também a oportunidade de contribuir para a adoção de políticas públicas que permitam aumentar nossa competitividade e construir um modelo de desenvolvimento sustentável”.

- O desenvolvimento científico e tecnológico, a comunicação instantânea e a crescente utilização da informática são condições fundamentais para o crescimento econômico e para o desenvolvimento social – frisou.

Eis a íntegra do discurso de posse do senador Zeze Perrella:

“Senhoras senadoras, senhores senadores,

Quero, primeiramente, registrar meus agradecimentos aos nobres Colegas, que me confiaram à presidência desta Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática para o biênio 2013/2014.

Meu reconhecimento se impõe pela importância estratégica desta Comissão. O desenvolvimento científico e tecnológico, a comunicação instantânea e a crescente utilização da informática são condições fundamentais para o crescimento econômico e para o desenvolvimento social.

Da mesma forma, ressalto a responsabilidade e a honra de substituir, nesta Presidência, o Senador Eduardo Braga, nosso Líder do Governo e um especialista na área de Ciência e Tecnologia.

Teremos pela frente uma agenda de muito trabalho, mas também a oportunidade de contribuir para a adoção de políticas públicas que permitam aumentar nossa competitividade e construir um modelo de desenvolvimento sustentável.

Embora os trabalhos da CCT abranjam um amplo leque de assuntos, proponho que nossa agenda de atividades priorize duas grandes vertentes:

– as políticas públicas e os empreendimentos na área de Comunicações, com destaque para as propostas de massificação do acesso à internet em banda larga; e.

– o setor de Ciência e Tecnologia, com ênfase na análise do Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

    

O debate em relação à Internet deve atingir seu clímax ainda este ano. O projeto que cria o Marco Civil da Internet está tramitando na Câmara dos Deputados e deve chegar ao Senado em breve.

Esse debate é importante, pois existe um descompasso entre a legislação vigente e a realidade do mercado.

Precisamos responder ao desafio da universalização dos serviços de banda larga.

Precisamos também colaborar para a solução dos conflitos de interesses entre provedores de conteúdo e prestadoras de serviços de telecomunicações, mas sem perder o foco no lado geralmente esquecido nesta discussão: o usuário.

Devemos nos ocupar, certamente, da questão do incremento da velocidade da rede, que, em nosso País, é muito inferior aos padrões dos países desenvolvidos. Esse aspecto é importante para os grandes eventos que sediaremos em breve e fundamental para o desempenho da economia nacional.

O fim do sinal analógico na TV aberta é outro assunto que estará em pauta.

    

Caros colegas,

Investimentos em tecnologia têm retorno garantido. No Brasil, o desafio consiste em transformar o conhecimento científico em avanços tecnológicos. A Comissão de Ciência e Tecnologia tem a oportunidade e o dever de se debruçar sobre o tema e oferecer contribuições.

Debateremos aqui vários projetos relacionados com inovação e desenvolvimento tecnológico, com destaque para o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação – o PLS nº 619, de 2011, do Senador Eduardo Braga, que apreciaremos em caráter terminativo.

Quero lembrar, ainda:

– o PLS nº 547, de 2011, do Senador Lindbergh Farias, que busca aprimorar o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; e

– o PLS nº 221, de 2011, do nobre Colega Rodrigo Rollemberg, que institui o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Espacial.

Esses, meus caros Colegas, são alguns dos temas com os quais nos ocuparemos, sem que nos esqueçamos de outra missão fundamental, que é a apreciação das concessões de rádio e TV, que exigem o quórum qualificado. Conto com a participação de Vossas Excelências. Muito obrigado.”

Obra de Mariko Mori – Oneness em exposição no Centro Cultural - Banco do Brasil - SP

 

"A mostra reúne instalações, esculturas, vídeos, fotografias e desenhos da artista plástica japonesa Mariko Mori, que apresenta, pela primeira vez no Brasil, um panorama de sua produção. Os trabalhos mesclam elementos da cultura pop, tradição japonesa, moda, design e alta tecnologia. A obra da artista se vale da tecnologia e da arte de vanguarda para compor elementos interativos e de forte impacto físico e visual."

 

Fonte: www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10164,1,0,1,1.bb?codig...

       

os moliceiros têm vela (215)

  

tecnologia à moda do porto

  

bai-te

que eu já

te bi-te

 

(torreira; regata da ria; 2013)

 

ahcravo.com/2016/05/29/os-moliceiros-tem-vela-215/

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